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Nascido no município de Prados, há 127, 27 km de Belo Horizonte, o músico, Marcelo Dias Muniz desde a juventude já se interessava pela música. Começou tocando violão para os amigos, entrou para a Escola Pública de Música da cidade e deu o primeiro passo para a sua formação na Escola Líra Ceciliana, também no município.foto marcelo dias

Em 2005 passou pelo Conservatório Padre José Maria Xavier em São João Del Rei onde se especializou em performance, teoria, harmonia e técnica de saxofone. Foi para Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) e concluiu seus estudos em música em 2010. Hoje, performer, compositor, arranjador, produtor cultural e educador, Dias mora na Capital mineira e dedica-se ao trabalho na banda mineira “Cromossomo Africano”, além de cantar, ele toca sax, flauta e transversal na banda que é inspirada nas vertentes da música negra com a mistura do soul music mundial e dos ritmos regionais brasileiros.

A banda formada por A banda, formada por Michelle Oliveira (vocal), Ricardo Cunha (guitarra e voz), Leonardo Brasilino (trombone e voz), Alexandre Arnoni (bateria), Glaucio de Deus (contrabaixo) e Flávio Machado (toca-discos), é destaque em eventos da capital.

Durante o bate papo com o Jornal Contramão, Marcelo relatou as questões voltadas para a formação de músico, os incentivo a produção e todo o universo que envolve harmonia e dedicação.  

Diferentes dos músicos anteriormente entrevistados, Rogério Moreira e Flávio Perez, Marcelo conta que nunca sofreu preconceito por ter escolhido ser músico e ressalta que há sim investimento cultural para o setor.

“Não chega de forma homogênea nas regiões periféricas, no interior do Estado, ou nas manifestações culturais menos populares. A arte é vista pelo investimento público como uma forma de popularizar a administração aos olhos de parcerias com grandes empresas.”, explica.

Dias tem uma visão otimista sobre o mercado de trabalho, segundo ele, o músico é um profissional muito criativo. “Hoje com o crescimento do conceito da economia criativa, a versatilidade do artista é um mundo de portas abertas.” ressalta.

Músico X Empresários

Existe uma diferença entre a função do músico e de um empresário, quando o assunto é investimento na carreira. “Montar um estúdio com a intenção de tornar uma grande gravadora é função do empresário e não necessariamente do músico, mas é possível montar home studio, que é relativamente fácil, barato e não requer atenção integral”, explica Dias que completa, “A música e a arte são um fator iminente na vida das pessoas, ainda que elas diretamente não paguem para apreciar alguma arte, indiretamente precisam ser cercadas de manifestações artísticas. E estar presente, ser visto é uma forma sustentável de vida artística quando bem planejada com organização e metas”.

Conheça mais o trabalho do músico e de sua banda, dê o play e curta uma das músicas de Cromossomo Africano:

Reportagem: Gabriella Germana.
Fotografia: Marco Aurélio Prates.

 

O Palácio das artes recebe a apresentação Jingle Jazz 2012, trabalho do grupo Happy Feet Jazz Band. O Show faz uma releitura de canções natalinas de grandes compositores como Bing Crosby, Frank Sinatra, Ella Fitzgerald e Nat King Cole. A nova roupagem dada a essas músicas explora o improviso característico do Jazz, mostrando toda a versatilidade sobre as tradicionais músicas desse período do ano.

A banda é constituída por Chon Tai (voz), Marcelo Costa (trompete), Bo Hilbert (bateria), Yan Vasconcellos (contrabaixo) e Fred Natalino (arranjos) e a proposta é  criar um novo hábito no público belo-horizontino. “Nossa intenção é trazer para o público uma tradição que já é comum nos Estados Unidos.”, comenta o trompetista Marcelo Costa, ao se referir às produções natalinas norte americanas, onde artistas gravam CDs específicos para essa época do ano.

De acordo com Costa, a apresentação que acontece pela terceira vez e nos anos anteriores o público que assistiu ao show variou entre crianças e adultos. A primeira apresentação foi realizada no Espaço OI Futura e pela segunda vez será realizado no Palácio das Artes.

Por Ana Carolina Vitorino e Hemerson Morais

Foto Divulgação

Serviço

Jingle Jazz 2012
Data: 15/12/2012 às 20h30
Local: Grande Teatro do Palácio das Artes
Classificação: Livre
Preço: Plateias I, II e Superior:  50,00 (inteira); R$25,00 (meia)
Informações para o público:  (31) 3236 74 00

Os ingressos podem ser comprados também pela internet no site

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Uma multidão tomou conta da Praça da Liberdade para assistir às apresentações da primeira edição do BH Jazz festival. O evento foi totalmente gratuito e contou com a participação de artistas renomados internacionalmente, como Victor Brooks, Julie Mcknight, Glen David Andrews, Túlio Mourão e Léo Gandelman e curadoria de Edgard Radesca (diretor da casa de jazz paulista Bourbon Street, responsável por importantes festivais no circuito Rio e São Paulo) e Túlio Mourão. Essa edição, que contou com seis atrações além de DJs e Vjs, foi realizada com recursos da lei de incentivo à cultura e com apoio de vários colaboradores.

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Lúcio de Oliveira

Nossa equipe acompanhou algumas atrações e conversou com o criador do evento que deixou a Praça da Liberdade com certo glamour no fim de tarde regado a jazz, Lúcio de Oliveira. “Minas Gerais têm gosto pela música, podemos perceber isso pela receptividade dos shows. Belo Horizonte amadureceu e criou segmentos de platéia que apreciam jazz e a prova disso é a multidão que está acompanhando aqui hoje” diz Oliveira, que também é diretor da empresa ARTBHZ organizadora de eventos culturais diversos.

O criador dessa primeira edição já a considera um sucesso e conta os planos para a edição do ano que vem: “Nossa intenção é promover a 2ª edição do festival, abarcando simultaneamente, os vários espaços disponíveis do circuito cultural e realizar uma grande festa nesse centro cultural de Belo Horizonte”.

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Por: Danielle Pinheiro e Débora Gomes

Fotos: Débora Gomes

Repórteres: Danielle Pinheiro e Nélio Souto