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Principal Mercado de Belo Horizonte une tradição, contemporaneidade

e encanta turistas por sua singularidade

 

Por Sabrina Gutierrez dos Santos (texto e fotos)

O Mercado mais conhecido de Minas Gerais retomou as suas atividades após o período mais crítico da pandemia, confirmando a sua vocação turística, com uma visitação que cresce a cada dia e segue no enorme espaço, onde produtos variados e de qualidade atendem a todos os gostos.

História

Belo Horizonte tinha apenas 32 anos quando o prefeito Cristiano Machado resolveu reunir, em um só local, os produtos destinados ao abastecimento dos 47 mil habitantes da jovem cidade. Foi assim que o Mercado Central nasceu, no dia 7 de setembro de 1929, unindo as feiras da Praça da Estação e da atual Praça da Rodoviária. Em um terreno com 22 lotes, próximo à Praça Raul Soares, foram reunidos todos os feirantes, centralizando o abastecimento da população.

Nos 14 mil metros quadrados do terreno descoberto, circundando as carroças que transportavam os produtos, as barracas de madeira se enfileiravam para a venda de alimentos. Seus corredores guardam grandes memórias e muitas histórias, segundo o site oficial do Mercado Central, que também traz outras informações.

O Mercado funcionou até 1964, com atividade intensa, quando o prefeito da época, Jorge Carone, resolveu vender o terreno, alegando impossibilidade de administrar os estabelecimentos. Para impedir o fechamento do Mercado, os comerciantes se organizaram, criaram uma cooperativa e compraram o imóvel da Prefeitura. No entanto, teriam que construir um galpão coberto na área total do loteamento no prazo de cinco anos; se não conseguissem, precisariam devolver a área à Prefeitura.

Há duas semanas do fim do prazo dado pela Prefeitura, ainda faltava o fechamento da área. Foi então que os irmãos Osvaldo, Vicente e Milton de Araújo decidiram acreditar no empreendimento e investiram no projeto. Foram contratadas quatro construtoras, ficando cada uma responsável por uma lateral, para que o galpão pudesse ser fechado no tempo estabelecido. Ao fim do prazo, os 14 mil metros quadrados de terreno estavam totalmente cercados. Os associados, com seu empreendedorismo e entusiasmo, viram seus esforços recompensados.

Melhorias com o passar do tempo

Rai Amorim, que trabalha numa das lanchonetes mais tradicionais do espaço, há mais de 30 anos no local, diz que “o Mercado se especializou nesses últimos anos e a administração tem a limpeza como grande foco, porque antigamente as pessoas só viam o mercado como sujo, hoje em dia não, é bem profissional essa questão e a da segurança. Antigamente era barraca ao ar livre e chovia, era muito barro, aí tinha um lamaçal. A partir da década de 1970, com a construção do prédio galpão, a principal mudança foi essa organização. Como o Mercado é uma associação, os próprios comerciantes têm poder de voto, têm um conselho, então a administração está sempre conectada aos lojistas”.

Bem-organizado e com a participação ativa dos proprietários das lojas, a cada dia, ao longo dos anos, o Mercado Central ampliou suas atividades, expandindo seus negócios. Enquanto isso, se transformava em um núcleo não só de produtos alimentícios, mas também de artesanato, tornando-se um dos principais pontos turísticos da cidade e um dos locais mais queridos dos belorizontinos. Com 210 funcionários na administração, limpeza, estacionamento e segurança, o Mercado tem hoje 25.460 metros quadrados de área construída e 420 vagas rotativas no estacionamento.

Atualmente, com mais de nove décadas de vida, representante marcante da cultura mineira, o Mercado Central possui mais de 400 estabelecimentos, com artigos para animais, artesanato, padarias, açougues, restaurantes, hortifrutis, entre outros tipos de mercadorias. Oferece serviço de informações bilíngue, via site e no próprio local, e atrai diariamente milhares de visitantes de todos os lugares do Brasil e do mundo.

As mudanças com a pandemia

Em março de 2020 Belo Horizonte entrou em lockdown devido à pandemia da Covid-19 que se propagou pelo Brasil, causando mais de 600 mil mortes no país e 22,2 milhões de infectados até dezembro de 2021. Com isso, muitas lojas do Mercado Central ficaram fechadas durante o período de isolamento na cidade, que durou por volta de nove meses, e vários lojistas tiveram que trabalhar com aplicativos e delivery.

Segundo o jornal Diário do Comércio, antes da pandemia passavam no Mercado, por dia, 31 mil pessoas. Já no fim de semana a quantidade era maior, por volta de 58 mil visitantes. Hoje esse número foi reduzido, são 25 mil pessoas diárias e 31 mil nos finais de semana, mas com a reabertura das lojas a perspectiva é de que a frequência volte a subir.

Quando o comércio começou a retornar, de maneira gradual, em maio de 2021, com 10% da ocupação, vários bares localizados no Mercado tiveram que colocar mesas e cadeiras para fora do estabelecimento, garantindo a segurança tanto dos clientes quanto dos funcionários, por conta do distanciamento social. Além disso, novos hábitos foram adotados durante a pandemia, como o uso constante do álcool em gel e das máscaras.

Rai Amorim, na entrevista concedida ao jornal Contramão, também contou que “a nossa ordem foi começar a fazer o delivery ano passado (2020), que a pandemia estava menos controlada, o pessoal não tinha se vacinado ainda. O Mercado tinha restrição de 300 pessoas por vez, só podia entrar quando saia alguém, então foi um período bem difícil, sem movimento, mas era necessário, acho que conseguimos administrar bem essa crise”.

Mas, mesmo com o retorno da totalidade das suas atividades, funcionado com 100% da sua capacidade desde agosto de 2021, o Mercado ainda não retomou a mesma frequência de público do período anterior à pandemia. A funcionária Raquel Joana, que trabalha numa das padarias do local, aberta há cinco anos, relata: “o que eu senti de mudança foi o fluxo de pessoas. A gente veio do isolamento, como estava tudo fechado, a gente teve muita dificuldade em questão de venda, as vendas caíram bastante, a gente não podia deixar os produtos expostos, não podia deixar os clientes se alimentarem aqui dentro”. Ela explica que, com a flexibilidade, o público aumentou e que os lojistas criaram boas expectativas em relação às vendas de Natal.

Quanto ao público, o Mercado continua agradando, segundo comentam diversos frequentadores. Andrélia Moreira, aposentada, comenta que “além de oferecerem a segurança necessária para o público, posso tomar uma cervejinha e comer jiló; esse clima que tem aqui, de mineiridade, de descontração, de interior, é muito bom para fazer amizades. Gosto muito do Mercado porque tem mercadoria direto da roça, mas na verdade venho mais pra comer um bom tira gosto e beber”.

Fernanda de Araújo, cabelereira e maquiadora, diz que “o Mercado não é famoso só pela localização, mas também pela qualidade e por essa energia que ele tem, sabe? Gostosa, de interior. Quando entrei aqui pela primeira vez fiquei louca. Eu gosto de tudo, a peixaria, o atendimento, os temperos, as castanhas, tudo é muito bom, difícil escolher uma coisa só”.

Mesmo após o período mais complicado da pandemia da Covid-19, o Mercado Central continua surpreendendo com os cuidados com a segurança, o bom atendimento e os produtos diversificados. O Mercado mantém a sua essência e, em breve, deverá retomar o antigo número de visitantes, seguindo como um ponto turístico privilegiado no centro da cidade, que agrada a todos os gostos.

Para completar 

Os alunos da Unidade Curricular Desenho e Produção de Som desenvolveram um material audiovisial sobre o Mercado Central. A produção conta com entrevistas e muitas curiosidades sobre o local, confira no link.

 

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O Contramão volta das férias coletivas com uma série especial sobre os tradionais mercados de BH. O projeto é uma parceria do jornal com o Projeto de Extensão Fundamentos do Jornalismo 2021-2, coordenado pela professora Magda Santiago. O mercado de destaque hoje é o do Cruzeiro, mas teremos matérias sobre o Mercado Novo e o Mercado Central.

Um lugar de história, tradição e parceria 

Por Eduarda Vaz Boaventura Pereira e Pedro Henrique Soares Almeida

O Mercado Distrital do Cruzeiro tem quase 50 anos de existência e é considerado um dos três mercados mais importantes de Belo Horizonte. Após atravessar dificuldades logo no seu surgimento e enfrentar o período de lockdown que se iniciou em 2020, seguiu com as suas atividades, sem se abalar muito com as restrições, e mantém o sucesso que o caracteriza, em um ambiente amigável e familiar, que encanta um público cada vez mais fiel.

Criado no ano de 1974 através de uma iniciativa da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, o Mercado Distrital do Cruzeiro, administrado pela COBAL (Companhia Brasileira de Alimentos), teve como finalidade, na ocasião, retirar os feirantes das ruas e oferecer a eles um local seguro onde pudessem vender seus produtos e mercadorias livremente.

De acordo com o site Perspectivas, uma lei expedida no mesmo ano de fundação do Mercado (1974) proibia as feiras de rua e o fornecimento de alvarás para pequenas lojas de produtos hortifrutigranjeiros. Este fato fez com que os comerciantes tivessem um espaço para expor os seus produtos, e o Mercado do Cruzeiro teve uma excelente adesão do público, pois “centralizou” uma grande gama de vendedores em um só local. Outro ponto importante para a popularidade do estabelecimento foi a sua localização privilegiada, pois o comércio mais próximo do bairro era o Mercado Central, a 4 km de distância.

No início da década de 1990, a liberação dos alvarás para a abertura dos sacolões, e a popularidade e subsequente expansão dos supermercados de bairro e mercearias, determinou uma queda nas vendas do Mercado Distrital do Cruzeiro, mas atualmente ele está funcionando com a sua capacidade máxima. De acordo com o portal on-line do jornal Diário do Comércio, hoje o Mercado Distrital do Cruzeiro conta com 50 lojistas, o que corresponde a 100% de ocupação. Essas informações foram confirmadas por Edelvais Júnior, atual diretor do Mercado.

Os principais produtos comercializados ainda hoje são as frutas, verduras e demais vegetais. Embora conte com uma grande variedade de outras mercadorias, como artesanato, utilidades domésticas, açougues, bares, restaurantes e uma varanda gastronômica, os hortifruti continuam sendo a maior atração, responsável por grande parte das vendas.

O impacto da pandemia

Em entrevista concedida ao jornal Contramão em novembro de 2021, o diretor do espaço, Edelvais Júnior, informou que no ano de 2020, com o início da pandemia da Covid-19, o estabelecimento teve um fechamento instantâneo para todos os lojistas que tinham bares ou restaurantes. Os demais comerciantes, dos segmentos de hortifruti, puderam continuar exercendo suas funções, pois são considerados serviços essenciais.

Uma das mudanças mais significativas pelas quais os lojistas passaram foi a redução de uma hora no funcionamento do Mercado, que era das 7h30 às 18h, e passou a fechar às 17h. Outra alteração foi que, devido ao fato de as pessoas não estarem confortáveis para sair de casa, houve um grande investimento nas vendas via delivery. Nas próprias palavras do diretor, “sem grandes mudanças”.

O vendedor Carlos Magno, conhecido carinhosamente como “Catatau”, trabalha no Mercado há 46 anos. Inicialmente foi carregador e depois abriu seu próprio negócio, uma pequena mercearia que vem se expandindo. Catatau revelou que aderiu ao sistema de entrega delivery, porém faz questão que o cliente vá até a loja porque escolhe do jeito dele, vê a variedade de produtos e pode acabar comprando mais. Também frisou que não sentiu uma variação muito significativa no Mercado durante o período crítico da pandemia, inclusive disse que cresceu ainda mais nessa época, aumentando o tamanho da sua barraca.

 

Ambiente familiar e acolhedor

Trabalhando no Mercado desde os 14 anos, Catatau contou que se sente bem próximo das pessoas que frequentam o local, sejam lojistas ou clientes, como se estivesse em casa. Sentimento esse que o cliente Vicente, mais conhecido como “Primo”, também compartilha, segundo informou em entrevista concedida ao jornal Contramão em dezembro de 2021.

De acordo com Primo, o Mercado é um espaço muito acolhedor e diversas pessoas, que estiveram presentes desde a sua fundação, mantém o hábito de fazer compras no local. Ele comentou um dos motivos de gostar tanto do Mercado: “é um lugar frequentado por famílias, meus pais compravam nas barracas, conheci todos os vendedores”.  Também contou que, mesmo no auge da pandemia, não deixou de ir ao Mercado do Cruzeiro, seguindo os protocolos de higienização necessária.

A sensação de conforto, prazer e o sentimento de proximidade experimentado por muitos que vão ao Mercado do Cruzeiro faz com que valha a pena conhecer este espaço, que é um dos três maiores do gênero em Belo Horizonte, considerado um ponto turístico da capital mineira.

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Por Daniela Reis 

Você que acompanha as redes sociais do Centro Universitário Una, com certeza já viu nossos conteúdos falando sobre futuro, tecnologia e inovação. No Instagram (@unaoficial) publicamos diversos conteúdos, incluindo vídeos sobre esses assuntos e também sobre o que o mercado espera dos profissionais do futuro. Tudo isso faz parte de uma série de ações que a instituição vem promovendo junto aos alunos, para que cada vez mais ele possa estar inserido em um ambiente que o permita explorar, criar, experimentar e compartilhar.

A gente tem visto que os profissionais do futuro serão exigidos, cada vez mais, nas suas competências. Aquele que tem senso de liderança, que é criativo, que possui inteligência emocional e que desenvolve constantemente suas habilidades através do aperfeiçoamento, é quem vai se destacar. O mundo está em constante evolução e o profissional deve estar também.

E é exatamente esse o diferencial da Una, ter uma formação baseada nos quesitos exigidos pelo mercado. Em entrevista ao Contramão no final do mês de julho a diretora da Cidade Universitária, Ana Carolina Sarmento, salientou sobre essa formação dos alunos Una:

“Temos um currículo baseado em competências, ele desenvolve e traz os conteúdos técnicos de uma forma que possibilita o desenvolvimento dessas competências socioemocionais, que vão para além do conteúdo técnico. Ele é integrado, como a vida é integrada, não estamos divididos em caixinhas de disciplinas separadas, a gente trata de problemas de forma interdisciplinar”.

Uma outra capacidade é a de resolução de problemas e o nosso currículo nos possibilita tudo isso, também temos componentes curriculares que nos impulsionam nesse sentido, como as próprias práticas dos projetos e cursos de extensão, os trabalhos interdisciplinares voltados e baseados para a resolução de problemas, são técnicas que contribuem para o desenvolvimento e para que nossos alunos saiam mais preparados para esse mundo do trabalho”.

E partindo dessa premissa, a instituição está elaborando o seu próprio centro de inovação, um projeto grandioso em toda sua essência. Por enquanto,  chamado internamente de “Alma Una” tem envolvido diversos profissionais de diferentes áreas (diretoria, marketing, estratégica, gestão, arquitetura, etc.) em sua condução. A ideia é trazer algo extremamente novo e diferenciado para que nossos alunos tenham a oportunidade de desenvolver suas habilidades e estar em contato direto com a tecnologia e a inovação.

Para conduzir todo esse processo, uma equipe visitou os principais Centros de Inovação país, como: Ágora Tech Park, Acate, Leaning Village, Campus Park e Órbi.

Essas visitas tiveram o objetivo de conectar nosso time com o que há de melhor e mais moderno no conceito de inovação, para construir em BH o “Alma Una” com foco no desenvolvimento de ideias, pessoas, e principalmente, no empreendedorismo focado em tecnologia, desenvolvimento e educação.

Para quem não está por dentro do que são os centros de inovação, são espaços multidisciplinares e multifuncionais para promoção eventos, reuniões e treinamentos, além de promover a ligação entre incubadoras, startups, investidores e mercado. Enfim, um local voltado para unir pessoas e ideias na promoção de ações em prol do desenvolvimento profissional.

Imagina ter tudo isso dentro da sua instituição  de ensino? Realizar projetos, conhecer pessoas, ampliar seus conhecimentos e estar conectado diariamente com o futuro. A Una mais uma vez sai na frente para trazer para os seus alunos uma experiência de prática muito além das salas de aulas. O planejamento é que em outubro, mês que a Una completará seus 60 anos, seja entregue um espaço para início das obras de estruturação do centro de inovação.

Quer acompanhar tudo sobre o “Alma Una”? Então fique ligado nas nossas redes sociais, que constantemente vamos soltar mais conteúdos e novidades! Inclusive, amanhã, dia 20, saí o Papo com a Fábrica que fizemos com Daniel Lopes, um dos fundarores da startup 3DLopes que trabalha com impressões 3D. Ele fala sobre sua trajetória, inovação e profissionais do futuro.

O programa será lançado no canal TV Una Fábrica.

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*Por Bianca Morais

Entre os dias 17 e 19 o  Centro Universitário Una irá promover palestras com o tema Comunicação organizacional: ações e desafios para o futuro. O evento é uma proposta da área de comunicação e artes que nas últimas semanas tem promovido encontros entre os alunos trazendo os desafios reais do mercado de trabalho. Os debates são online e gratuitos.

Uma das principais áreas de atuação de um profissional de Relações Públicas é a comunicação organizacional de uma empresa, principalmente no atual momento de pandemia em que vivemos, essa comunicação tem se mostrado uma das chaves para vencer desafios dentro das companhias. Em um cenário de instabilidade e insegurança, ter esse diálogo entre público externo e interno dentro de uma empresa é fundamental para ela se manter de pé e crescendo.

Pensando nessa proposta foram convidados profissionais destaques na área para compartilhar um pouco de sua vivência.

Abrindo o evento, dia 17, Eduardo Vaz, head de comunicação organizacional e comercial da Cedro Têxtil, abordará junto com Isabela Albertini, estilista da empresa, ações para esse momento de crise.

“Iremos iniciar trazendo um pouco da cultura organizacional de empresas como a Cedro que possui um perfil de colaboradores muito diverso, uma vez que somos quase 3500 funcionários. Apresentar como atuamos e quais os retornos que temos com o trabalho de engajamento e promoção dos colaboradores. Além disso, vamos apresentar dois cases da Cedro que foram reinventados durante a pandemia, quais os desafios e os efeitos positivos que surtiu na empresa com essa adaptação” conta Eduardo.

No dia 18, o evento recebe Viviane Mansi, diretora de Comunicação e Sustentabilidade da Toyota, que apresentará os desafios de trabalhar essa cultura da sustentabilidade na organização. No dia 19, encerrando o evento, Pedro Costa, superintendente de Comunicação da FIEMG, traz sua experiência e desafios de se trabalhar com comunicação em plena pandemia, ações que desenvolvem ganhos para os funcionários e componentes da empresa em Minas Gerais.

Participe! As inscrições para as palestras estão sendo feitas Sympla.

 

 

Edição: Daniela Reis

 

Nessa sexta-feira, 30, é ponto facultativo nas repartições da administração municipal em comemoração ao Dia do Servidor Público. Já na próxima segunda-feira, 2 , é feriado nacional em celebração ao Dia de Finados. Nesses dias não haverá expediente em bancos, correios e na prefeitura. O Jornal Contramão listou o que abre e fecha, veja:

Comércio

No feriado de segunda-feira, 02, Finados, o comércio poderá funcionar. De acordo com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), o acordo abrange os comerciários da cidade, não se aplicando ao comércio atacadista, varejista de gêneros alimentícios, atacadista de tecidos, vestuário e armarinho, varejista de maquinismos, ferragens, tintas e material de construção e ao comércio varejista de automóveis e acessórios, que possuem convenção coletiva específica.

Veja os direitos assegurados ao trabalhador que prestar serviços na data:

Jornada de oito horas, com mínimo de uma hora de intervalo.

  • Jornada de hora extra com o adicional de 100%.
  • Gratificação de R$ 40 a título de alimentação, que deverá ser paga junto com a folha de pagamento do mês correspondente ao feriado trabalhado.
  • Uma folga compensatória para o feriado trabalhado.
  • A folga deverá ser concedida no prazo de até 60 dias após o respectivo mês do feriado, devendo recair obrigatoriamente em uma segunda-feira ou sábado.
  • Fornecimento de vale-transporte para o trabalho no feriado.

Abastecimento

  • Mercado do Cruzeiro (Rua Ouro Fino, 452, Cruzeiro) – Sexta e sábado, 30 e 31, abre das 7h às 18h. No domingo, dia 1° de novembro, abre das 7h às 13h. Fecha na segunda, 2.
  • Central de Abastecimento Municipal (Rua Maria Pietra Machado, 125, São Paulo) – Sexta e sábado, dias 30 e 31 de outubro, abre das 7h às 18h. No domingo e na segunda, dias 1º e 2 de novembro, abre das 7h às 13h.
  • Feira Coberta do Padre Eustáquio (Rua Pará de Minas, 821, Padre Eustáquio) – Sexta e sábado, dias 30 e 31 de outubro, abre das 7h às 18h. No domingo e na segunda, dias 1º e 2 de novembro, abre das 7h às 13h.
  • Sacolões ABasteCer – Sexta e sábado, dias 30 e 31 de outubro, abrem das 8h às 18h. No domingo e na segunda, dias 1º e 2 de novembro, abrem das 7h às 13h.
  • Feiras Livres – Funcionam de sexta a sábado, entre os dias 30 e 31 de outubro, das 7h às 13h. Não funcionam no domingo e na segunda, dias 1º e 2 de novembro.
  • Feiras Modelo – Não funcionam entre sexta, dia 30 de outubro, e segunda, dia 2 de novembro.
  • Feiras de Orgânicos – Funcionam de sexta a sábado, entre os dias 30 e 31 de outubro, das 7h às 13h. Não funcionam domingo e segunda, dias 1º e 2 de novembro.
  • Direto da Roça – Funcionam entre sexta, dia 30 de outubro, e domingo, dia 1º de novembro, das 7h às 13h. Na segunda, dia 2, o funcionamento será facultativo.
  • Banco de Alimentos (Rua Tuiuti, 888, Padre Eustáquio) – Fechado entre sexta, dia 30 de outubro, e segunda, dia 2 de novembro.
  • Mercado da Lagoinha (Avenida Antônio Carlos, 821, São Cristóvão) – Fechado entre sexta, dia 30 de outubro, e segunda, dia 2 de novembro.
  • Restaurantes Populares I, III e IV – Funcionam normalmente na sexta, dia 30 de outubro. Fechados entre sábado, dia 31 de outubro, e segunda, dia 2 de dezembro.
  • Refeitório Popular da Câmara Municipal (Avenida dos Andradas, 3.100, Santa Efigênia) – Fechado entre sexta, dia 30 de outubro, e segunda, dia 2 de novembro.

BH Resolve

  • Fechado para atendimento ao público entre sexta, dia 30 de outubro, e segunda, dia 2 de novembro.

Cultura

  • Museu Histórico Abílio Barreto (Avenida Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim) – Aberto entre sexta e domingo, dias 30 de outubro e 1º de novembro, das 10h às 17h. Fecha na segunda, dia 2.
  • Museu de Arte da Pampulha (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 16.596, Pampulha) – Aberto de sexta a domingo, entre os dias 30 de outubro e 1º de dezembro, das 9h às 18h30. Fecha na segunda, dia 2.
  • Casa do Baile (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha) – Abre de sexta a domingo, entre os dias 30 de outubro e 1º de dezembro, das 9h às 18h. Fecha na segunda, dia 2.
  • Centro de Referência da Moda (Rua da Bahia, 1.149, Centro) – Fechado entre sexta, dia 30 de outubro, e segunda, dia 2 de novembro.
  • Arquivo Público da Cidade (Rua Itambé, 227, Floresta) – Fechado entre sexta, dia 30 de outubro, e segunda, dia 2 de novembro.

Limpeza Urbana

  • Sexta e sábado, dias 30 e 31 de outubro, todos os serviços de limpeza urbana serão realizados normalmente. No domingo, dia 1º de novembro, haverá plantões de varrição nas áreas central e hospitalar e na Savassi. Na segunda, dia 2, além dos plantões de varrição nas áreas central e hospitalar e na Savassi, serão realizadas as coletas domiciliar e seletiva.

Transporte

  • Sexta e sábado, dias 30 e 31 de outubro, as linhas do sistema de transporte coletivo gerenciado pela BHTrans circularão com o quadro de horário normal. No domingo e na segunda, dias 1º e 2 de novembro, operam com o quadro de horário de domingos e feriados. Consulte o site da BHTrans (www.bhtrans.pbh.gov.br) e veja o quadro de horários da sua linha.

Parques e Zoológico

  • Todos os parques funcionam normalmente de sexta a segunda, entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro, das 8h às 18h, exceto o Parque Municipal Américo Renné Giannetti (Avenida Afonso Pena, 1.377, Centro), que funciona das 6h às 18h. Na terça, dia 3, todos eles estarão fechados para manutenção.
  • O Mirante do Mangabeiras (Rua Pedro José Pardo, 1.000, Mangabeiras) abre todos os dias, das 10h às 22h.
  • O Jardim Zoológico, o Jardim Botânico, o Aquário do Rio São Francisco (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 8.000, Pampulha) e o Parque Ecológico da Pampulha (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 6.061, Pampulha) funcionam normalmente de sexta a segunda, entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro. O Jardim Botânico e o Jardim Zoológico, das 8h30 às 16h, o Aquário, das 9h às 16h, e o Parque Ecológico, das 8h30 às 18h.

Plantão de chuvas

  • O plantão da Defesa Civil funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive aos domingos e feriados. Os telefones são o 199 e o 3277-8864.

Postos de Informação Turística

  • Aeroporto de Confins (Rodovia MG-10, Confins) – Funciona de sexta a sábado, dias 30 e 31 de outubro, das 8h às 17h, e de domingo a segunda, dias 1º e 2 de novembro, das 8h às 22h.
  • Aeroporto da Pampulha (Praça Bagatelli, 204, Aeroporto) – Funciona sexta, sábado e segunda, dias 30 e 31 de outubro e 2 de novembro, das 8h às 16h. No domingo, dia 1º de novembro, abre das 13h às 17h.
  • Centro de Referência Turística de Belo Horizonte Álvaro Hardy – Veveco (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 855, São Luiz) – Funciona de sexta a domingo, dias 30 de novembro e 1º de dezembro, das 8h às 17h. Fecha na segunda, dia 2 .
  • Mercado Central (Avenida Augusto de Lima, 744, Centro) – Aberto sexta e sábado, dias 30 e 31 de outubro, das 8h às 17h20. No domingo e na segunda, dias 1º e 2 de novembro, funciona das 8h às 13h.
  • Mercado das Flores (Avenida Afonso Pena, 1.055, Centro) – Aberto na sexta, dia 30 de outubro, das 9h às 18h, e de sábado a segunda, dias 31 de outubro e 2 de novembro, das 8h às 15h.
  • Rodoviária (Praça Rio Branco, Centro) – Aberto sexta, dia 30 de outubro, das 8h às 18h. Entre sábado e segunda, dias 31 de outubro e 2 de novembro, funciona das 8h às 17h.

Saúde

  • Unidades de Urgência do Hospital Odilon Behrens, UPAs, Central de Internações e Samu (192) e o Laboratório das UPA’s – Funcionam durante 24 horas por dia, todos os dias da semana.
  • Centros de saúde, laboratórios distritais e central, Centro de Controle de Zoonoses e Laboratório de Zoonoses – Funciona sexta, dia 30 de outubro, das 7h às 17h. Fecham entre sábado e segunda, 31 de outubro e 2 de novembro.
  • Serviços de Urgência Psiquiátrica Noturno – Funcionam normalmente entre sexta e segunda, dia 30 de outubro e 2 de novembro.
  • Cersams – Funcionam entre sexta e segunda, dia 30 de outubro e 2 de novembro, com escala de plantão no horário diurno e com expediente normal no noturno
  • Centros de convivência – Funcionam com escala por microrregião sexta, dia 30 de outubro. Fecham entre sábado e segunda, dias 31 de outubro e 2 de novembro.
  • Centros de Esterilização de Cães e Gatos – Fechados entre sexta e segunda, dia 30 de outubro e 2 de novembro.

Por: Victor Barboza

Belo Horizonte comemora na próxima segunda-feira, 8 de dezembro, o feriado municipal da Imaculada Conceição, padroeira da capital. A abertura dos estabelecimentos comerciais da cidade será facultada, e o comércio poderá funcionar normalmente. Conforme publicação no site da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH).

Mercado:
De acordo com negociação Coletiva de Trabalho de 2014, assinada entre o Sindilojas-BH e as lojas de rua e shoppings, a abertura é uma opção para os logistas.

Funcionários que trabalharem no dia terão direito a hora-extra, folga e outros benefícios.
Segundo a Associação Mineira de Supermercados (AMIS), os supermercados da cidade irão funcionar normalmente. A abertura das lojas está prevista na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

Transporte: O transporte coletivo funcionará no quadro de horários de domingos e feriados.

Coleta de lixo: A limpeza urbana funcionará normalmente entre amanhã (sábado) e segunda-feira.

Lazer: O Mirante do Mangabeiras (Rua Pedro José Pardo, 1.000, Mangabeiras) funciona normalmente das 10h às 22h.

O Parque Municipal Américo Renné Giannetti (avenida Afonso Pena, 1.377, Centro), abre na segunda de 6h às 18hrs.

Texto: Victor Barboza