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Poderão ser doados itens pets, como cobertores, roupas, colchões e outros, para animais em situação de rua 

Por Keven Souza

O Centro Universitário Una, por intermédio de seu curso de Medicina Veterinária, está lançando na próxima quinta-feira (26), a primeira edição da ‘Campanha do Agasalho Animal – Eles Também Sentem Frio’ em Belo Horizonte. O projeto iminente tem como objetivo atender às necessidades dos cães e gatos em situação de vulnerabilidade, principalmente no atual período do inverno.  

Belo Horizonte registrou ontem (19) temperatura mínima de 4,4ºC, a menor temperatura na cidade neste ano. O frio intenso, além de ser um incômodo para pessoas em situação de rua, também maltrata os animais. Dito isso, a campanha da Una se faz importante e necessária para o atual contexto da cidade.  “As temperaturas nos últimos dias têm caído de forma acelerada, trazendo um frio intenso para os animais de rua, onde os abrigos não existem e quando existem não atende a necessidade de mantê-los aquecidos. A queda da temperatura traz um quadro de hipotermia, podendo levar à morte desses animais”, declara a médica veterinária e professora da Una, Idelvânia dos Anjos Nonato. 

Serão arrecadados cobertores pets, caminhas, casinhas, roupas, tapetes, toalhas ou quaisquer itens,  tanto para cães quanto para gatos, que ajudem a espantar o frio dos pets. A doação será destinada aos animais de rua e ONGs que os acolhem, fazendo trabalho social deste viés. 

As doações poderão ser entregues na Una Campus Liberdade, durante todo o dia, enquanto durar a estação do inverno. Não fique de fora, participe e faça parte deste movimento que faz a diferença. 

 

Una Liberdade

Una Liberdade – Rua da Bahia, 1746 – Lourdes – Belo Horizonte

(31) 3235-7300

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Imagem retirada da fanpage do Graal- MG no Facebook

Por Kedria Garcia Evangelista

 

A Praça José Mendes Júnior, localizada em frente à Casa Fiat de Cultura, tornou-se palco de muitas brincadeiras para jovens-adultos. Live Action Role-Playing – LARP ou Jogo de Interpretação, é uma das formas que o público encontrou para jogar RPG (Role Playing Game) e vem ganhando espaço no mundo nerd. As atividades são realizadas normalmente aos domingos, em que jovens armados com espadas de espumas e algumas vezes caracterizados com vestimentas da Idade Média, se encontram para treinar e desenvolver habilidades, simulando batalhas.

O entretenimento é baseado na imaginação, o faz-de-conta domina a praça e os olhares já esquecidos da infância, voltam com a energia necessária para a brincadeira.

 

LARP

É uma sigla para Live Action Role Play. O Role Play é um termo em inglês que representa criar um papel, um personagem, e interpretá-lo dentro de um contexto, uma história. “É similar ao RPG (Role Playing Game), mas este é jogado normalmente em uma mesa, com dados, papel e caneta. O Live Action se joga ao vivo e em tempo real. Por esse aspecto, o LARP se aproxima da prática teatral”, explica Daniel Prado Cozensa, um dos organizadores do Graal – MG, grupo que é um dos responsáveis por promover e difundir o LARP em Belo Horizonte.

A prática vem ganhando vários admiradores por trazer a magia da criatividade. “Cada jogador entra em um personagem e começa a agir, falar e até pensar como ele. Assim como os livros, jogos e peças teatrais, existem vários tipos e gêneros de LARP, como aventura, comédia, terror, ação, drama, e variando entre temas, como um medieval fantástico, contemporâneo, futurista, até um mundo pós-apocalíptico. ”, completa Cozensa.

 

Início | Onde surgiu

Cristiano Guerra, um dos fundadores do Graal – MG, lembra como foi o início: “No Anime Festival de 2004, eu e mais cinco amigos conhecemos e ficamos maravilhados com o Graal – RJ, que estava se apresentando no dia. A galera do Rio de Janeiro tentou ficar por aqui, mas não deu muito certo, houve muito conflito de lideranças, então eles foram embora e deixaram duas espadas aqui com a gente e falaram ‘Boa Sorte’. Logo nos tornamos um grupo e assim foi a primeira era do Graal – MG, com oito organizadores. ” Ainda, de acordo com Guerra, a partir deste momento o grupo foi crescendo com amigos e amigos de amigos. Outra atividade que o grupo oferece é o Swordplay, que é uma prática esportiva de simulação de combate usando armas acolchoadas, e tratando-as como se realmente fosse de metal ou madeira. Os trajes são levados a sério, o que facilita ao jogador entrar no personagem.

Segundo a organização, qualquer pessoa pode participar das atividades propostas, para os menores de 15 anos é necessário ter um acompanhamento de um responsável. “O LARP de forma geral, ao redor do mundo, é uma comunidade bem acolhedora, tendo uma grande porcentagem de membros LGBT, e da comunidade Geek e Cosplayers, artistas marciais que também compõem grande parte da comunidade”, De forma geral, para participar de um LARP basta entrar em contato com quem estiver organizando e aparecer no dia. No Brasil os jogos de LARP são gratuitos, recebendo doações de membros, então não existe uma barreira financeira, fora o transporte “Mesmo assim pode ser que alguém more perto de você lhe dê uma carona.”, afirma André Vaz de Melo Raymundo Bacha, participante e um dos ex- organizadores.

 

A Praça

A Praça José Mendes Júnior, já apelidada de Praça do Graal, acolhe esse público há treze anos, foi escolhida por ser de fácil acesso, não ter uma circulação grande de pessoas e possuir capacidade de receber um número considerável de jogadores. “Ainda temos problemas, por exemplo, em épocas chuvosas, em que acabamos tendo que interromper as atividades. Mas é um local familiar, tanto para os membros antigos quanto as pessoas que frequentam a região da Savassi, Praça da Liberdade e do Parque Municipal. ” Explica Cosenza.

“No geral, escolhemos locais mais vazios para realizar nossas atividades. A maior parte das interações com o público enquanto estamos jogando não são um problema. As pessoas se divertem assistindo e várias são bem-educadas, mas alguns jogadores se sentem desconfortáveis atuando na frente de desconhecidos e alguns espectadores acabam atrapalhando a imersão e fluidez da cena. ” Alega Daniel, afirmando que os olhares já não o intimidam e com muito orgulho carrega pela a cidade seus aparatos como espadas, lanças, escudos, arcos, roupas de personagens e máscaras.

Imagem retirada da fanpage do Graal- MG no Facebook

 

Bacha, considera o LARP como uma peça de um quebra cabeça que ele sempre sentiu faltava na sociedade. “Algo tão necessário quanto a educação científica que recebemos na escola, sinto que é uma ajuda sobre o aprendizado emocional”, destaca. De acordo com o jovem, se feito corretamente o LARP é um excelente ambiente para testar nossas maiores ambições, como mudar o mundo ou a nós mesmos. “Eu recomendo àqueles que desejam participar, que façam um personagem, que exagere todos os seus defeitos e qualidades, uma persona. Ao colocar essa abstração dos seus medos e ambições a teste, frente às outras pessoas, você pode aprender muito sobre a sua própria personalidade e até onde você consegue concluir seus objetivos sendo limitado por seus defeitos, e se tornar uma pessoa melhor. Sem ter o risco de ser julgado por suas ações. No LARP temos o conceito: ‘o que acontece dentro do jogo fica dentro do jogo, o resto é aprendizado’. Então se você quiser fazer algo que sempre quis fazer e ver as repercussões disso em um ambiente controlado, esse é o lugar. ” Finaliza Bacha.

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Estação de reparo às bicicletas – Foto: Amanda Eduarda

Primeira estação de reparos à bicicletas é instalada em Belo Horizonte. O dispositivo, que está localizado na praça João Pessoa, conhecida por encontro de ciclistas, contém uma bomba de ar, que pode ser manuseada com os pés, chave universal, chave inglesa, saca corrente, sendo elas, ferramentas básicas para a manutenção de bicicletas. A estação foi instalada na semana passada, quarta-feira, 31, e está em fase de teste, mas a ideia é instalar nove dessas até o final do ano. 

Uma realização Bh em Ciclo, com parceria do banco Itau, a estação é para auxiliar ciclistas que passam ao local e precisam de algum reparo imediato. “Essas estações são mais um passo na direção de valorizar e incentivar quem se desloca pela cidade de bicicleta. Elas vão ajudar muitos ciclistas que às vezes passam por emergências mecânicas”, explica Edward Campos, integrante do BH em Ciclo.

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Ciclofaixa Av. João Pinheiro – Foto: Amanda Eduarda

Bh, que até 2015, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrava 1,2 milhões de veículos particulares, sem contar com os caminhões, ônibus e outros tipos de veículos, possuí uma carência enorme em faixas para ciclista, de acordo com o site da Mountain Bike, apenas a Av João Pinheiro tem ciclofaixa, e os trechos que possuem ciclovias, não são ligados, onde as pessoas acabam tendo que se deslocar em meios aos carros.

 

Mesmo com toda a dificuldade, segundo o Mobilize, o número de ciclista pela a cidade cresceu 480% em seis anos e uma das influências foi a instalação das estações de bicicletas espalhados pela capital mineira, a Bike Bh, que também tem o apoio do banco Itau. 

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Trânsito local – Foto: Amanda Eduarda


Dia 22 de setembro, é comemorado o “Dia Mundial Sem Carro”, uma ideia que começou na Europa, vem tomando mais visualizações a cada ano que passa. O dia é para a conscientização dos danos que um veículo causa no meio ambiente e até mesmo para saúde, pois o estresse que o trânsito causa, pode se tornar gravíssimo com o passar dos anos. Então fique atento a data e vá a pé, bike e/ou ônibus e sempre que tiver uma oportunidade, deixe o carro na garagem.

Texto: Amanda Eduarda

 

Filme Clarisse ou alguma coisa sobre nós dois encerra trilogia sobre a morte do diretor Petrus Cariry

O longa-metragem, Clarisse ou alguma coisa sobre nós dois, do diretor Petrus Cariry, conta a história e os dilemas de Clarisse para conseguir sua “libertação” após traumas vividos na infância que insistem em retornar durante a última visita feita a seu pai.

Com direção e fotografia de Petrus Cariry, a produção foi toda realizada no Ceará, “com uma equipe 90% cearense”, destaca a produtora e irmã do diretor, Bárbara Cariry.  O filme de suspense vem para encerrar a trilogia sobre a morte, produzida por Cariry.

Durante a exibição do filme, nesta quarta-feira (27), no Cine-Tenda na Mostra Transições, uma forte chuva despencou na cidade de Tiradentes, deixando a sala de projeção com um ar ainda mais apreensivo durante as cenas de suspense vividas pela personagem principal. “Algumas pessoas me perguntaram se as trovoadas faziam parte do filme ou eram da chuva. Não temos nenhum som de trovão no longa”, brinca o diretor. “Fui para a sala de projeção ajustar o som, já que o barulho da chuva e do vento estava mais alto. Foi interessante ver dali de cima a apreensão das pessoas”, conta.

Nesta quinta-feira (28), um bate papo entre publico e diretor foi mediado pelo curador e professor Pedro Maciel Guimarães, com a presença da crítica Guiomar Ramos.

Cariry possui uma longa conexão com a Mostra de Cinema de Tiradentes, já que seu primeiro filme da trilogia sobre a morte, “O Grão”, participou da Mostra Aurora há dez anos. O segundo filme da trilogia, foi gravado com orçamento de curta, e se chama “Mãe e Filha”.  O diretor, além de conversar sobre o filme e deixar uma interrogação sobre a história que ronda na sua produção, que pode ser interpretado das mais diversas formas, também apresentou ao publico um pouco do seu novo projeto previsto para ser lançado no segundo semestre de 2016. “O Barco será um filme menos sombrio, mas também fala sobre deslocamentos e sobre a luta para sair da ilha”, finaliza.

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O resultado das Mostras competitivas acontecerá no sábado dia (30) no Cine-Tenda e terá cobertura completa pelo Jornal Contramão em parceria com o Jornal Hoje em Dia.

Por Julia Guimarães e Gael Benítez
Foto capa: Divulgação do filme

Belo Horizonte comemora na próxima segunda-feira, 8 de dezembro, o feriado municipal da Imaculada Conceição, padroeira da capital. A abertura dos estabelecimentos comerciais da cidade será facultada, e o comércio poderá funcionar normalmente. Conforme publicação no site da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH).

Mercado:
De acordo com negociação Coletiva de Trabalho de 2014, assinada entre o Sindilojas-BH e as lojas de rua e shoppings, a abertura é uma opção para os logistas.

Funcionários que trabalharem no dia terão direito a hora-extra, folga e outros benefícios.
Segundo a Associação Mineira de Supermercados (AMIS), os supermercados da cidade irão funcionar normalmente. A abertura das lojas está prevista na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

Transporte: O transporte coletivo funcionará no quadro de horários de domingos e feriados.

Coleta de lixo: A limpeza urbana funcionará normalmente entre amanhã (sábado) e segunda-feira.

Lazer: O Mirante do Mangabeiras (Rua Pedro José Pardo, 1.000, Mangabeiras) funciona normalmente das 10h às 22h.

O Parque Municipal Américo Renné Giannetti (avenida Afonso Pena, 1.377, Centro), abre na segunda de 6h às 18hrs.

Texto: Victor Barboza

São homens, mulheres, crianças e idosos. A população em situação de rua aumentou em 52% segundo o censo realizado em 27 de novembro de 2013 e divulgado nesta sexta-feira, 25. Em 7 anos (data do último censo, realizado em 2006), passou de 1.200 para 1.827 pessoas vivendo em situação de rua. Na maioria dos casos, drogas, álcool, brigas familiares e desemprego são as causas para saírem de casa e viverem na rua.

A Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS) estabeleceu obrigação das administrações estaduais e municipais e federal de criarem programas sociais que permeasse à situação dos moradores de rua. A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) criou a Unidade de Acolhimento Institucional de pós-alta hospitalar para atendimento de pessoas em situação de rua. Ainda muito pouco tem para se falar do serviço, mas, de acordo com nota divulgada pelo Diário Oficial do Município (DOM), o serviço pretende acolher moradores em situação de rua pós-atendimento hospitalar e que, diagnosticado por médicos e assistentes sociais, não estejam aptos a retornar às ruas ou aos abrigos que recebem para pernoite.

Nos dois últimos anos, a imprensa bombardeou a sociedade com notícias alarmantes de política higienista por parte da PBH e por pessoas intolerantes. Agentes municipais e Polícia Militar (PM) têm passado pelas ruas e recolhido os pertences pessoais das pessoas em situação de rua.

É de grande importância a atuação dos albergues e Centro Nacional de Defesa dos Direitos Humanos da População em Situação de Rua e Catadores de Materiais Recicláveis (CNDDH) que abrigam as pessoas em situação de rua. Mas em conjunto com essa ação, é preciso que haja a reintegração dessas pessoas em atividades e que possam recolocar os indivíduos dentro do contexto social, como reabilitação contra as drogas, ofertas de emprego e oportunidades de estudo por exemplo.

Por: Lívia Tostes

Divulgação: Júlia Portuense