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Centro Universitário UNA

Professores e estudantes da Una durante o Minas Trend. Fonte: Divulgação Una

Por Keven Souza

Durante 02, 03 e 04 de novembro, estudantes dos cursos de Moda, Jornalismo, Cinema e Audiovisual da Una, marcaram presença na 28° edição do Minas Trend que aconteceu no Minascentro em BH. O maior salão de negócios da América Latina, promovido pela FIEMG, contou com palestras, lives e workshops gratuitos, tanto na modalidade remota quanto presencial, e recebeu novamente os alunos que ampliaram suas experiências com o mercado, a partir da parceria Una e FIEMG

Tal parceria possui o objetivo de encurtar a ponte entre universidade e indústria, proporcionando uma formação diversificada para o aluno. É o que destaca a professora de moda da Una, Gabriela Penna. “Aproximar a indústria da universidade coloca o aluno da Una em contato com marcas, fornecedores, profissionais do segmento em um aprendizado transformador. É a porta de entrada para os futuros profissionais do mercado, por meio de vivências exclusivas, ricas e formativas”, afirma. 

Formada por uma equipe multidisciplinar, os alunos experienciaram na prática o exercício de suas futuras profissões. A Comunicação Social ficou por conta da cobertura do evento, ao lado da assessoria do Minas Trend, e a Moda teve o ensejo de produzir, novamente,  um editorial de moda completo com peças dos expositores presentes no salão.

O editorial trabalhou com o conceito da comemoração dos 15 anos do Minas Trend. Nesta edição, o tema desenvolvido foi o Fashion Heritage, proposta ao qual está alinhado o conceito de herança. De olho na celebração desse legado, o plano de styling propôs traduzir em imagens a história do evento para a moda mineira, a afetividade e construção de um legado de anos de salão de negócios. 

Experiências únicas 

Larissa Raydan, aluna de Moda da CDU, conta como foi participar do editorial. Ela desenvolveu atividades relacionadas à produção no backstage. “Participar me proporcionou uma experiência mais profissional da carreira de modelo, que é algo que já trabalho e estou inserida no mercado. Estar no Minas Trend, me colocou em contato com um material exclusivo. Que me trará muita visibilidade e credibilidade dentro da minha carreira”, comenta. 

Para Carla Oberhofer, aluna de Cinema que esteve na produção de conteúdo, a convergência entre marcas, alunos e empresas, contribuiu para desenvolver visão ampla sobre sua área de atuação. “Me ajudou a enxergar como funciona realmente o trabalho. Tirar foto ou gravar um vídeo não é algo simples, é preciso saber o que você vai fazer. Assim, estar ali foi algo muito novo, pois era minha primeira vez no Minas Trend, mas foi uma experiência diferenciada”, pontua. 

Já a estudante de Jornalismo, Caroline Constance Ragi Zuppo, ‘vestiu’ a camisa de assessora e acompanhou de perto a rotina enquanto jornalista. “Foi bem legal! Eu fiquei apaixonada pela quantidade de expositores e também pelas tendências. Entrei no Jornalismo para trabalhar com moda, então foi muito gratificante para mim poder estar no meio desse evento. É um evento que faz brilhar os olhos de quem gosta de moda. Atuar na minha área então nem se fala, perdi o medo e o receio que tinha sobre entrevistar e consegui produzir conteúdos bem legais”, diz. 

Como foi a 28º edição do Minas trend

Em novo local, o maior evento da indústria da moda mineira debutou novas tendências para Outono/Inverno 2023 e movimentou cerca de R$20 milhões em negócios, com o mote “A Moda no Centro”. 

O Minas Trend reuniu os segmentos de vestuários, jóias, bolsas, calçados e bijuterias ao longo dos três dias de evento. Apresentou, ainda, nos largos corredores do Minascentro, o melhor da produção local com a moda global, celebrando 15 anos de empreendimento. E para o público final mostrou como funciona a indústria criativa a partir de palestras, lives e workshops. Fechando com chave de ouro mais uma edição bem sucedida. 

Pré-venda começou em 11 de outubro e se termina neste dia 10 de novembro

Por Keven Souza

Termina nesta quinta-feira (10) a pré-venda do livro de poemas, “O que eu tinha de mais bonito”, da estudante de Publicidade e Propaganda da Una e mineira de Belo Horizonte, Larissa Medeiros. Amantes de poema poderão adquirir antecipadamente a versão física da obra que apresenta temas como amor, perda, sexo e cura, e retrata sentimentos que envolvem as grandes paixões. O livro está disponível na Editora Letramento e você pode adquirir o seu no link. 

Com 84 páginas, o livro, que é a estreia literária de Larissa, é recheado de emoções, encantamentos, dores e erotismo em forma de diferentes poemas. É o que explica a mais nova autora. “Se você já se apaixonou, já viu alguém ir embora da sua vida ou se sentiu completamente só dentro de si, eu garanto que você deveria dar uma chance para o que meus poemas têm a compartilhar com você”, diz. 

Em conversa com nossa equipe do Contramão, ela conta como foi a construção da obra. “É uma coletânea de textos que escrevi ao longo de vários anos, eles são sobre diferentes fases e sentimentos. Nunca tinha pensado nos meus poemas como um livro, mas quando reuni o que

Larissa Medeiros, publicitária e agora escritora. ( Arquivo Pessoal )

eu tinha de mais bonito para enviar para a editora, vi que eles tinham temas em comum e que conversavam entre si”, pontua. Medeiros comenta, ainda, que está realizada com seu recente trabalho. Poder dizer que sou autora, que este agora também é meu trabalho, é sem dúvida a minha maior realização”, conclui. 

A expectativa começar o envio das versões físicas após o encerramento da pré-venda e para o “O que eu tinha de mais bonito” cair no gosto popular é a melhor possível, de acordo com Larissa. O que mais quero viver é essa troca, esse momento de sentar e conversar sobre os trechos preferidos dos leitores, de compartilhar ideias, sentimentos e dividir o peso de já ter passado por aquilo. A minha expectativa é de que os leitores possam encontrar companhia e um pouquinho de si mesmos”, ressalta. 

Apoie novos escritores

Sinta-se imerso no universo literário! Compre, compartilhe e divulgue o mais novo trabalho de Larissa Medeiros.O livro está disponível na Editora Letramento e você pode adquirir seu no link.

Larissa Medeiros, publicitária e agora escritora. ( Arquivo Pessoal )

 

A partir de 11 de novembro será possível encontrar tanto a versão física, quanto a versão on-line – com início previsto para fevereiro –, por meio das principais livrarias e plataformas. Como Amazon, Kobo, Leitura, Travessa, Google Play, Ibooks, Livraria da Vila, entre outros.  

Por Keven Souza

No último sábado (29), aconteceu a premiação da 2° edição do Concurso de Interiores da Una Região Metropolitana e BH na Una Aimorés. Foram mais de 50 equipes inscritas, que envolveram um total de 100 alunos da instituição. O evento foi organizado pelo laboratório de arquitetura da Una Fábrica (NAU), com apoios dos professores, e contou com coffe break para os presentes logo após as premiações aos vencedores, onde marcaram presença coordenadores de cursos, educadores, empresas parceiras, além de convidados.  

O Concurso de Interiores da Una RMBH fomenta vivenciar a experiência de um projeto feito do zero, com todos os processos de um case real. É o que explica Ana Karolina Oliveira, líder do laboratório responsável pelo evento. “Desafios como esse, provocam nossos alunos positivamente e ajudam a complementar a formação e crescimento de cada um. Os problemas reais de uma planta com restrições construtivas, fachada preservada e claro, o tamanho de residências tangíveis, tornam a experiência ainda mais enriquecedora. Além disso, o briefing primoroso proposto pelo cliente convidado, que trouxe consigo desafios que iam de um extremo ao outro, foi pensado para despertar a criatividade e aguçar a aplicação de técnica”, afirma. 

Novos desafios nesta edição

A proposta era atender um cliente solteiro com demanda de um projeto de interiores, ao qual possuía gostos inusitados e exigências desafiadoras. Raphael Paulino, economista, foi o cliente desta segunda edição. Ele conta que almejava um projeto de interiores fora da curva, não bidimensional e muito diferente do comum. 

“Somos uma esfera com polos, nuances, curvas e gostos diferentes. Tentei trazer um pouco disso no briefing, pedia algo muito inusitado no quarto ao mesmo tempo queria uma área voltada para a espiritualidade. Aí eu que sou professor de Economia, que faz aula de canto, queria um quarto acústico onde pudesse praticar os ensaios. Em paralelo sou goiano e gosto de fazer churrasco, logo pedi um espaço externo para receber amigos em casa. Isso tudo foi um desafio para os meninos desenvolverem os projetos, mas em todos eles vi um pouco de mim. Foi gratificante receber projetos que extrapolaram a criatividade e o design de interiores. Espero poder aplicar um dia”, comenta Raphael. 

Embora o Concurso de Interiores seja uma competição, não há estímulo para rivalidade. A ideia principal é o aprendizado técnico e prático de conceitos absorvidos em sala de aula.  Bem como, a construção de portfólio e network para além dos muros acadêmicos. Dito isso, nesta segunda edição, três parceiros apoiaram o concurso: Loja Elétrica, Escola Desenhar e Escritório Aliás Arquitetura. O concurso também contou com uma banca de júri técnico que avaliou criteriosamente cada projeto de interiores. 

Para Thalita Mattos, professora da Una, que participou como jurada, os alunos conseguiram superar as expectativas não só do cliente, como também dos jurados técnicos. “A nossa preocupação sempre foi, de fato, de serem coisas além de lindas, nada executáveis. Nós, que temos um olhar técnico, queríamos projetos maravilhosos, porque sabemos o potencial deles. Mas gostaríamos de ter certeza que quem saísse premiado teria um projeto pronto para sair pra obra. E conseguimos isso!”, explica. 

De 50 inscrições a 5 finalistas 

Ashley Coimbra de Assis Lino e Daniela Cristina Felix Andrade foram as alunas de Arquitetura e Urbanismo que conseguiram emplacar os requisitos desejáveis para se colocarem em primeiro lugar na disputa. Com o projeto Liberté, levaram para casa dois tabletes, duas luminárias da Loja Elétrica, curso de iluminação do Escritório Aliás Arquitetura e 100% de bolsa em qualquer curso da Escola Desenhar, além de certificado de participação e mimos da Una. 

Segundo Dani, esse tipo de iniciativa é de suma importância na sua vivência acadêmica enquanto estudante. “O concurso de interiores na Una, abre muitas possibilidades, uma delas, são as experiências adquiridas durante o andamento do projeto. As pesquisas e as inspirações são fundamentais para propor o layout de acordo com o briefing do cliente. Fora os desafios encontrados durante o percurso, ao qual aprimoramos as técnicas arquitetônicas, detalhamentos e demais áreas”, diz. Já Ashley, sua parceira, disse à equipe do Contramão, que o diferencial do seu projeto foi o detalhamento e soluções entregues no projeto. “Acredito que o principal diferencial foi a quantidade de pranchas de detalhamento que nós entregamos, além de termos seguido o briefing de forma muito fiel e criado soluções inovadoras”, pontua. 

Lado a lado a dupla, Renata Érika Nunes Figueiredo e Josiane Aparecida Ferreira formaram o segundo lugar na classificação, promovendo uma disputa acirrada na decisão. Elas contemplaram duas Alexas, o curso de iluminação do Escritório Aliás Arquitetura e 100% de bolsa em qualquer curso da Escola Desenhar. 

Já em terceiro lugar, ficaram João Victor Vidal Almeida e Daniella Balbino Praes Silva. Eles ganharam duas trenas a laser, como também o curso de iluminação do Escritório Aliás Arquitetura e 100% de bolsa em qualquer curso da Escola Desenhar. 

Fechando o pódio desta temporada, as menções honras foram dadas à Camila Oliveira Campos, Debora Rayane Arantes Barbosa, Lucas Martins Liz Lage e Sabrina Lopes Dias Faria. Ambos brilharam na disputa e receberam também o curso de iluminação do Escritório Aliás Arquitetura, além de 100% de bolsa em qualquer curso da Escola Desenhar.

Clique aqui e veja as fotos do projeto!

 

Divulgação: Filme Kevin
Divulgação: Filme Kevin

Produção cinematográfica chega aos grandes telões a partir desta quinta-feira

Por Keven Souza

No dia 03 de novembro, as salas de cinemas de todo o Brasil abrem as portas para receber a estreia do filme “Kevin”. Amantes do audiovisual nacional que residem em Belo Horizonte poderão assistir a pré-estreia do longa-metragem no Una Cine Belas Artes, que é um dos últimos cinemas de rua da cidade, através da compra de ingressos pelo site ou pela bilheteria do cinema. 

O documentário “Kevin” diz respeito à amizade, ao qual narra o reencontro da diretora com sua amiga ugandense, Kevin Adweko, abordando questões como sororidade, relações interraciais e a posição da mulher. Ele é produzido pela Bukaya Filmes, em coprodução com Anavilhana e Vaca Amarela Filmes, e com distribuição nacional da Embaúba Filmes. 

O filme é uma obra de arte dirigida e estrelada pela roteirista e diretora, Joana Oliveira, que trabalha na área audiovisual desde 1999 e possui curtas que já foram exibidos em vários festivais internacionais, como o Festival Internacional de Cine de Huesca (Espanha), e no Brasil em festivais como a Mostra de Cinema de Tiradentes. 

imagens do filme Kevin
Imagens de divulgação – Filme: Kevin

Hoje, o Contramão traz um bate-papo com Joana, que relembra como foi a construção do documentário, bem como sua carreira no cinema, e diz como está a expectativa para o lançamento nesta quinta-feira. Confira! 

 

Joana, como começou sua carreira no cinema? Você sempre soube que seria cineasta? 

Eu sempre gostei muito de assistir a filmes. Desde pequena adorava ir ao cinema ou à locadora de vídeo escolher os filmes para assistir no fim de semana. Era um barato levar as fitas VHS para casa! Mas, nunca tinha imaginado estudar cinema porque não havia cursos de graduação em Belo Horizonte. Fiz vestibular no final de 1995 e não havia Enem, ou seja, um vestibular unificado para todo o Brasil. Não pensava em sair da cidade. Porém, quando comecei a fazer Comunicação Social, vi que eu poderia ingressar no mundo do cinema e comecei a trabalhar em produções, que eram muito poucas, em Belo Horizonte. Trabalhei em um curta e um longa-metragem e decidi que era o que queria fazer da vida. 

Em 2002, fui estudar Direção de Cinema no curso regular da Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de Los Baños, Cuba, onde consegui uma bolsa da própria escola para uma parte do custo e outra do governo brasileiro para a outra parte.

Divulgação: Filme Kevin
Divulgação: Filme Kevin

Qual foi o momento em que passou a entender que havia um mercado audiovisual esperando seus filmes? 

Logo que fiz meu primeiro vídeo experimental na faculdade de Comunicação, entendi que havia muitas pessoas que assistiam a curtas-metragens. O vídeo foi selecionado para alguns festivais, inclusive o VideoBrasil que é um grande festival de arte digital e para a Mostra de Cinema de Tiradentes. Então, percebi que as pessoas tinham interesse na arte que eu estava começando a produzir. Foi um grande impulso para eu seguir em frente e ir estudar cinema.

 

Você imaginava ter produções cinematográficas notadas pelos grandes festivais nacionais e internacionais de cinema?  

Na verdade, o que queria era inventar histórias e produzi-las! Claro que eu queria que o maior número de pessoas assistisse, mas não imaginava que meu trabalho viajaria para tantos lugares! 

Divulgação: Kevin - Filme
Divulgação: Kevin – Filme

Falando agora do documentário, de onde ele nasce? 

O documentário nasce da minha vontade de rever a Kevin e ter um projeto em conjunto com ela. Sobretudo, a vontade era de celebrar a amizade! A minha amizade com ela, claro, mas também de colocar no centro de um filme a amizade entre mulheres que é um tema tão pouco retratado no cinema. Além disso, ele existe para celebrar a sororidade! “Kevin” é um filme feminista, antirracista e que promove o encontro.

 

Explique como foi gravar metade do filme em Uganda e outra parte em Belo Horizonte. Houve dificuldades de locomoção, língua ou cultura? 

O esforço de produção que houve é realmente incrível porque não tínhamos tanto dinheiro para viajar com equipe, para ficar tanto tempo na Uganda, etc. A Luana Melgaço, produtora do filme, é muito experiente e conseguiu muitos bons acordos de produção. E o filme existe também porque a Kevin se envolveu na produção, uma vez que ela nos recebeu maravilhosamente. Foi ela quem procurou um lugar para que toda a equipe ficasse, foi ela que nos apresentou tudo. Uma coisa é você receber sua amiga. Outra coisa é você receber uma equipe de filmagem que vem com ela – risos. Ela facilitou tudo. Mas realmente foi um desafio filmar em outro país! 

Entretanto, o filme é sobre minha amizade com a Kevin, então, por mais que estivéssemos na Uganda, não era um filme sobre a Uganda. Eu não conseguiria fazer um filme sobre um país que tinha acabado de chegar e não conhecia profundamente. Então, me concentrei na Kevin, que lidou com a equipe super bem. Ela é um talento natural e eu estava ali para e por ela. Filmamos de acordo com a agenda que ela estabeleceu e deu certo. 

 

Você e Kevin Adweko são as protagonistas do documentário. Como se deu essa amizade? Você sabia que seriam amigas? 

A Kevin diz que a gente se aproximou porque queríamos muito rir e nos divertir. A Alemanha, que foi onde nos conhecemos, é um país muito sério. Especificamente o lugar da Alemanha onde estávamos. Nos aproximamos de forma muito espontânea e divertida, conversando depois das aulas de alemão.

O que é legal é que não tinha a menor ideia se conseguiríamos ou não manter a amizade. Muitas relações se perdem no tempo. A internet em 1999 era ainda algo de acesso restrito. Nós nos escrevíamos cartas longas e e-mails extensos. Mas, houve muitos momentos que ficamos bastante tempo sem conversar. Em 2005, eu fiz um intercâmbio entre a minha escola de cinema em Cuba e a Alemanha. Esse momento de reencontro com a Kevin ao vivo depois de 6 anos foi muito emocionante. Acho que aí eu percebi que a amizade iria perdurar.

 

É a primeira vez que o filme “Kevin” estreia em salas de cinemas, qual sua expectativa para o lançamento? 

Kevin, na verdade, estreou na Mostra de Cinema de Tiradentes do ano passado. Também ganhou uma menção honrosa do júri do festival FEMINA deste ano. Mas, todas essas exibições foram feitas online. Agora, é a estreia do filme presencial no Brasil nos cinemas comerciais. Eu nunca tive um filme que entrou em cartaz nas salas de cinema e isso é muito emocionante! Na terça-feira, dia 01 de novembro, em Belo Horizonte, haverá uma pré-estreia em que Kevin estará presente. É muita emoção envolvida!

Para o público que irá assistir “Kevin” nesta quinta-feira, o que você diria? 

Kevin é um filme sobre o encontro. E, depois de tanto tempo em que estivemos separados das pessoas por causa da Covid-19, celebrar o encontro e a amizade é de extrema importância! 

Assista o trailer de “Kevin”

Sinopse – É a primeira vez que Joana, brasileira, visita Kevin, na Uganda (África). Elas se conheceram há 20 anos, quando estudaram juntas na Alemanha, e faz muito tempo que não se veem. A partir desse encontro, o filme tece a fina trama que é uma conversa entre duas amigas: as histórias do passado, os desejos, os caminhos trilhados, os diferentes modos de encarar os desdobramentos da vida. Disso ressurge um elo de amor e parceria que resiste à distância e ao tempo.

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Hoje, de 17 às 18h30, acontecerá o Encontro Participativo Global sobre clima e justiça ou Worldwide Teach-In. O evento é um projeto do Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade do Bard College, em Nova Iorque, EUA, em conjunto com os parceiros mundiais e da Open Society University Network.

Serão ministradas palestras gratuitas e haverá tempo para debate sobre as mudanças climáticas relacionadas a diferentes disciplinas, como biologia, agronomia e um pouco de política. O evento da UNA ocorrerá de maneira concomitante a vários eventos ao redor do mundo.

Serão 5 palestras curtas promovidas pela Una:

-Bruno Warlwy (professor da Una): Clima e desigualdade global

-Ariane de Andrade (professora da Una): Desastre em Mariana e o surto de febre amarela logo após

-Parthenis (Agrônoma convidada) Agricultura e mudanças climáticas

-Cláudia Costa (professora da Una): Mudanças climáticas: mais uma (Grande) Ameaça à biodiversidade

-Dany Amaral (Secretário de Mudanças Climáticas de Belo Horizonte): Atuação de profissionais da saúde: adaptação e mitigação a mudanças climáticas.

As inscrições devem ser realizadas no link.

Saiba mais aqui sobre os Encontros Participativos Globais e quais locais do mundo estão participando: https://gps.bard.edu/pt/world-wide-teach-in

 

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Por Keven Souza

Nos dias 08, 09 e 10 de abril, a Cidade Universitária Una receberá, no campus Aimorés, estudantes do ensino médio para participarem de mais uma edição do miniTEMAS. O projeto oferece simulações temáticas a partir da representação de comitês feitos por alunos, em debates que abordam assuntos de interesse público, como questões políticas, sociais e econômicas. O evento acontecerá de forma presencial e para participar o estudante deve ficar atento às redes sociais do projeto (@temasmg), bem como ao site para a inscrição. 

O miniTEMAS é um modelo de simulações ao nível secundarista feito para jovens do 9° ano do ensino fundamental, médio e vestibulandos, que nasceu dentro de outro evento, o TEMAS – Simulações Temáticas. O TEMAS se caracteriza como uma iniciativa de simulação negocial feita por e para estudantes do ensino superior, mantida por graduandos de diferentes instituições para além de Belo Horizonte. 

Criado em 2005, elege a cada ano uma temática central escolhida de forma alternada entre regiões geográficas e conceitos, promovendo debates em um ambiente simulado de uma organização internacional ou nacional. Hoje, somando 17 edições apresentadas, o TEMAS tem lugar de destaque no cenário nacional dos Modelos de Simulações. Integra o Modelo das Nações Unidas, reconhecido como referência para a área acadêmica do estado de Minas Gerais, tanto pela sua excelência de recriar situações hipoteticamente reais desde suas primeiras conferências, quanto por seu engajamento com os delegados dos demais estados a partir do extenso networking que possuem. 

Parceria com a CDU

Já o miniTEMAS, que é pensado para estudantes do ensino médio, teve sua estreia em 2013 e desde suas primeiras edições vem se superando a cada ano para proporcionar ávidas experiências para os jovens. Como um grande sucesso, emplaca mais de 7 edições realizadas, onde teve como premissa a promoção do pensamento crítico, o fomento da diplomacia e o estímulo do protagonismo jovem.  

Neste ano, a proposta não é diferente, o assunto do miniTEMAS 2022 será “Justiça”, como uma adaptação do último TEMAS para aproximar os adolescentes do ambiente diplomático por meio de competências comportamentais desenvolvidas nesta proposta de simulação. Tais como, a construção de diplomacia, argumentação, liderança, persuasão  e outras habilidades. 

Segundo Eduardo Lima Gonçalves da Fonseca, coordenador discente do TEMAS e estudante do sexto período de Direito da UFMG, esta 8ª edição pretende tratar a justiça a partir de uma interpretação crítica, expondo as diversas formas e visões sobre o justo. 

“A temática foi pensada como um catalisador de discussões sobre diversos âmbitos das relações internacionais, do direito e da comunicação, de forma que todos os comitês partam das seguintes indagações: ‘O que é justiça?’ e  ‘A quem e a quais propósitos ela serve?’. Explora ainda o conceito na abordagem da justiça ideal e a justiça real”, explica. 

Para ele, o miniTEMAS 2022 já é um evento aguardado. “Temos uma expectativa alta considerando tudo que já organizamos, esperamos que juntamente com a UNA e o resto de nossa equipe, possamos superar esses anseios e fazer um ótimo evento para todos”, diz.

Raphael Paulino (coordenador da Una), Gustavo Parreiras e Lucas Chelala (organizadores do TEMAS) na Una Aimorés

A ideia do miniTEMAS 2022 acontecer na Cidade Universitária Una se deu a partir de uma das discentes da instituição que, por conhecer a equipe de alunos gestores do projeto, contactou a coordenação responsável de cursos para tal parceria.

“De pronto, optamos por viabilizar a proposta, entendendo que será uma oportunidade significativa de desenvolver um evento robusto dentro de nosso campus”, diz o economista e coordenador da área de Gestão & Negócios, Raphael Paulino, sobre oportunizar a sinergia. 

De acordo com Raphael, agora com a proposta firmada, o time responsável pelo campus Aimorés está desde já se preparando de forma plena para sediar o evento e conectar os estudantes com a magia do universo acadêmico. “Começamos a nos preparar planejando, junto aos estudantes universitários do miniTEMAS, os melhores espaços e a dinâmica esperada de acordo com cada comitê que participa do evento. É parte de nosso propósito transformar por meio da educação e fazer com que nossos espaços físicos sejam ocupados de modo cada vez mais democrático”, explica.

Para ele, o ensino básico brasileiro tem tido um gap educacional que traz certa defasagem em competências essenciais para o mercado e as relações interpessoais, no entanto, com mais uma edição do miniTEMAS, é a oportunidade ideal para os jovens buscarem desenvolver competências a partir de uma experiência enriquecedora. 

“Como sabemos que ainda há um gap nos currículos acadêmicos acerca das soft skills, recomendo que todos possam participar e, desde já, programem-se para tal. Será uma oportunidade de os estudantes de ensino médio vivenciarem uma dinâmica de trabalho muito edificante”, ressalta Raphael. 

Una campus Aimorés 

Localizada no coração do bairro de Lourdes, na região centro-sul de Belo Horizonte, a unidade conta com auditório para eventos, laboratório de informática, laboratórios específicos para diversos cursos, núcleo de prática jurídica e área de convivência. Além do Casarão Afonso Pena Júnior, que é um destaque tombado como patrimônio histórico.

R. dos Aimorés, 1451 – Lourdes, Belo Horizonte/ MG

De segunda a sexta-feira, das 8h às 21h.

Telefone: (31) 3235-7300