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Comunicação

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Una faz maratona de cursos de férias para estudantes e profissionais

Serão oferecidos minicursos e oficinas para o público interno e externo

*por Daniela Reis

O Cento Universitário Una promove entre os dias 27 e 31 de janeiro uma maratona de Cursos de Férias. O evento traz uma programação diversificada voltada para diferentes áreas de atuação da comunicação (jornalismo, publicidade e relações públicas) com temas atuais e profissionais reconhecidos no mercado.

As inscrições devem ser realizadas no Sympla e a programação você confere abaixo:

Como um publicitário pode ganhar dinheiro com Inbound Marketinng

Promessa é dívida – Como criar e entregar valor usando Design Thinking

Selfie-vídeo para sites, blogs e redes sociais (manhã)

Selfie-vídeo para sites, blogs e redes sociais (tarde)

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Por: Kedria Garcia
Atualizado 20/12/17 ás 12:49

“Não posso mais viver assim ao seu ladinho
Por isso colo meu ouvido no radinho de pilha
Pra te sintonizar sozinha, numa ilha.”
Titãs

Companheiro para as horas vagas, para limpar a casa, para a viagem, para cozinhar, para vibrar com o futebol, para mandar um beijo, para ouvir músicas e notícias, para entreter, consolar e principalmente acompanhar. O rádio entrou nas casas dos brasileiros nos anos de 1930 com a música popular, os programas de auditório, as radionovelas e continua afirmando sua presença até os dias atuais com humor e informação. Um gigante com quase 90 anos de história registrou de perto muitos conflitos da humanidade assim como o nascimento de novas tecnologias. Observou a televisão tomar o cantinho da sala e comandar os horários nobres, mas a frase “O novo supera o velho” já não assusta, pois, a reinvenção se tornou uma norma e o imaginário ainda é movido pelas ondas do rádio.

Elias Santos, de 47 anos, professor e radialista, afirma que o rádio tem suas características próprias descartando a ideia de substituição. “Quando a televisão surgiu, espalhou-se o boato que o rádio iria acabar. Eu acredito sempre naquilo em que trabalho dentro de sala de aula, o conceito em que o rádio, a TV, a internet são dispositivos. Um dispositivo não substitui o outro, mas um dispositivo modifica o outro.”, e completa dizendo que o rádio está em um processo de transformação devido ao contato com outras plataformas, como as redes sociais.

De acordo com uma pesquisa  realizada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, em 2015, o rádio era o segundo meio de comunicação mais utilizado pela população brasileira, perdendo apenas para a televisão. A pesquisa ainda ressalta que 63% dos ouvintes buscam por informação, diversão e entretenimento, sendo que 30% dos usuários ouvem diariamente, entre as 6h às 9h da manhã. As emissoras FMs são estimadas pelo público e as AMs fazem sucesso nas zonas rurais. Fernanda Oliveira Mendes, de 20 anos, não desgrudar do rádio. ” Ele é uma das minhas paixões, preciso sempre andar com um fone de ouvido em mãos para poder ouvir, no trabalho, no ônibus, em casa. Atualmente prefiro programas mais informativos como o Jornal da Manhã na Jovem Pan de São Paulo e Jornal Inconfidência na Rádio Inconfidência.”, relata a estagiária de Jornalismo.

 

“O rádio, por mais que seja um meio antigo, tende a se renovar de acordo com a sociedade.É verdade que o número de usuários diminuiu, mas ainda é uma área que vem se transformado. ”, comenta a estudante Fernanda Oliveira.

 

O radialista Elias, destaca que as ondas sonoras ainda é um meio eficiente e ágil. “O rádio atinge muitas pessoas, pelo fato que se consegue acompanhá-lo sem precisar interromper as tarefas diárias, então ele continua um meio muito eficaz. Isso não tem jeito, principalmente com um público de mais de 40 anos.”. A Pesquisa Brasileira de Mídia de 2015, revela que o uso do rádio é feito conjuntamente com outras atividades, como as domésticas e das refeições e ele apresenta 52% de confiança entre o público, tendo a A Voz do Brasil como o programa mais conhecido. Além de agir como um aglutinador social, ele serve como alimento para conversas corriqueiras.

Paulo Cesar Fernandes da Silva, de 57 anos, sintoniza diariamente seu amigo. “Escuto rádio desde menino, ou seja, ali pelos anos sessenta. Minha relação com o rádio é fraternal, ele é um excelente companheiro.”, afirma o microempresário.  Elias Santos ressalta que as mudanças na sociedade afetaram nas produções radialistas. “No início dos anos 90 tocava mais músicas, com o famoso jabá da indústria cultural, hoje não. Hoje temos um rádio que fala mais, seja piada, seja informação, seja jornalismo, o que se parece muito com o rádio dos anos de 1940 a 1950.”. 

Para ele, o cenário do rádio em Belo Horizonte é muito conservador “Temos uma rádio que é baseado em um modelo dos anos de ouro. Com aquele tipo de voz empostada, aqueles programas apresentados basicamente por homens, transmissões esportivas, jornalismo. No segmento adulto se tem um modelo em que toca sempre as mesmas músicas, não arrisca, não lança ninguém, trabalha em cima no que já é consolidado na indústria cultural”, desabafa o radialista que completa, “O rádio em BH é um rádio pouco ousado, mas apesar disso existem iniciativas interessantes como rádio UFMG Educativa, o momento que a rádio Inconfidência está passando, a rádio Autêntica a antiga Favela FM.”.

Pesquisa realizada em 2017, pela a Kantar IBOPE Media, mostrou que o brasileiro gasta cerca de 4h40min diariamente com a caixinha ligada. Sendo a Grande Belo Horizonte líder desse ranking, em que 95% dos belorizontinos afirmam ouvir rádio todos os dias. “Meu programa favorito se chama Casa Aberta, onde o lema é Cidadania, Cultura e Educação. Além dos programas O Samba Bate Outra Vez e a Turma do Bate Bola”, conclui Fernandes.

Podcast

“O mercado atual do rádio é o mesmo mercado da televisão e dos meios de
comunicação de massa, e ele está em crise. O rádio ele precisa se reconstruir e há
uma dificuldade muito grande para isso, uma vez que, as pessoas antigas não
saem do rádio e continuam trabalhando em cima de paradigmas antigos,
então é preciso que as pessoas novas ocupem esse espaço para que
possamos dinamiza-lo.”, declara o professor e radialista, Elias Santos.

A maior parte da audiência do rádio é composta por jovens entre 15 e 19 anos, revelam as pesquisas que incentivam a criação de outras plataformas como o podcast. O site Mundo Podcast traz a seguinte definição para esse termo: “É como um programa de rádio, porém sua diferença e vantagem primordial é o conteúdo sob demanda. Você pode ouvir o que quiser, na hora que bem entender. Basta acessar e clicar no play ou baixar o episódio.”. Os temas são variados além de ser considerada um meio mais democrático, pois qualquer usuário da internet consegue as instruções para produzir e divulgar seu conteúdo. A praticidade é o fator indispensável, o que chama a atenção e modifica a forma como se ouve e absorve as informações.

 

“-A Rádio Atividade leva até vocês
Mais um programa da séria série
“Dedique uma canção a quem você ama”
Eu tenho aqui em minhas mãos uma carta
Uma carta d’uma ouvinte que nos escreve
E assina com o singelo pseudônimo de
“Mariposa Apaixonada de Guadalupe”
Ela nos conta que no dia que seria
O dia do dia mais feliz de sua vida
Arlindo Orlando, seu noivo
Um caminhoneiro conhecido da pequena
E pacata cidade de Miracema do Norte
Fugiu, desapareceu, escafedeu-se
Oh! Arlindo Orlando, volte
Onde quer que você se encontre
Volte para o seio de sua amada
Ela espera ver aquele caminhão voltando
De faróis baixos e pára-choque duro
Agora uma canção canta pra mim
Eu não quero ver você triste assim.”
Blitz

Cada vez mais distraídas com seus gadgets, muitas vezes, as pessoas não notam no que está ao seu lado. O modo como as pessoas se desligam do mundo real chamou a atenção do fotógrafo inglês Babycakes Romero, que começou a registrar pela lente de sua câmera esse cotidiano.

Inspirado no trabalho do fotógrafo, o Jornal Contramão também realizou um ensaio fotográfico, mostrando a relação dos belo-horizontinos com seus smartphones.

Hoje, aquela boa ‘prosa’ que as pessoas não dispensavam em um café da manhã, pode estar sendo substituída pelas mensagens instantâneas. Com a popularização dos smartphones, os aplicativos e as redes sociais móveis se tornaram praticamente indispensáveis para a vida dos usuários e ofereceram as pessoas novos recursos de comunicação.

Com esses novos recursos, a conversa ‘olho no olho’ morreu?

Para o estudante de Publicidade e Propaganda, Leonardo Silva, de 19 anos. As pessoas estão menos dinamizadas. “Muitas conversas, até mesmo em família, são ignoradas por uma pessoa que se encontra online, mas ainda existe a conversa frente a frente”.

Já Valéria Alves, Babá, 21 anos, diz que a conversa ‘olho no olho’ morreu sim. “Está muito a desejar. As pessoas não conversam como antes. Tudo é celular! Celular e celular”, enfoca.

Em uma conversa face a face, Suzana Cohen, Publicitaria, mestre em Linguística e fundadora do Über Trends, diz que as pessoas passam muito tempo “vidradas” na tela do celular, porque o mesmo se tornou um dispositivo que converge diversas tecnologias em um único ambiente. “A todo momento e a todo instante você é convidado a tirar o celular do bolso para executar alguma ação, e pode ser que você pegue o celular várias vezes ao dia e cada vez que você pegou ele foi com um objetivo diferente”, contextualiza Cohen.

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Texto: Victor Barboza

Fotos: Yuran Khan

 

Entre os dias 10 e 12 de abril, Belo Horizonte recebe o 2º Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação (ENDC). O encontro faz parte do calendário de eventos da Semana Estadual pela Liberdade de Expressão, pela Democratização dos Meios de Comunicação e pelo Direito à Informação, instituída pela Lei Estadual 20.818/13.

Com a presença de militantes de movimentos sociais, sindicais, estudantes, ativistas e cidadãos interessados no direito à comunicação, o evento abordará temas como politica de comunicação no Brasil, a urgência de um novo marco regulatório das comunicações e a necessidade de fortalecimento dos meios de comunicação do campo público, incluindo as emissoras comunitárias.

A abertura do evento aconteceu na tarde desta sexta-feira, na Praça da Liberdade com o Ato pelo Direito à Comunicação se estende até às 22 hrs, com atrações artísticas e musicais. Grupos como Trupe Sonora, Mambembe, Meninas de Sinhá, Caribe Brasilis e DJ Anônimo estão confirmados.

O diretor de programação da rádio comunitária Brasil FM, Elder Pacheco, 57, afirma que ele quer reivindicar o direito à liberdade de expressão, a regulamentação da mídia e principalmente, espaço para as mídias independentes.

No sábado o Instituto Metodista Izabela Hendrix (Campus Praça da Liberdade), recebe a partir das 9h suas primeiras discussões. O primeiro tema será O cenário Internacional e os desafios do Brasil para enfrentar a regulação democrática da mídia e garantir o direito à comunicação.

Os convidados da mesa são o ministro de Estado das Comunicações Ricardo Berzoini, Toby Mendel (Canadá) consultor da Unesco e diretor-executivo do Centro de Direitos e Democracia, Martín Becerra (Argentina) professor e pesquisador da Universidade de Buenos Aires e Universidade Nacional de Quilmes, João Bosco Araújo Fontes Junior  procurador regional da República e membro do grupo de trabalho Comunicação Social da Procuradoria Federal e Rosane Bertotti  coordenadora-geral do FNDC.

Além das discussões, o evento promove oficinas como a de Análise Crítica da Mídia, que ocorrerá no domingo, 12, às 9h, que convida os participantes a um Exercício de leitura crítica de vídeos, matérias da imprensa na internet, jornais e outras publicações.

A coordenadora do comitê da organização do FNDC, Lidyane Ponciano, afirma que o intuito do evento é discutir os meios de regulamentação da mídia e mostrar para o novo governo que é sim, necessário, uma regulamentação da mídia nos dias de hoje.


Texto: Felipe Chagas e Luna Pontone

Fotos: Felipe Chagas/ Divulgação

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Fórum sobre comunicação integrada reúne hoje, a partir das 19h, no auditório do Teatro ICBEU, profissionais das áreas de relações públicas, publicidade e jornalismo. Entre os palestrantes estão Marco Piquini, da Três Meia Zero Comunicação Integrada, Eliza Alves, da comunicação interna da Fiat, Laura Lima, da TV Alterosa, e Marco Zerlotini, responsável pela comunicação do Banco Mercantil do Brasil.

Apresentar as possibilidades disponíveis no mercado da comunicação é um dos objetivos do evento, realizado por alunos dos 3º e 4º períodos de Relações Públicas da UNA, sob a orientação da professora Daniela Viegas. O estudante Higor Brito explica que o Fórum integra um dos Trabalhos Interdisciplinares (TIDIR) do curso. “A proposta do TIDIR desse semestre era fazer um evento e nós optamos por fazer algo voltado para a área de comunicação. A ideia do Fórum surgiu como opção a uma simples palestra”, sinaliza.

O encontro promove uma mesa redonda em que os convidados discutirão a importância da comunicação no mercado de trabalho e pretende atingir a geração de profissionais que está se formando. Segundo Brito, o público alvo é, em um primeiro momento, os alunos do Instituto de Comunicação e Artes (ICA) da UNA.

Mas também há atrações para interessados em ingressar na universidade. Uma Mostra de Profissões, voltada para o público externo, com estandes das três carreiras representadas no Fórum integra a programação. “Divulgamos o evento em escolas, para as turmas do ensino médio, procurando mobilizar principalmente os alunos do 3º ano a participar, para contribuir de alguma forma na escolha profissional dessas pessoas”, esclarece Higor Brito.

Além da mostra, produções internas dos alunos do Centro Universitário serão apresentadas em um espaço audiovisual interativo. Durante as inscrições, alimentos foram arrecadados e serão doados para os atingidos pelas chuvas de final de ano.

Por: Fernanda Fonseca

Foto: Fernanda Fonseca

 Está aberta a temporada de conhecimento no Centro Universitário UNA. O Vitrine 2012/02, que reune os trabalhos acadêmicos de TIDIR (Trabalho Interdisciplinar Dirigido) dos alunos, além de promover palestras com profissionais renomados, na última segunda-feira, 26, foi aberto com a palestra  “Criação: Comunicação e estratégias de criatividade, chamou a atenção dos alunos de Publicidade e Propaganda e Relações Públicas”.

 A palestra teve como objetivo mostrar para os futuros profissionais a importância da comunicação e da criatividade. Os palestrantes Guilherme Guerra, Dan Zecchinelli e Gustavo Greco passaram um pouco de suas experiências e bagagens profissionais para os alunos. “Quando eu recebo esse tipo de convite e sempre muito prazeroso poder compartilhar um pouco da minha experiência. Esses encontros são bons pra mim também porque a gente sempre saí aprendendo alguma coisa”, conta o diretor da Greco Design, Gustavo Greco.

 Em tempos onde a informação é rápida e de fácil acesso a todos essa velocidade pode não ser tão necessária na hora de se planejar algum plano estratégico de marketing ou uma campanha publicitária. “Sempre haverá conflitos de geração eu sou da geração x e vou viver com a geração y, Essa geração é muito imediatista, isso é um problema, quando você trabalha em uma empresa com essa geração você tem que mostra pra ela que existe um tempo que precisa ser respeitado na hora de executar trabalhos”, declara o diretor executivo do Grupo Minas Marcas, Guilherme Guerra.

As pessoas estão com um certo vicio de fazer sempre as mesmas coisas porque elas acham que vai dar certo, mas na realidade tem grande chances de dar errado, “ A criatividade que faz com que a sua estratégia de marketing possa dar der certo. Ela é essencial”, afirma o diretor de criação da agência Filadélfia, Dan Zecchinelli.

Os palestrantes além de passarem suas vivências aos futuros profissionais, serviram de inspiração para os alunos, “O mais interessante na palestra foi sobre a publicidade aqui em Minas Gerais, e que não devemos desistir dos nossos objetivos e que a gente como profissional podemos crescer na área que vamos atuar, ele mostrou isso é possível através da história dele foi uma inspiração”, o estudante do 2º de Publicidade Diobert Souza.

Público da palestra

Por: Ana Carolina Nazareno

Foto: Ana Carolina Vitorino