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Por: Kedria Garcia

Com tema “Vendas para o Natal”, Belo Horizonte recebeu o 1º Congresso de Confeitaria de Minas Gerais, nos dias 21 e 22 de outubro. O Confeitar Minas 2017 chegou na capital trazendo diversos workshops, palestras, receitas e gastrônomos renomados, com a intenção de oferecer uma oportunidade de aperfeiçoamento para os profissionais da área. O evento realizado no Ouro Minas Palace Hotel, teve o foco no empreendedorismo feminino com o objetivo de preparar os participantes para aproveitar as novidades e tendências do mercado, visando o destaque da concorrência, o aumento das vendas e o aperfeiçoamento, além de incentivar o negócio próprio.

A administradora de marketing e confeiteira, Danielle Neves, que é organizadora do evento, conta como foi juntar as duas paixões: o doce e a formação acadêmica. “As duas coisas estão ligadas, quando se tem o produto a necessidade é de venda e de divulgação com toda as estratégias de marketing uma coisa casa com a outra, então é bem tranquilo, além de ser uma coisa que eu sempre fiz.”, destaca.

A doceira enfatiza que o congresso veio na contramão da crise, incentivando a transformação da cozinha em uma empresa, produzindo com qualidade. “A confeitaria principalmente nesse momento de desemprego, cresceu muito, muitas pessoas que perderam seus postos de trabalho migraram para a confeitaria.”, Neves completa dizendo que é um ramo muito democrático, pois abraça todo mundo, além de ser desafiador, motivo pelo qual muitos desistem “Tem que ter paixão para ingressar na área de alimentação”.

“Não adianta falar: ’vai ser só para ganhar dinheiro’, porque isso não funciona, tem que ter amor, tem que ter paixão.” Danielle Neves, organizadora do Confeitar Minas

Encantado pelo o mundo dos doces Felipe Nogueira de 23 anos, compareceu no Confeitar Minas como expositor, em sociedade com mais dois amigos, o jovem realiza o sonho de trabalhar com bolos. “Eu sempre gostei de cozinhar, particularmente eu gosto mais de fazer a parte de dentro dos bolos, os recheios, trazendo os sabores”, revela Nogueira que alega deixar a parte da criação para os parceiros. Segundo o confeiteiro, Belo Horizonte tende a crescer no ramo dos bolos. “Um exemplo claro disso é uma cliente que disse que às vezes precisava ir para São Paulo para encontrar bolos assim, ou seja, BH está crescendo bastante é uma coisa inovadora”.

Felipe Nogueira, expositor.

O congresso atraiu diversos públicos, como no caso da gestora financeira Silvana Oliveira de 48 anos, mãe da estudante Marília Oliveira de 14 anos, que compareceu para acompanhar a filha. “Acho importante essas feiras com palestras, principalmente para os estudantes que estão iniciando nessa área, pois eles querem desenvolver.” relata Silvana. Já Marília, fã de Master Chefe Júnior diz que pretende ingressar na confeitaria, “Cozinho desde os 12 anos e acho que é bom aprender com quem sabe mais que a gente.”, conta a estudante.

Geisiane Isabel, confeiteira

Geisiane Isabel de 25 anos, confeiteira há mais de 10 anos ficou sabendo do evento pelas as redes sociais, e é uma das participantes do grupo Empreendendo no Lar Doce Lar criado por Danielle Neves. “Falta crescimento na confeitaria, nos sentido que as pessoas precisam se aventurar mais, tanto os clientes a pedirem bolos diferentes como os confeiteiros se arriscarem a fazer.”, desabafa a participante e completa alegando que apesar da demanda ser pouca a capacitação é necessária. A jovem conta que aprendeu a profissão ajudando a mãe que produzia e vendia doces no trabalho, com o tempo foi se aperfeiçoando e conquistou a independência com os bolos no pote e tudo que a confeitaria proporcionou.

 

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Por Auspicioso Acapela – Coletivo parceiro Contramão HUB

Ela não quer reconhecimento. Ela não precisa disso. Uma coisa interessante é que, ela precisa apenas sentir que está atendendo às expectativas ou até mesmo superando-as. Não apenas em questão de estágios, mas também na faculdade e nos trabalhos pessoais, com os amigos e com a família. Resumindo, ela não gosta de decepcionar.

É uma característica complicada, para isso funcionar ela teria que ter o controle de tudo em suas mãos. Mas, ela não está sozinha. O mundo gira sem pedir permissão. As situações acontecem, não tem como controlá-las. Claro, ela não acha isso ruim. Só que, quando ela dá 110% em qualquer situação, tomando a frente para tentar resolver qualquer empecilho e de repente ocorre algo, que se perde o controle. Ela se sente mal e pior, ela decepciona. Ela murcha igual à uma flor ao não receber água.

O que não entra na cabeça dela é que, perder o controle quando se tem controle, é uma situação. Mas, ela não pode se sentir responsável se a situação não depende só dela. O mundo gira de um lado para o outro, de cima para baixo, de baixo para cima e as vezes solta algumas piruetas. E ai? Como se ter controle de uma coisa que realmente não se pode ter controle? Como a flor não murchar, se o tempo está seco.

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A exposição “Em Destaque” que tem cativado cada vez mais freqüentadores para a diversidade nas leituras, mudou o tema de exibição: “Única e Singular” é o nome que destacou as mulheres nos mês de março e que permanece até meados do mês de abril.
Localizado na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, o projeto foi criado pela Maria Helena e Alessandra Gino, coordenadora, explica que “Sempre são escolhidas datas específicas para cada tema, mas estamos abertos a sugestões”.
Para ficar com dois livros durante 14 dias. É necessário levar Identidade, comprovante de endereço e uma contribuição de R$3,00 (Três reais) adquirindo a carteirinha válida por dois anos. A biblioteca fica aberta ao público de segunda a sexta, das 8 às 20 horas e sábado de 8 às 13 horas.

Por Camila Sol