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Malu Saraiva e o dia da pizza
Malu Saraiva e o dia da pizza

Por Keven Souza

Hoje, 10 de julho, é celebrado o Dia Mundial da Pizza. O prato é um dos ‘queridinhos’ do brasileiro, presente desde as reuniões formais até as mais casuais, e vem conquistando o paladar das pessoas pela sua variedade de opções, seja vegetariana, doce ou salgada. 

Para celebrar essa paixão mundial pela pizza, o Contramão traz agora uma receita tradicional e caseira, de fácil preparação, deste prato que é amado de norte a sul do Brasil. A receita é da publicitária Malu Saraiva. Confira!

Receita pizza caseira

Rendimento: 2 pizzas grandes (8 pedaços) 

Tempo de preparo: 3h (30 minutos de preparo + 2h tempo de descanso da massa + 20 minutos de forno) 

Ingredientes:

     

400g de farinha de trigo

30g de azeite 

180ml de água

1 ovo

12g de açúcar

12g de sal

4g de fermento biológico seco

                                  

Modo de preparo:       

Acesse o Instagram do Contramão para acompanhar o processo de passo a passo e o resultado do prato.       

1 Junte todos os ingredientes em uma vasilha, misture tudo até virar uma massa homogênea. 

2 Transfira para a bancada e comece a sovar a massa por aproximadamente 10 min, até a massa não grudar mais, e deixe descansar por 1h. 

3 Passado o tempo de descanso, comece a sovar novamente a massa por mais 10 min, divida em 2 bolinhas iguais e deixe descansar por mais 1h. 

4 Depois que a massa descansar coloque farinha na bancada (pode ser farinha de trigo, sêmola ou fubá) faça um disco com a massa usando as mãos, e comece a abrir a massa com o rolo (nessa hora jogue um pouco de farinha em cima da massa também), sempre deixando a massa redondinha e mais fininha. 

5 Para fazer a borda recheada basta circular a massa com o catupiry deixando sempre um pedaço de massa sobrando para conseguir fechar a borda. 

6 Para assar em forno doméstico é recomendado pré assar a massa por 10 min a 230º graus. 

7 Depois é só começar a rechear com tudo que você mais gostar e colocar no forno por mais 10 minutos a 230º graus.

Agora é saborear essa delícia de pizza. 

Por Keven Souza

Hoje (2), o telejornalismo amanheceu abatido. Como se fosse uma grande partida de futebol, a TV brasileira jogou contra o ciclo da vida. E nessa partida, não muito feliz para os torcedores (ou telespectadores), foi o time que não conseguiu mudar o placar antes do último apito soar. 

A atacante da TV, Glória Maria, saiu do campo sem previsão de retornar. Sem um adeus com acréscimo, prorrogação e nova partida. Somente memória do que foi a brilhante ‘camisa 10’ da seleção do telejornalismo brasileiro. 

Pioneira 

Glória nasceu no Rio de Janeiro. Mulher preta movida pela curiosidade, pelo talento e inteligência. Cursou Jornalismo pela PUC-Rio onde alavancou sua carreira, dando show de pioneirismo dentro da profissão até há poucos anos. E se tornou referência para quem um dia sonhou estar na TV. 

Na TV, sorriu, chorou e entrou ao vivo em momentos históricos do nosso país. E, claro, como pioneira, foi a primeira a entrar simultaneamente e em cores no Jornal Nacional em 1977. Um feito

Glória Maria (Foto: Reprodução)

importantíssimo para época, uma vez que era uma mulher preta jornalista aparecendo em rede nacional. 

Reportagens internacionais  

Não só de ao vivo Glória Maria trabalhou. A jornalista viajou por mais de 100 países, passando pela Europa, África e parte do Oriente, quando mostrou um mundo novo ao telespectador brasileiro. Acumulando cerca de 15 passaportes carimbados. 

A jornalista cobriu ainda a guerra das Malvinas (1982), a invasão da embaixada brasileira do Peru por um grupo terrorista (1996), os Jogos Olímpicos de Atlanta (1996) e a Copa do Mundo na França (1998). 

Um agradecimento do telejornalismo

Com tantos feitos, garra e fibra, o jornalismo agradece a Glória Maria. É um adeus com gosto de obrigado por fazer da sua paixão, grandes reportagens e matérias culturais que certamente chegaram a muitos lugares no Brasil. 

Não haverá outra Glória Maria. Isso é fato… O seu legado permanecerá, como também a exemplificação perfeita do que acontece quando se une profissionalismo e paixão em uma única sintonia: o amor de milhares de fãs que todos os dias irão fazer da sua última partida em campo, um eterno e brilhante jogo. 

Gustavo Gómez ergue a taça de campeão César Greco / Palmeiras

Por Ney Felipe

Como todos já sabem, lá se foi mais uma rodada do mineiro. O Universidade da Bola traz tudo o que aconteceu, com opinião e muito mais. Perdeu algum detalhe? Vem com a gente neste resumão.

Sábado de sol…

No sábado, às 10h30, o Cruzeiro entrou em campo. Cheio de novidades, como patrocínio master, uniforme e a “treta” com a Minas Arena.

A partida que tinha tudo para ter o clima festivo. O clube apresentou o seu novo manto para o ano de 2023. A camisa em tom mais escuro e com as listras da fornecedora, a Adidas, também em azul escuro, os patricíonos brancos e o detalhe dos shorts também em azul de tonalidade escura, mas estes, devido ao atraso dos calções brancos, que compõem kit principal.

A raposa aproveitou a presença de Ronaldo Fenômeno no estádio e divulgou seu novo patrocinador, a casa de apostas Betfair. O patrocínio traz números na casa dos milhões e coloca o clube mineiro na terceira posição entre os maiores do Brasil.

Gustavo Aleixo/ Cruzeiro/ Flickr
Cruzeiro empata contra o Athletic. Foto: Gustavo Aleixo/ Cruzeiro/ Flickr

Mas dentro do campo, o Cruzeiro teve que correr atrás do resultado. Logo no início da partida, o Athletic, abriu o placar com Wélinton Torrão, ex-Cruzeiro. O jovem não era o único ex-jogador cruzeirense. Sassá era quem comandava o ataque do time de São Jõao Del Rei.

A equipe do interior segurou por toda primeira etapa. Já, no segundo tempo, o Cruzeiro voltou melhor e de pênalti, Nikão, empatou a partida. A pressão continuava, mas Matheus Davó, que havia acabado de entrar, fez uma falta dura e acabou sendo expulso. Resultado final, 1 a 1 no Horto.

 Domingo de manhã, o sol me chamou…

Pedro Souza / Atletico
Paulinho comemora seu primeiro gol pelo Atlético. Foto: Pedro Souza / Atletico

Ainda ajeitando as peças, Coudet não poupou a equipe, como alguns torcedores pediam. Levou o que tem de melhor e tem feito com que o time ganhe corpo para a temporada que é longa. Num calor de 40° graus, o Atlético saiu na frente com gol de Paulinho.

O clube alvinegro controlou a partida, mas no retorno do intervalo o Tombense, cresceu e numa falha defensiva empatou a partida. E aí, Coudet fez alguns ajustes e alterações na equipe e no finalzinho da partida com um chutaço de Hulk, a vitória veio e os 100% no campeonato se mantiveram.

Coudet ainda tem trabalho! Para a Libertadores é preciso que a equipe esteja ajeitada. As fases iniciais serão no estilo mata-mata e podem definir o cronograma do clube para o resto da temporada.

O jogaço do fim de semana

O grande jogo do fim foi com certeza a decisão da Supercopa do Brasil. Uma partida de 7 gols, viradas e o título do verdão.

A partida que foi realizada na capital Brasília, teve a maioria rubro negra nas arquibancadas. E, empurrado pela torcida o Flamengo saiu na frente no marcador. Mas, o Palmeiras empatou e virou a partida. Os cariocas empataram, mas o palestra não se abalou e voltou a ficar a frente do placar e foi assim até o final.

O clube de Abel Ferreira, chegou ao sétimo título sob o comando do treinador português.

Gustavo Gómez ergue a taça de campeão César Greco / Palmeiras
Gustavo Gómez ergue a taça de campeão. Foto: César Greco / Palmeiras

Pré-venda começou em 11 de outubro e se termina neste dia 10 de novembro

Por Keven Souza

Termina nesta quinta-feira (10) a pré-venda do livro de poemas, “O que eu tinha de mais bonito”, da estudante de Publicidade e Propaganda da Una e mineira de Belo Horizonte, Larissa Medeiros. Amantes de poema poderão adquirir antecipadamente a versão física da obra que apresenta temas como amor, perda, sexo e cura, e retrata sentimentos que envolvem as grandes paixões. O livro está disponível na Editora Letramento e você pode adquirir o seu no link. 

Com 84 páginas, o livro, que é a estreia literária de Larissa, é recheado de emoções, encantamentos, dores e erotismo em forma de diferentes poemas. É o que explica a mais nova autora. “Se você já se apaixonou, já viu alguém ir embora da sua vida ou se sentiu completamente só dentro de si, eu garanto que você deveria dar uma chance para o que meus poemas têm a compartilhar com você”, diz. 

Em conversa com nossa equipe do Contramão, ela conta como foi a construção da obra. “É uma coletânea de textos que escrevi ao longo de vários anos, eles são sobre diferentes fases e sentimentos. Nunca tinha pensado nos meus poemas como um livro, mas quando reuni o que

Larissa Medeiros, publicitária e agora escritora. ( Arquivo Pessoal )

eu tinha de mais bonito para enviar para a editora, vi que eles tinham temas em comum e que conversavam entre si”, pontua. Medeiros comenta, ainda, que está realizada com seu recente trabalho. Poder dizer que sou autora, que este agora também é meu trabalho, é sem dúvida a minha maior realização”, conclui. 

A expectativa começar o envio das versões físicas após o encerramento da pré-venda e para o “O que eu tinha de mais bonito” cair no gosto popular é a melhor possível, de acordo com Larissa. O que mais quero viver é essa troca, esse momento de sentar e conversar sobre os trechos preferidos dos leitores, de compartilhar ideias, sentimentos e dividir o peso de já ter passado por aquilo. A minha expectativa é de que os leitores possam encontrar companhia e um pouquinho de si mesmos”, ressalta. 

Apoie novos escritores

Sinta-se imerso no universo literário! Compre, compartilhe e divulgue o mais novo trabalho de Larissa Medeiros.O livro está disponível na Editora Letramento e você pode adquirir seu no link.

Larissa Medeiros, publicitária e agora escritora. ( Arquivo Pessoal )

 

A partir de 11 de novembro será possível encontrar tanto a versão física, quanto a versão on-line – com início previsto para fevereiro –, por meio das principais livrarias e plataformas. Como Amazon, Kobo, Leitura, Travessa, Google Play, Ibooks, Livraria da Vila, entre outros.  

Por Ana Clara Souza 

Terminei de ler minha primeira revista Vogue, talvez, a minha primeira revista. Isso porque não me recordo de ler do início ao fim nenhuma revista se quer. Lembro que com uns nove anos eu pedi minha mãe para assinar a revista teen Atrevidinha, e recebia todos os meses, durante o período de um ano, capas com famosos do mundo pré-adolescente, como Justin Bieber (primeira revista que recebi), glee (a primeira série que assisti, onde eram abordados vários conflitos interessantes, e falava de arte), e também, capas de pessoas que nunca tinha visto ou ouvido falar. 

Estudava em uma escola particular, e não sabia de muita coisa que o meu ciclo comentava porque não tinha SKY, a TV a cabo de sucesso na época, que ditava as tendências norte-americanas, e por isso, muitas das capas eu ficava sem entender.  

“Você recebe as revistas e não lê tudo?”, disseram. Exatamente! Eu pulava para a parte dos joguinhos, como “descubra se ele está na sua”, “você é mais Emo ou mais paty”; e claro, como seria o meu mês de acordo com a previsão de alguma redatora. 

Eu sempre olhava os títulos das reportagens e só. Se não me engano, a única que li foi a do Justin, pois o universo há de nos unir algum dia e achei importante ler sobre ele falando que a mãe dele cozinha mal (risos). Agora me questiono de onde veio a vontade de ler uma Vogue? É um pouco longo, mas o desejo surgiu ouvindo um podcast, e se consolidou nos relatórios sobre a semana da moda no meu estágio. 

A experiência, meus amores? Simplesmente incrível! Desde a capa, nada mais e nada menos que Anitta comemorando os 47 anos da revista mais importantes do mundo, até o final, com editoriais lindos no decorrer das páginas. 

O intuito era experimentar, mas como graduanda de Jornalismo, eu me fascinei com as matérias, artigos de opinião e descobertas. A primeira vez é sempre estranha. Estranhamente boa ou ruim, e a primeira vez lendo uma Vogue, uma revista completa, foi memorável. 

O conselho que deixo é, se entregue e se permita pelas primeiras vezes. Porque certamente será incrível, assim como a minha experiência. 

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Por Italo Charles (especial para Contramão)

Escrever histórias, narrar acontecimentos e acompanhar as transformações do mundo, mantendo o compromisso com a verdade faz parte do dia a dia dos profissionais jornalistas. Ao longo das últimas décadas a comunicação passou por vários processos de adaptação devido a evolução tecnológica e a partir de então as mídias tiveram que se reinventar e adequar seus conteúdos para novos formatos.

Durante esse período, instituições de ensino superior e grandes universidades também moldaram os seus cursos de jornalismo para atenderem a nova era, a digital.  Em 2007, logo após o curso de jornalismo, do Centro Universitário Una, ser transferido do antigo campus do bairro Buritis para o atual campus Praça da Liberdade, o jornal laboratório Contramão foi criado. 

Contramão, de acordo com o dicionário significa ‘do lado contrário’, mas para a história do curso de jornalismo da Liberdade – como é chamado o campus atualmente -, significa contrapor-se aos veículos tradicionais de comunicação.

Ao longo dos quase 15 anos de vida, o Jornal Contramão acompanhou a evolução dos canais digitais e ganhou grande repercussão ao dar furos de notícias e competir com grandes veículos da capital mineira.

Nesse período vários estudantes, estagiários, professores e coordenadores contribuíram para o crescimento e fortalecimento do Jornal que cumpre sua função de transmitir a informação, e entregar conteúdos de qualidade para o público que acompanha.

 

Primeiros passos

Natália Oliveira

“Eu entrei no Contramão logo no início dele, pouco depois da mudança do campus do Buritis para a Praça da Liberdade. Nesse período éramos eu e mais um estagiário e o Reynaldo Maximiano como coordenador e o professor Aurélio Silva.

O tempo que estive lá, considero como uma grande experiência de vida. Foi lá que eu aprendi como era fazer jornalismo na prática. Nessa época o jornal era como se fosse local, produzíamos reportagens com os recortes voltados para cidade de BH. Escrevíamos um pouco sobre tudo, como cultura, cidades, economia, esporte e muito mais.  

Me lembro que eu gostava muito de escrever sobre personagem. Uma vez, produzi uma matéria com um pipoqueiro, contando a história dele. Pra mim o Contramão foi uma escola, eu aprendi um pouco sobre edição de vídeos, fiz podcast, lá eu realmente aprendi a fazer jornalismo”. 

Natália Oliveira, jornalista.

 

 

Escrita Afetuosa

Débora Gomes

“Em 2010 eu fui estagiária do jornal laboratório. Como foi meu primeiro estágio, foi também minha primeira experiência com o jornalismo. E é bem diferente daquilo que a gente imagina, né? Era desafiador produzir um jornal impresso inteiro e ter sempre assuntos legais para as coberturas hiperlocais. Penso que os desafios andam do lado dos aprendizados. E no Contramão eu tive a oportunidade de aprender (errando) um pouco de tudo: aprimorar a escrita, perguntas certas para entrevistas, diagramar o jornal impresso (eu adorava!). Foi um período muito feliz da minha vida. 

Cada dia era um aprendizado novo. Então, cada experiência me marcou de um jeito. Eu adorava sair pra fazer as coberturas hiperlocais. E gostava de conhecer novas pessoas/personagens pras matérias. Sempre gostei de ouvir histórias, sabe? Então essas duas possibilidades me encantavam. Mas acho que o mais legal foi quando o jornal me enviou para cobrir uma edição do Festival de Cinema de Tiradentes. Viajamos de ônibus, ficamos em uma pousada linda, com um café da manhã delicioso! rsrs. E fiz várias fotografias, conversei e estive bem pertinho de artistas, fizemos várias matérias especiais pro jornal on-line. Foi uma experiência muito bonita. 

O Contramão foi minha oportunidade de colocar em prática algumas coisas que eu via em sala de aula. Então, certamente isso foi importante para que eu conduzisse toda a graduação de uma forma mais completa, sabe? Nem só com teorias. Hoje trabalho com escrita. E muito da visão que tenho e da forma como conduzo as palavras, veio da liberdade que a gente tinha pra produzir no Contramão. A Escrita Afetuosa que me acompanha hoje, certamente veio um pouco das chances que tive de colocar minhas ideias e vê-las acolhidas pelo Reynaldo, que era o coordenador na minha época. Ele foi um grande incentivador da minha escrita. E aprendi ali o quanto a escrita é infinita. Já na vida pessoal, acho que os amigos que fiz lá vão ser sempre minha maior referência. Alguns seguem comigo até hoje”.

Débora Gomes, jornalista e escritora.

 

Manifestações e coberturas bombásticas

Elias Santos

 

“Eu cheguei na Una em 2013, e o que me chamou muita atenção foi uma série de reportagens sobre as manifestações e ocupação das ruas de Belo Horizonte, aquela coisa que até hoje a gente não consegue entender muito bem. Lembro que a Praça da Liberdade e as ruas foram invadidas pelos manifestantes. Então o que eu senti ali naquele momento foi um espírito de liberdade.

Quando tivemos a Copa das Confederações e a Copa do Mundo, em vários momentos Contramão se contrapôs a  isso, questionando se realmente era importante. Eu lembro muito disso, eu achei muito bacana a movimentação e a audácia do jornal nesse período”.

Elias Santos, professor.

Minha Carreira Jornalística

Moisés Martins

“Entrei no Contramão no segundo período de faculdade, com pouca experiência na área. Desde o início comecei a dar o meu melhor, produzindo matérias, realizando a cobertura dos eventos para procurar ser destaque no que eu fazia.  Permaneci por dois anos no jornal e foram os melhores anos da minha vida.

Nesse período eu aprendi, construí amizades, fiz contatos e a partir dali tudo mudou na minha vida. Eu saí de lá praticamente formado e mesmo assim devido ao fim do meu contrato, se não fosse isso teria ficado até o final (risos). Mas depois dali, comecei outro estágio indicado pelos meus ex-chefes do Contramão. Hoje eu devo a minha carreira jornalística e tudo que aprendi naquele período aos meus líderes”.

Moisés Martins, jornalista.

 

História e muito aprendizado

Bianca Morais

“Desde quando entrei na Una sempre achei o Contramão um lugar incrível, via alguns colegas de sala estagiando lá e sempre tive vontade.  Foi em abril de 2019, que em minha terceira tentativa de processo seletivo, passei. O estágio no Contramão foi um sonho realizado, até então eu não tinha feito nenhum outro na minha área e lá eu tive a liberdade de produzir os conteúdos, apoio do meu técnico Felipe e da minha líder a Marcia, eu saia do laboratório, ia para as ruas atrás de reportagens. Eu escrevia as reportagens, eles me apontavam os erros e acertos, onde podia melhorar. Além é claro, das amizades que construí ao longo do estágio.

No final daquele ano entrou uma das pessoas que mais me apoiaram nessa trajetória do jornalismo, a Dani Reis, ela assumiu a liderança do laboratório e ali nascia muito além de um cargo de chefe e funcionária, mas uma amizade que me inspirava. Sempre disposta a me ajudar tanto nas matérias para o Contramão quanto em trabalhos da faculdade.

Me formei no ano meio de 2020 e sabia que ali acabaria um ciclo de aprendizagem, mas como o destino sempre nos prepara uma surpresa dois meses depois apareceu uma vaga para técnica de laboratório e logo me inscrevi, e passei. Agora o lugar onde havia estagiado e aprendido tanto, era meu primeiro local de emprego como jornalista.

Ali comecei a escrever meu futuro, e literalmente escrever, hoje alimento o nosso Jornal Contramão com notícias diárias, aqui crio meu portfólio com inúmeras matérias, tanto institucionais, quanto aquelas de assuntos diversos e relevantes que me permitem conhecer diariamente pessoas e histórias incríveis que elas têm a contar.

O Contramão é e sempre foi aquele jornal que caminha no sentido oposto, contrário àqueles veículos de comunicação que vemos diariamente na nossa cidade. Isso me lembro até hoje das primeiras aulas que tive com meu professor Reynaldo, lá no primeiro período de curso, onde ele nos apresentava o mestre Gay Talese, o chamado Novo Jornalismo, e como o Contramão trazia aquilo. A gente conta a história, mas não contamos por alto, nós entramos nela, exploramos ao máximo o que nossos personagens têm a nos mostrar. E o Jornal Contramão é tudo isso, nos permite criar, e sou eternamente grata por fazer parte dessa equipe”.

 Bianca Morais, jornalista e técnica do Contramão.

 

A Fábrica

Participei ativamente da criação da Fábrica que o objetivo era  a gente trabalhar de forma transdisciplinar de modo que a gente pudesse pensar economia criativa como um todo. E é muito interessante a gente pensar que o Jornalismo está inserido nesse meio. 

Eu fiz questão de preservar o nome, havia uma possibilidade de mudança, mas eu achei que não era conveniente essa mudança., porque o nome é muito importante entre Contramão ainda, pode ser que mais adiante neste momento crítico sobre a coordenação e eu achei que o nome da rua é importantíssimo porque ele significa um contraponto, algo diferente, algo que se coloca nesse sentido como um todo.

Para a Fábrica como todo, o Contramão é tão importante, porque ele é a válvula de atividades da Gastronomia, da Moda, da Arquitetura que se transforma em reportagem e por aí vai… O Contramão é um veículo onde a instituição pode falar, não se trata de um espaço  institucional, mas por meio dele e a partir dos critérios jornalísticos a instituição ganha voz. 

Ele é um complemento na formação dos estudantes, ele se torna muito importante nesse sentido porque dentro da própria universidade ele serve como um espaço de experimentação e prática para todos os estudantes de jornalismo. Por se tratar de um veículo de comunicação de uma universidade, o Contramão precisa experimentar, nele é possível criar modelos de narrativas diferentes por se tratar de um jornal diferente dos meios tradicionais”.

Elias Santos, professor e ex-coordenador da Fábrica.

 

Vida longa ao Contramão

Daniela Reis

“Há dois anos assumi a liderança do Núcleo de Conteúdo da Una, e uma das minhas funções é ser editora do Contramão. Aqui, temos a oportunidade de abordar temas variados com visão crítica e bem diferente da grande mídia, o que para a formação dos nossos alunos é espetacular. Nesse tempo em que estou à frente do Contramão, o vi crescer de forma extraordinária, passando a ter publicações diárias com pautas bem elaboradas e que  ultrapassam os limites da instituição. Como é gratificante presenciar o crescimento dos  estagiários no dia a dia, e principalmente, acompanhar as conquistas dos mesmos no mercado de trabalho, saindo da nossa pequena redação para veículos de comunicação renomados. 

Nossa equipe trabalha diariamente para produzir conteúdos relevantes e aprimorar a qualidade dos nossos textos. Vida longa ao Contramão!”.

Dani Reis, líder do Núcleo de Conteúdo e editora do Contramão.