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lixo.

Das 3,7 mil toneladas de lixo descartado na capital mineira, 28 t são destinados à reciclagem. A reutilização dos materiais recicláveis movimentou em 2013 mais de 10 bilhões através de iniciativas privadas.

O serviço de coleta seletiva é feito de duas formas em Belo Horizonte, pelo  atendimento porta a porta, que está disponível para 30 bairros da cidade, e pelos pontos de coletas instalados nas ruas da capital, nas cores padrão definidas pela Resolução do Conama para os materiais recicláveis: azul para o papel, vermelho para o plástico, amarelo para o metal e verde para o vidro. Em ambos os casos os moradores são os responsáveis pela separação do lixo.

A professora Daniela Viegas conta que não é atendida pela coleta porta a porta, e que buscou informações através da ouvidoria da prefeitura para saber onde poderia descartar o lixo reciclável. “Só tive a resposta da prefeitura porque uma aluna trabalha lá, enquanto cidadã, não sei se teria resposta” ressalta a professora.

Em resposta a prefeitura (PBH) informou que muitos dos pontos de coletas foram retirados por vandalismo e a pedidos dos moradores. Segundo eles, o descarte de materiais orgânicos, atraia animais e causava mau cheiro. O orgão destaca que está em fase reprogramação de pontos de coleta.

Viegas destaca a importância do serviço para a população. “A coleta seletiva deveria ser implantada como política pública, isso é uma questão ligada ao meio ambiente.” Além de melhorar a logística dos pontos de coletas, é necessário aumentar a área de cobertura do serviço – porta a porta. “Devemos olhar com mais atenção aqueles que tiram seu sustento através do lixo reciclável.” finaliza a professora.

Por: Gabriel Amorim
Foto: Internet

Duas semanas após a publicação da matéria “Quem não enxerga também precisa ver”, a equipe do CONTRAMÃO se depara com o desrespeito das pessoas com deficiência visual. Um funcionário do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) jogava o lixo na calçada da rua Espirito Santo esquina com Avenida Augusto de Lima, obstruindo o caminho de das pessoas com deficiência visual que utilizam as guias para se locomover. “A colocação do lixo nas calçadas não é culpa do funcionário. A própria prefeitura não disponibiliza lixeira suficiente para armazenar o lixo” comenta a presidente do Centro de Vida Independente (CVI), Kátia Ferraz.

Para a presidente do CVI, o lixo seja talvez um dos menores problemas da pessoa com deficiência.  “A prefeitura exige que o proprietário do imóvel coloque as guias, porém isto não é padronizado, então acontece de ter degraus nas calçadas, falta de equipamentos de segurança. Isto tudo atrapalha a locomoção”, conclui Kátia Ferraz.

A assessoria de imprensa da SLU informa que o sistema de coleta de lixo da capital e dividida em nove regionais e que as fotos serão encaminhadas para o responsável da regional Centro-sul.

Por João Vitor Fernandes

Foto: Hemerson de Morais

Você sabe o que é LEV? É a sigla utilizada para denominar os chamados Locais de Entrega Voluntária, trata-se de espaços nas ruas onde a prefeitura de Belo Horizonte disponibiliza contêineres para que a população possa realizar de forma voluntária a separação correta do lixo.

Segundo a assessoria de comunicação da SLU (Serviço de Limpeza Urbana), em Belo Horizonte existem 97 locais como esses, em cada local são dispostos três ou quatro contêineres,  cada um  destinado a um tipo de lixo, juntos, eles somam 305.

População não utiliza de forma correta contêineres de coleta seletiva

Mas basta dar uma voltinha na cidade e encontrar um LEV para descobrirmos que população parece não ter consciência da importância da coleta seletiva. Mesmo com a presença dos contêineres, muitos sacos de lixo são depositados no chão, e algo ainda mais grave, as pessoas descartam o lixo nos recipientes sem fazer a separação correta.

Segunda a assessoria de comunicação da SLU é muito comum as pessoas não fazerem essa separação e esta atitude prejudica o andamento do trabalho, a assessoria ainda ressalta que é de extrema importância que as pessoas se conscientizem e utilizem os serviços de forma correta.

E você, usa o Lev de forma consciente?

 Por Perla Ester

Fotos: Hemerson Moraes e Perla Ester

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Quem passa pela Avenida Cristovão Colombo, esquina com Getúlio Vargas, mais precisamente em frente ao ponto de ônibus Pátio Savassi 2, da avenida, pode perceber que todos os bueiros estão entupidos, transbordando e causando um enorme mau cheiro na rua.

O pipoqueiro Marcos José Pereira, que trabalha neste ponto há quatro anos diz que durante o dia o mau cheiro é mais intenso, mas que os bueiros transbordam durante o tempo todo. “Esta situação já dura mais de um mês e ninguém conserta isso” relata Marcos.

Por toda a avenida, em ambas as vias, são mais de doze bueiros na mesma situação. Em comunicado a Regional Centro Sul informou que se a população não abrir uma reclamação através do número 156 fica difícil ter conhecimento dos problemas, pois a fiscalização é demorada. Após o contato do Jornal Contramão, o agente da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) informou que no prazo de três dias será feito os reparos.

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O outro lado

O que vem causando os transtornos, é lixo que a própria população joga na rua. Quando chove, a água lava a rua e consequentemente leva todo o lixo para o esgoto, através dos bueiros. Eles acabam entupindo e causando as enchentes. É preciso ter consciência de não jogar lixos em via pública e ficar de olho na fiscalização.

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Por Daniella Lages
Foto: Ana Paula Sandim

Atualizado: 17:47 – 15 de abril de 2010

A reclamação a respeito do Lixo não surgiu efeito nesta terça – feira (13). Sacolas e colchão na calçada, continuam atrapalhando os pedestres na Rua Sergipe com Avenida Brasil.

Os pedestres que transitam pela Rua Sergipe esquina com Avenida Brasil encontram dificuldades para passar na calçada em frente ao Circuito Cultural. Manobrista da rua, há mais de 30 anos, Regimar Honorário,41, disse que as sacolas de lixo estão no local há 3 semanas.

A pedestre, Maria das Graças, está indignada com está situação “Nós não merecemos isso. O lixo é horrível. Lugar de lixo é na lixeira”, disse.

A nossa equipe de reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Belo Horizonte que nos informou que no máximo em cinco dias todo o problema será solucionado. Ainda, de acordo com a Superintendência de limpeza urbana (SLU) da região da Savassi, o problema deverá ser resolvido amanhã. O horário de limpeza do local acontece em dois turnos: às 07hs e ao 12:00.

A SLU disse que antes do nosso contato ainda não tinha tomado conhecimento do problema. Em breve você poderá conferir os depoimentos dos pedestres, em vídeo, aqui no site do contramão.

Por Matheus de Azevedo