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Por Bianca Morais 

Todos os anos milhares de jovens ao redor do Brasil se formam no Ensino Médio e a partir dali começam a traçar seu futuro, é hora de escolher em que área querem ingressar, qual curso, e claro, qual faculdade.

O Centro Universitário Una sempre buscou conexões e parcerias com escolas para que os estudantes desde cedo tivessem um direcionamento de como a instituição tem várias oportunidades para eles. 

Pensando nisso, a Una Sete Lagoas, através do trabalho realizado por Daniel Vicente, Consultor Comercial Escolas da unidade, criou o projeto Una Escola, uma rede de colaboração de colégios do Ensino Médio da região, com o intuito de fazer uma sinergia entre as instituições, para as apoiar em seus projetos pedagógicos e aproximar a Una desses alunos, criando possibilidades para o acesso dele no futuro ao Ensino Superior.

O projeto começou no dia 25 de outubro deste ano, para a seleção das escolas foi feito um convite para um encontro chamado de “Café com o Diretor”, no intuito de saber de suas demandas para e ajudá-los em soluções mais rápidas, como Aulão Enem, que prepara para redação os alunos formandos no ano de realização do exame. No café participaram 17 Diretores de escolas e no aulão 25 estudantes.

Este projeto representa um grande marco para a Una Sete Lagoas, pois aproxima a faculdade dos egressos do Ensino Médio e encurta o acesso ao sonho do curso superior.

“Criar acesso à faculdade para aqueles alunos que não vislumbravam a oportunidade de estar em um curso superior por questões sociais, falta de oportunidade ou por questões de acessibilidade, desconhecimento das formas de entrada e políticas de financiamento do ensino privado”, diz Marco Túlio, gerente da unidade.

Inicialmente, o projeto não teve participação dos estudantes da Una, no entanto, em breve terá a inserção deles através de atendimentos gratuitos à comunidade escolar do ensino médio como: nutrição, fisioterapia, psicologia, odontologia, e no núcleo de práticas jurídicas para apoiar as escolas nas soluções jurídicas amigáveis.

“Os alunos estão engajados a participarem das ações propostas pela Faculdade além de estarem motivados com a possibilidade de cursar um curso superior em uma faculdade com a qualidade da Una”, explica o gerente.

Com um retorno positivo e diretores animados, o projeto promete continuar em 2022 com novo formato, encontros mensais, rede de colaboração das ações que cada escola faz para que possam conhecer um pouco da outra criando possibilidade de contribuição.

Mais uma vez, o Centro Universitário Una, revolucionando e transformando o país através da educação, ajudando os estudantes a conhecer e vivenciar o contexto universitário para ingressar no curso superior.

“Apoiar as escolas de ensino médio de Sete Lagoas e região em uma rede de colaboração para que estejam em harmonia e constante crescimento, utilizando a faculdade como parte da inovação do seu processo pedagógico é essencial”, conclui Marco Tulio.

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Foto Reprodução Internet

Na última quinta-feira, 1, foi apresentado no Senado Federal projeto de lei que, prevê que as fraudes, colas, cometidas durante a realização de provas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), assim como em concursos públicos passem a ser crime tipificado no código penal. Ainda em tramitação, a mudança pode levar o autor do delito a encarceramento pelo período de dois a seis anos e pagamento de multa.

De autoria do Senador Wilder Morais, do Partido Progressista de Goiás, o texto inclui novo parágrafo no artigo 311-A, do Código Penal, em que se constituí crime repassar ou receber, por qualquer meio, informações que possam ser utilizadas nos exames, avaliações ou processos seletivos. A punição será aplicada àqueles que, comprovadamente, por meios tradicionais ou eletrônicos colarem na realização de processos seletivos.

“O art. 311-A não abarca, por exemplo, a conduta daquele candidato que, por qualquer meio, repassa ou recebe informações, geralmente enviadas ou provindas de outros candidatos que estão realizando a prova no mesmo momento, que possam ser utilizadas nas provas ou exames seletivos. É o caso do especialista que se inscreve no certame apenas para, durante a elaboração das provas, repassar as respostas por diversos meios a outros candidatos interessados na aprovação”, explica Morais.

Desta forma aqueles que se beneficiam dos vazamentos de informações relacionadas as provas, com a compra de gabaritos, como no caso dos estudantes que pagaram 180 mil pelas respostas da prova (Aqui) também serão punidos. Uma forma de complementar o Código Penal, já que o mesmo, possui a lei 12.500/11 que já enquadra como crime a quebra de sigilo das provas por aqueles que são os responsáveis pelo vazamento de informações aos candidatos.

Por Ana Paula Tinoco

Fonte: Estado de Minas

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Mais que um tema de redação

Em 2015, o Exame Nacional do Ensino Médio – o Enem trouxe como tema da redação “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira” e como era de se esperar houve grande mobilização e polêmica em torno do assunto. Dividindo opiniões e trazendo a discursão para dentro das casas, salas de aulas e rodas de amigos o tema continuou a nos alertar e nos surpreender para a realidade vivida por uma parcela feminina que compõe nossa sociedade.

Um assunto de importância pública deu voz às mulheres que por muitas vezes são silenciadas pelo medo, vergonha ou a sombra de sofrer mais violência ao tornar sua condição de opressão pública. E por meio dessa iniciativa, admirável, do governo muitas delas expuseram seus opressores e deram voz por meio de algumas linhas o seu sofrimento.

Diante dessa realidade o Ministério da Educação (MEC) pretende continuar com o assunto divulgando os meios de atendimento e proteção à mulher. O que é louvável, já que, uma vez que o pontapé inicial à conscientização foi dado e nos cabe agora dizer ao opressor que aquela a quem ele oprime não está sozinha e que ao lado dela está a lei e o repúdio da sociedade.

E mesmo com a aprovação da Lei Maria da Pena, em 07 de Agosto de 2006, a violência não acabou ou diminuiu, somente entre os anos de 2009 e 2011, 17 mil mulheres foram mortas vítimas de agressões segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Estatísticas quando bem fundamentadas não mentem e os números no caso de violência contra a mulher no Brasil são alarmantes.

Por Ana Paula Tinoco
Imagem Divulgação/ Internet

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