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Centro Universitário UNA

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Foto: Marcelo Soubhia Divulgação

O evento contou com a participação de grandes estilistas e proporcionou grandes possibilidades de negócios. 

 

*por: Joyce Oliveira e Ítalo Charles

 

“Tecendo Futuros” esse foi o tema escolhido para a 25ª edição do Minas Trend, que aconteceu entre os dias 21 e 25 de outubro no Expominas, em Belo Horizonte. O evento considerado o maior salão de negócios da América Latina, trouxe as propostas de tendências para o outono/inverno 2020. 

 

O Desfile de abertura que aconteceu no primeiro dia, apenas para convidados,  apresentou dezenas de looks de diversos estilistas, dentre eles as marcas da capital mineira Norb Brand, Valéria D Valéria e Florent. Com tonalidades em branco, prata e rosado, as peças carregavam uma pegada  fluida, soltas no corpo e com uso de maxi acessórios. A marca Norb é do estilista Norberto  Resende, aluno do curso de Moda, do Centro Universitário Una, que contou em entrevista como foi a experiência de participar desse momento especial. 

 

“O convite para que a Norb apresentasse as peças na passarela surgiu de forma inesperada. Recebi uma ligação do stylist Paulo Martinez me convidando. Foi uma satisfação enorme. Após um longo processo de desenvolvimento da coleção, em uma colab proposta por mim com vários alunos da Una. Tivemos a oportunidade de fazer todo o processo de criação até à passarela. Foi enriquecedor e para nós estudantes isso é uma importante conexão com o mercado.” avalia Norberto.

 

A programação oficial aberta ao público teve início na terça feira, dia 22 e foi muito além das passarelas. O evento também contou com palestras e oficinas dentro e fora de BH. A semana que é destaque no mundo da moda recebeu visitantes e expositores de várias partes do país e também estrangeiros. De acordo com dados da FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), edição o salão de negócios teve um crescimento cerca de 50% de marcas de diferentes segmentos da moda, isso inclui roupas, calçados e acessórios.

 

A apresentação das coleções assinadas por Lethicia Bronstein e Anne Est Folle marcaram o primeiro desfile da noite do dia 23. Conhecida internacionalmente, Lethicia costuma ser a escolhida das famosas, em moda festa e noivas. A paulista trouxe para o Minas Trend uma coleção espelhada na mulher forte, sexy, independente e sonhadora, com tons pastéis e utilização de rendas e tules com transparência. As modelos  Cintia Dicker, Barbara Berger e Renata Kuerten foram destaque no desfile com as criações da estilista. A platéia também contou com presenã vips, as atrizes Bia Arantes, Erika Januza e Mariana Rios conferiram todas as novidades atentas aos detalhes e tedências. Por outro lado, a grife Anne Est Folle apresentou a coleção Lotta Love, com roupas casuais e fluídas, que buscam conforto e elegância. O ponto chave dos looks foram a diversidade de estampas e texturas.

 

Na mesma noite, por volta das 21 horas, aconteceu o desfile da Passarela Têxtil, onde as  indústrias mineiras Cataguases, Cedro Têxtil, Fabril Mascarenhas, Santanense, Cia João Joanense e Tear Têxtil fizeram uma parceria com o SENAI MODATEC, e apresentaram mais de vinte looks com propostas de usabilidade que iam além das passarelas.

 

A estilista Denise Valadares, grande nome da moda festa mineira, abriu a noite de desfiles. Em parceria com o stylist Alberth Franconaid, a ideia uniu a ludicidade de Alberth e a criatividade de Denise originaram a coleção “Caminhos” que apresentou uma reformulação de peças de criações anteriores e peças que segundo a estilista, é comum se ter dentro do armário. 

 

O último desfile da temporada foi da grife Victor Dzenk, que apresentou a coleção ‘Heroínas da Odisseia”, inspirada em produções hollywoodianas que marcaram os gêneros ficcionais e futuristas. Os filmes ‘O quinto elemento’, ‘Blade Runner’ e ‘Matrix’ foram usados como referência para traduzir a mulher clássica, moderna e empoderada. Uma mistura que ressaltou a sensualidade, com o uso de fendas e transparências, e valorizou a moda clássica da alfaiataria, com mangas bufantes, blazers e trench coats.

 

As palestras e oficinas foram ministradas por grandes nomes do cenário mineiro e nacional. A presença do Estilista e Stylist Dudu Bertholini, que possui uma carreira consolidada no ramo, possibilitou ao público uma experiência única em uma palestra sobre a diversidade no mundo da moda.

 

Durante o evento, várias apresentações culturais também encantaram o grande público. O grupo Primeiro Ato, com sede em BH, proporcionou a quem assistia um instante de descontração com o espetáculo de dança contemporânea “Passagem”. Já o grupo Cisne Negro levou ao ExpoMinas o espetáculo “Trama”. 

 

A programação se encerrou com a Orquestra de Câmara SESIMINAS que contou com a participação dos músicos Flávio Venturini e DoContra. O MinasTrend fecha mais uma temporada com grandes tendências e aquecendo o mercado que cresce cada ano mais na capital, Belo Horizonte deixando os presentes já na expectativa para a próxima edição. 

 

  • Os alunos escreveram a matéria sob a supervisão da jornalista Daniela Reis

 

 

 

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Edição do primeiro semestre de 2019 foi um grande sucesso

GastroUna valoriza a gastronomia regional
Mostra da Una apresenta inovação, sustentabilidade e novos talentos, no dia 28/11

  • por Jéssica Oliveira

Conectar os alunos com o mercado e possibilitar um desafio que envolve empreendedorismo, inovação e sustentabilidade. Esses são os objetivos da 8ª edição do GastroUna, que acontece no dia 28/11, na Una João Pinheiro. A apresentação, aberta ao público, vai reunir chefs, entidades do setor (Abrasel, Belotour e Emater), professores e críticos.

A mostra dos alunos de gastronomia propõe o desenvolvimento de um projeto técnico cientifico, que consiste na criação de um negócio, envolvendo desde a escolha do nome, logomarca, plano de negócio, planejamento estratégico, cardápio e execução. Nessa edição, os pratos apresentados devem conter Pancs (plantas alimentícias não convencionais).
Cada grupo também apresentará dois drinks (um alcoólico e outro não) para harmonizar com as refeições. Os projetos devem ser sustentáveis, criativos e trazer valorização da história e da biodiversidade brasileira.

Para a idealizadora do GastroUna, a professora Rosilene Campolina, a mostra é uma oportunidade de se apresentar ao mercado e ser julgado por ele. “Os talentos merecem ser reconhecidos. Esses novos profissionais precisam atravessar as fronteiras da universidade e ganhar o mercado. O GastroUna foi a metodologia que encontrei, para estabelecer essa rede de contatos e para servir de vitrine para os alunos”, diz Rosilene.

A professora ressalta que é importante preparar os alunos de forma prática para a empregabilidade. “Eles saem da faculdade com essa experiência, de vivenciar e montar um empreendimento. Não somente como cozinheiros, mas como gestores do seu próprio negócio. Isso envolve logística, gestão de insumos, de estoque, gestão de pessoas e a forma de administrar uma equipe”, completa.

Para o coordenador do curso de Gastronomia, Edson Puiati, essa prática também é importante para a instituição de ensino. “A matriz do nosso curso é o empreendedorismo e a gestão de negócios gastronômicos. O GastroUna vem coroar isso com muita criatividade, já que os estudantes colocam em prática tudo que aprenderam na sua trajetória acadêmica. Já para a Una, o evento apresenta para o mercado o que desenvolvemos aqui na academia, uma vez que nossos jurados são profissionais renomados. Isso faz com que a gente tenha um retorno do público externo sobre o nosso trabalho”, salienta.

Os três melhores grupos serão premiados com livros, kits de culinária e produtos gourmet, brindes personalizados, jantares e participação em grandes eventos como o Arraial de Belo Horizonte e as feiras Aproxima e Jungle Bier. O GastroUna também promove um intercâmbio entre cursos. Alunos de cinema e comunicação trabalharão em conjunto realizando a cobertura e transmitindo em tempo real as apresentações em telões do hall de entrada do campus, pela internet, nas redes sociais.

A aluna Caroline da Silva participou da última edição do evento com o sanduíche “Matula da Roça”, que trouxe ingredientes tipicamente mineiros como o pão de milho, farofa de torresmo, geleia de pimenta e couve. O prato ficou em 2º lugar no voto popular e ganhou o concurso junino no Arraial de Belo Horizonte 2019. “O projeto nos coloca frente a frente com a realidade de um investimento, além de trazer valorização e reconhecimento pelo nosso esforço”, diz.

Serviço:
Data: 28 de novembro de 2019
Horários: Manhã: de 08h às 11h / Noite: de 19h às 22h
Local: Unidade João Pinheiro II (Avenida João Pinheiro, 580, Lourdes – BH/MG)

*(A estagiária escreveu reportagem sob a supervisão da jornalista Daniela Reis)

O Laboratório Ecossistêmico Interdisciplinar de Aprendizagem, conhecido como LEIA, inaugurou seu primeiro espaço comunitário na cidade de Belo Horizonte. Durante a tarde do dia 29, alunos, professores e idealizadores do projeto abriram as portas para apresentá-lo à comunidade. O local, o terraço de um prédio, está localizado na avenida João Pinheiro, nº 580, região centro-sul da capital.

Integrando quatro cursos do Centro Universitário UNA, o LEIA foi criado para o desenvolvimento de hortas urbanas e a reinvenção dos espaços da cidade. Os alunos da Arquitetura foram os responsáveis em elaborar os projetos das hortas. O principal objetivo foi a criação de um modelo funcional e compacto, que seja viável e sustentável para a sua implementação em espaços do cotidiano.

Fotografia: Lucas D’Ambrosio.
Fotografia: Lucas D’Ambrosio.

Membros dos cursos de Biologia e Nutrição dedicaram os trabalhos para desenvolver técnicas de plantio e cultivo das espécies utilizadas nas hortas. Além disso, participaram com a indicação de métodos de manutenção da compostagem adequada para o plantio. Por fim, o curso da Gastronomia ofereceu os seus alunos para auxiliar no plantio, na colheita e na utilização dos alimentos produzidos pelas hortas urbanas do projeto, na elaboração de pratos e receitas.

Interação de disciplinas: a gênese do LEIA

A professora do curso de Arquitetura e Urbanismo, Luiza Franco é uma das coordenadoras do projeto. Ela explica que uma das razões que a motivou foi levar, para fora da sala de aula, os alunos de Arquitetura. “Eles fazem muitos projetos, mas a gente não coloca na prática, literalmente não coloca a mão na massa e a arquitetura é um meio de construir”, explica.

Para ela, a interação com outros cursos foi fundamental, “A UNA tinha um projeto de hortas urbanas, mas de fazer o mapeamento delas, pela cidade. Houve o convite para a Gastronomia, e eles sentiram que outras disciplinas também poderiam agregar. É preciso conhecimento amplo, a horta em si, necessita do conhecimento em diferentes áreas. Como convidada da Arquitetura, eu topei na hora”, ressalta.

A professora Luiza Franco destaca a importância da integração entre diferentes disciplinas que formam o projeto LEIA. Na foto, ela mostra o trabalho realizado pelos alunos do curso de Moda. Fotografia: Lucas D’Ambrosio.

Rosilene Campolina, professora do curso de Gastronomia, é também uma das idealizadoras e coordenadoras do projeto. Compolina destaca que o espaço é aberto à comunidade, “É extremamente importante fixar isso. É um projeto de extensão que nós queremos disseminar essas práticas, aprendidas aqui e que a gente possa levar e externalizar esse conceito para atrair a comunidade. Que isso possa se tornar prática nas escolas, no seu condomínio, na sua casa, na sua empresa, no seu escritório, onde quer que você esteja”, finaliza.

Rosilene Campolina, professora e coordenadora do projeto LEIA. Fotografia: Lucas D’Ambrosio.

Projetos, histórias e oportunidades

Durante o evento, os alunos do curso de Gastronomia participaram de uma feira apresentando e comercializando pratos que foram elaborados ao longo do semestre. Além da feira culinária, as hortas que foram desenvolvidas pelos alunos de Arquitetura também estavam expostas para o público visitante. Além de conhecer o projeto de cada um dos grupos, quem visitava a feira poderia participar de um concurso para eleger o melhor prato e o melhor projeto de horta.

Fotografia: Lucas D’Ambrosio.
Fotografia: Lucas D’Ambrosio.

O aluno da Arquitetura, Samuel Morais, 22 anos, era um dos expositores do evento e defende que a cidade pode trazer elementos que pertencem ao campo. Acredita que o cultivo pode ser algo renovável e possibilita na criação e produção pela população, do seu próprio alimento. “O desenvolvimento do LEIA é isso: criar hortas urbanas que possam ser utilizadas no meio urbano. Hortas que possam estar em apartamentos, casas e até mesmo com a interação da família, inseridas em escolas”, ressalta.

O projeto desenvolvido pelo grupo do estudante se chama “Horta Bambulê”. Ela foi criada e pensada para ser utilizada em ambientes escolares. Para Morais, é algo que pode despertar o interesse dos alunos, desde o ensino fundamental até o ensino médio. Ele destaca, também, a utilização de materiais sustentáveis, como o bambu e latas de alumínio. “É muito fácil de ser encontrado e a utilização de latas de qualquer tipo, no caso, para a plantação, incentiva a reciclagem dentro de casa”, destaca.

O aluno do curso de Arquitetura, Samuel Morais, apresenta o projeto de horta “Bambulê”.

Além de recepcionar os projetos acadêmicos, o espaço também abriga campanhas de conscientização ambiental e sustentável. Sentado em uma mesa coberta com latas de refrigerante e ferramentas, Damião Moisés, também estava presente no evento. O artesão de 42 anos representa a conhecida “criatividade do povo brasileiro”. Convidado para participar da inauguração do espaço LEIA o senhor, de mãos firmes e olhar atento, se concentrava na criação de suas peças.

Cortando e moldando as latas de alumínio, ele conta sobre o seu ofício. “O que faço é aproveitar as latinhas. A maioria delas a gente pega nas ruas. Eu vim da ASMARE (Associação dos Catadores de Papel, Papelão e Materiais Reaproveitáveis de Belo Horizonte) e há dez anos eu trabalho com a reutilização de materiais que possam ser reciclados”, conta.

Fotografia: Lucas D’Ambrosio.
O artesão Damião Josué trabalha na coleta de materiais recicláveis para a realização de seus trabalhos artesanais. Fotografia: Lucas D’Ambrosio.

No final de todo o processo, Moisés mostra o resultado final do seu esforço: depois de trinta minutos produzindo uma peça, a latinha que seria destinada para o lixo se transforma em uma coleção de peças decorativas. Conforme a criatividade do mestre artesão, as latas se moldam em panelas de pressão, bules de café e regadores de hortas e jardins, que são comercializados individualmente ou por meio de kits.

Reportagem produzida pelos alunos do curso de jornalismo do Centro Universitário UNA: Isabela Carvalho, Ingrid Oliveira, Gabriella Germana, Lucas D’Ambrosio e Thainá Hoehne. 

 

 

 

No próximo domingo Minas Gerais conhecerá o campeão estadual. O Galo tem a vantagem de perder por até dois gols de diferença. Vantagem conseguida após ter vencido o primeiro confronto pelo placar de 3 a 0.

O Cruzeiro conseguirá reverter a vantagem construída pelo time carijó e será o campeão de 2013?

Ou o Atlético leva o bi estadual para a Cidade do Galo e continua mandando no futebol mineiro?

Vamos falar também de seleção brasileira, aposentadoria de jogador, novo mineirão e muito mais.

Ouça a nossa análise dessa grande final!

 

 

Apresentação: Ana Carolina Vitorino.

Comentários: Hemerson Morais e Ana Carolina Vitorino

Foto: Henrique Laion

Músicas: É dia de comemorar – Biquíni Cavadão e Hasta mi Final – II Divo

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A atração da noite de hoje é o Banquete Antropofágico organizado pelo professor Ataídes Braga e pelos alunos do curso de Cinema e Publicidade. “O público será surpreendido. Na medida do possível, eu deixei aberta todas as possibilidades, o que virá é surpresa total”, destaca. “Vai ter teatro, música, vai ter dança, DJ e uma performance do Chaplin”, declara.

Ainda de acordo com o professor, uma das atrações será uma performance de teatro que trabalhará o conceito de Antropofagia e uma exposição de fotos e referências aos pintores modernistas. “Pedi algumas coisas aos alunos, mas pode ter um monte de outras coisas que pedi. Não sei o que vai aparecer”. Ainda segundo Braga a ideia geral é misturar tudo. “Misturar todas as referências modernistas e antropofágicas”, conclui.

Documentário

Na quinta-feira Ataídes Braga fará um documentário das intervenções artísticas. “Desde manhã vou estar com uma câmera fazendo umas interferências, vou também entrevistar várias pessoas que estão apresentando e vou questioná-las. A ideia é fazer um making off”, destaca.

Por: Bárbara de Andrade

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Hoje, 6 de fevereiro, o Instituto de Comunicação e Artes (ICA) realizou à recepção aos calouros do turno da noite. Olhares fixos e curiosos em cada pessoa que se apresentava diante dos alunos. Balões, abraços e um brinde foram o ponto alto do evento. Momento esse que os alunos comemoraram junto aos professores, coordenadores e o diretor, Lélio Fabiano a entrada no ICA e o início de uma nova fase.

Muitos sorrisos foram percebidos no momento em que o professor Claudio Magalhães se apresentou. Com uma maneira descontraída de falar, repleta de piadas e brincadeiras, o professor proporcionou momentos de empolgação entrosamento entre os novos alunos do ICA. “Somos intolerantes com plágio. Até o abacateiro já caiu de tanto a gente enforcar aluno que faz plágio”, brincou referindo-se a política pedagógica que coíbe o plágio na universidade.

Professor Claudio Magalhães durante sua apresentação
Professor Claudio Magalhães durante sua apresentação

Na sequência, Magalhães pediu que cada um dos novatos abraçasse e perguntasse o nome de três pessoas. “Aproveita pra pegar o telefone e não façam igual nessas baladas que a gente conhece a pessoa e depois não sabe sequer o nome dela”, brincou novamente. Após o brinde ao novo tempo que se inicia na faculdade, os alunos, de pé, se juntaram para soltar os balões que estavam amarrados nos encostos das cadeiras.

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Durante a recepção os calouros se abraçaram

Na recepção os coordenadores se apresentaram aos novatos, falaram dos cursos e tiveram uma conversa mais detalhada com suas turmas. Mais tarde, os alunos foram levados para conhecer os laboratórios do ICA.

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Recepção de calouros

Trote solidário

Os calouros da noite participaram de um trote, sujaram suas mãos e deixaram suas marcas em um pano branco. Foi, também, proposto a eles uma espécie de trote solidário. A ideia é arrecadar agasalhos para doação e a turma que adquirir o maior número será premiada com um passeio radical (rapel ou bungee jump). Os agasalhos devem ser entregues até o dia 17 de fevereiro.

Veja o vídeo feito da cobertura na íntegra:

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Por: Bárbara de Andrade

Fotos: Bruno Maia e Felipe Bueno

Vídeo: Natália Alvarenga, Duda Gonzalez e Vinícius Coelho