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Museu das Minas e do Metal confirma a participação em mais um ano na iniciativa mundial e convida internautas para tirar dúvidas sobre o acervo mineral

Por Keven Souza

O Ask a Curator ou Pergunte a um Curador é um evento global idealizado por Jim Richardson, fundador do MuseumNext, que convida museus do mundo todo a se mobilizarem com seus curadores para interagir com o público por meio da #AskaCurator nas redes sociais. Sendo uma ação que acontece desde 2010, se tornou um evento de sucesso que proporciona às pessoas questionarem os diferentes guardiões de patrimônios culturais, espalhadas pelo mundo, sobre os seus respectivos acervos e objetos sob seus cuidados. 

O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal, que participa da iniciativa desde 2013, estará novamente incluído na ação deste ano de 2021, com o propósito de se conectar com os internautas que se interessam sobre o universo dos minerais. A interação terá início no dia 14 de setembro, por meio das redes sociais (Facebook, Linkedin e Instagram) e vai até no dia seguinte (15) das 9 às 18 horas, para o público que quiser fazer perguntas e tirar dúvidas de assuntos relacionados às amostras minerais, critérios de guarda, atuação do setor e outros relacionados à função de curadoria, sendo direcionados a geóloga e responsável pelo acervo mineral do museu, Andrea Ferreira. Basta usar a #askacurator e marcar o @mmgerdau para participar. 

Espaço Cultural MM Gerdau

 

MM Gerdau e a curadoria de geociências 

O MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal, que tem como sede o Prédio Rosa, da Praça da Liberdade, datado de 1897, é um museu de ciência e tecnologia que apresenta, de forma lúdica e interativa, a história da mineração e metalurgia. Além de ser patrimônio cultural comprometido com memórias e experiências, atende da criança ao idoso, do estudante ao trabalhador, proporcionando o conhecimento através de 20 áreas expositivas, por meio de personagens históricos e fictícios, os minérios, os minerais e a diversidade do universo da Geociências. 

Ao fazer parte do Circuito Liberdade desde 2010, integra ao lado de inúmeros museus a responsabilidade na disseminação do conhecimento e da diversidade cultural através das coleções de diferentes tipologias, temas e assuntos. Exposições estas que só acontecem por meio do trabalho afinco e de alta performance de um curador, uma tarefa que surgiu no século XX, por volta de 1950, se referindo a cuidar e conservar todo o funcionamento e administração de um patrimônio cultural. 

No caso do MM Gerdau, por ser um museu voltado à ciência e à mineralogia, o curador deve ser um profissional da área das geociências, preferencialmente um geólogo – profissional que estuda e pesquisa as ciências relacionadas à terra para atuar no cargo. Andrea Ferreira, que é geóloga e a única curadora de Geociências do MM Gerdau, informa que, para um mineral se tornar relevante a ponto de ir para uma exposição, é preciso ele estar bem formado e preservado, possuir beleza e raridade, além de tamanho, e reter uma combinação de fatores que o fazem únicos e consideradas verdadeiras obras-primas da natureza. Ela, que é a responsável apta a responder as dúvidas e perguntas na ação do museu no Ask a Curator, tem o papel excepcional relacionado ao sistema de curadoria e abrange decisões importantes no patrimônio cultural do MM Gerdau. 

Exemplo do mineral Calcita, que faz parte da coleção Minerais do Brasil e está exposto na sala Professor Dr. Álvaro Lúcio, no MM Gerdau

Seu trabalho é cuidar da concessão das coleções de pesquisa, de reserva e de atividades didáticas; implementar e supervisionar o tombamento de acervo; controlar a movimentação, o empréstimo e a retirada de elementos das coleções; realizar palestras e encontro de colecionadores de minerais; fazer triagem de acervo proveniente de doações e permutas visando o tombamento e armazenamento de peças; organizar e limpar a exposição permanente com minerais; planejar e supervisionar exposições temporárias; entre outras funções. Por definição, tem também a missão de atrair novos olhares e visitantes para o museu ao selecionar e lapidar informações e peças que sejam destinadas ao público plural que se tem no Circuito Liberdade. 

O MM Gerdau, por ter um nicho dentro do campo da ciência, tem um público crescente a cada ano da iniciativa e se junta à comunidade mundial, que usa a #askacurator com o propósito de interagir com o público ou sanar dúvidas, em mais uma edição ao convidar a todos internautas para abrir mais um canal de comunicação, que vai além das exposições do museu. Sejam eles os apaixonados pelas riquezas minerais e acervos do museu ou aqueles que queiram saber mais sobre esse universo. “A expectativa é muito boa. Vejo como uma oportunidade da sociedade, como um todo, conhecer um pouco do trabalho do curador, porque muito deste trabalho fica nos bastidores. Logo, é também uma chance de divulgação da nossa atuação”, diz Andrea Ferreira, sobre a participação do MM Gerdau na ação do Ask a Curator. 

 

Circuito Liberdade

O Circuito Liberdade é um complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

 

Edição: Daniela Reis 

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Minas Gerais é o segundo maior estado com museus do país, segundo o Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), sendo no total de 319 espalhados pelas cidades mineiras, perdendo apenas para São Paulo. E hoje, 06, em comemoração aos 119 anos da capital mineira, o primeiro museu público de moda do Brasil, o MUMO, está aberto ao público.

Em 2012, Belo Horizonte já havia apresentado interesse pelo mundo da moda inaugurando o Centro de Referência da MODA (CRModa), e agora, o Castelinho da Bahia, sediará o novo museu.

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Castelinho da Bahia – Foto: Lucas D’Ambrosio

E para comemorar a inauguração, o museu preparou uma programação especial da terça-feira, 06, até a quinta-feira, 15, entre elas a mostra 33 voltas em torno da terra – memória e raízes da indústria têxtil de Minas Gerais. “O objetivo de abordarmos esse tema é trazer para o público a importância que ela teve, merecendo ser resgatada através de investimentos e do produto nacional, para que volte a ser competitiva”, explica a gestora do MUMO, Marta Guerra. “Ainda hoje, esse é o segundo segmento que mais emprega no país”, informa.

Com parte do acervo da Cedro Têxtil e do Museu de Artes de Ofícios (MAO), o tecido é o primeiro protagonista do espaço, com destaque no algodão e a tecelagem plana. “Como universo da indústria têxtil é muito amplo, resolvemos fazer um recorte focando o algodão”, esclarece o curador da exposição, Antônio Batista Santos.

“A Cedro Têxtil tem um museu na sua fábrica em Caetanópolis/MG, onde ela guarda toda a sua história. Boa parte desse acervo é de peças, maquinários de época, amostra de tecidos, materiais relacionados a estamparia da chita, foram enviados para essa exposição aqui em Belo Horizonte, para ficar durante seis meses aberta ao público”, explica o coordenador de comunicação da Cedro Têxtil, Eduardo Silva Soares.

O novo museu da moda (MUMO) fica localizado na Rua da Bahia, 1149, Centro, Belo Horizonte.

Texto: Amanda Eduarda

#FériasnoCircuitoCultural

“Poesia das Férias”

“Nós somos as férias , muito prazer …

Nós ressuscitamos a alegria de viver !

Nós somos irmãs do feriado ,

Que é alegre e animado !

Nossa mãe é a folga cheia de harmonia ,

Emoção , surpresa e fantasia !

Nosso pai é o descanso total ,

Fenomenal e especial !

Nós somos as musas do trabalhador ,

Que trabalha com suor e ardor !

Nós somos o remédio para o “ stress “ e para a fadiga …

Para quem está nervoso , somos as melhores amigas !

Nós gostamos de uma praia quente …

E de um parque fremente !

Nós somos as férias , muito prazer …

Nós ressuscitamos a alegria de viver .”

Poesia de: Luciana do Rocio Mallon

#FÉRIASNOMUSEU

No mês de janeiro o Espaço do Conhecimento UFMG oferecerá ao público uma programação especial para o período de férias. As atividades são gratuitas.

Oficina “Black Soul Music”

14, 15 e 16 de janeiro, às 15h

Estimativa de duração: 1 hora

Classificação indicativa: Livre

Número de vagas: Livre

A intenção dessa atividade será integrar a pluralidade cultural do Brasil e, especificamente, de Belo Horizonte, com o movimento do Quarteirão do Soul, sediado na Praça 7 e no Viaduto Santa Tereza, nos finais de semana. Esperamos despertar no público o “comichão” para o começo da dança – algo livre, inerente ao nosso ser, seguindo apenas nossos instintos e a vontade de nosso corpo, após escutar a musicalidade presente nesse ritmo de Black Soul Music.

Para mais informações sobre as atividades e oficinas que serão oferecidas, clique aqui .

  • MUSEU MINEIRO

Mostra PAREIDOLIA do artista Roberto Marques

A mostra apresenta ao público cerca de 80 obras em colagem com papel colorplus, sendo 20 trabalhos inéditos, concebidos especialmente para a ocasião. As obras fazem parte das séries elaboradas por Roberto Marques, comoSertão Encarnado, Grafismo, BH 100 anos, 5 cidades, entre outras.

Data: até 13 de fevereiro de 2016

Entrada: Gratuita

Local: Museu Mineiro – Sala de Exposições Temporárias

         Av. João Pinheiro 342 – Funcionários – Belo Horizonte – MG

Horário de Funcionamento:

Terças, Quartas e Sextas – de 10h às 19h

Quintas – de 12h às 21h

Sábados e domingos – de 12h às 19h    

  • CENTRO DE ARTE POPULAR – CEMIG

O Toque Mágico de Ricardo Costa – Esculturas

A religiosidade expressa na arte é o tema mostra O Toque Mágico de Ricardo Costa – Esculturas, em exposição no Centro de Arte Popular – Cemig. A mostra apresenta ao público uma seleção de 22 peças feitas em madeira, pedra-sabão e cascalho, de pequeno, médio e grande porte. As obras transitam entre temas religiosos por meio da representação de madonas, cristos e profetas. Outra faceta do trabalho do artista é refletir sobre a questão animal usando de sua inventividade.

Período da Exposição: até 14 de fevereiro de 2016

Entrada: Gratuita

Horário de funcionamento:

Terças, quartas e sextas-feiras: 10h às 19h

Quintas-feiras: 12h às 21h

Sábados e Domingos: 12h às 19h

Endereço: Rua Gonçalves Dias, 1608 – Bairro Funcionários    – Belo Horizonte/MG

Informações: (31) 3222-3231

MMGerdauMuseu das Minas e do Metal

DINÂMICAS

Classificação Livre

Horário: 12h30 às 17h

Exceto: Contação de Histórias – sessões às 13h, 15h e 17h

Hipertrunfo e Desvendando os sentidos: dia 21/01, às 16h e 21h

Espelhos e Mão aqui, pé acolá: dia 28/01, às 16h e 21h

Caça do Tesouro: Essa dinâmica propõe ao participante, por meio de brincadeiras e charadas, desvendar os segredos de nossa história e do universo dos minerais, utilizando a ciência e a tecnologia, presentes nas atrações do Museu, como principais meios para encontrar um grande tesouro escondido. Dias 8, 13, 16, 19, 27 e 30 de janeiro, de 12h30 às 17h00

Contação de História: O teatro de sombras “O retorno da rainha ao mar – a história de Iemanjá” e o teatro “Cinco pedrinhas saem em aventura” vão despertar a curiosidade da criançada. E ainda tem a história da implantação da nova capital de Minas Gerais e suas lendas urbanas! Outros contos e histórias também podem acontecer no MM Gerdau. Dias 6, 8 e 15 de janeiro e dia 5 de fevereiro, sempre às 17 horas

Dinâmica de Cosmogonia: Cosmogonia é uma palavra de origem grega que, em sentido lato, significa “O Nascer do Mundo”. É assim o nome dado às narrativas míticas que desenvolvem respostas para o grande mistério da Origem. Assim, pretende-se discutir com os participantes diferentes cosmogonias na atração da Matéria-Prima. Os participantes serão convidados a contarem suas histórias e elas poderão ser postadas, posteriormente, no canal do Museu no YouTube. Dia 2 de fevereiro, às 17 horas

Dinâmica Desvendando os sentidos: Os participantes serão vendados e direcionados para uma atração onde serão estimulados a sentir e expressar as sensações do espaço por meio dos demais sentidos (audição, tato, paladar, olfato). A ideia é provocar diferentes percepções do espaço. Dias 13 às 12h30,16 às 16h00 e dias 21 e 27 às 21h00

Dinâmica Mão aqui, pé acolá: Na atração Chão de Estrelas, com o objetivo de descobrir as diferenças entre os minerais (forma, cor, tamanho, brilho) e suas possíveis utilizações, os participantes serão convidados a se desdobrarem com mãos e pés para identificarem os minerais! Dois dados serão jogados simultaneamente e o desafio é posicionar uma parte do corpo no mineral que o dado mandar! Tem que ter jogo de cintura! Dias 7 e 16 às 15h00, dia 20 às 19h00 e dia 23 às 12h30  

OFICINAS

Classificação Livre

(Exceto Oficinas de Cristais e Light Painting e Hologramas, a partir de 7 anos)

Horário: 12h30 às 17h

Exceto: Oficina Um Selfie no Museu, dia 14/01, das 15h30 às 19h

Oficina Light Painting e Holograma, dia 21/01 e 28/01, das 19h às 21h             

Oficina Alquimistas no Museu: Em um laboratório, os participantes poderão realizar experiências, cujos temas perpassam por questões abordadas no Museu, de forma lúdica e didática. Para fomentar essa ação, os experimentos feitos pelos participantes serão transmitidos no videowall e, posteriormente, postados no canal do Museu no YouTube. Dias 19, 20, 21, 22 e 26, 27, 28 e 29 sempre às 12h30

Oficina Holograma de Bolso: Será apresentada a técnica de criação de holograma portátil com a utilização de tablets e/ou celulares. Os participantes terão a oportunidade de produzirem seus próprios moldes de acetatos para reproduzirem, no mesmo instante e posteriormente, seus hologramas. Dias 22, 28, 29 às 15h00

Oficina de Light Painting e Holograma: Apresentar a técnica fotográfica de Light Painting (pintura com luz), que possibilita o registro de movimentos de origem luminosa, criando imagens surreais, que somente poderão ser vistas por meio dos registros fotográficos. E, também, apresentar a técnica de criação de hologramas conhecida comoPapper’s ghost, desenvolvida em 1858, pelo químico britânico John Henry Pepper. Hoje, essa técnica é muito utilizada no teatro e em alguns truques de magia que fazem o objeto desaparecer e reaparecer, ficar transparentes ou transformar-se noutros objetos . Dias 21e 28 às 15h00

Oficina de Máscaras: A partir de imagens de máscaras de diferentes etnias e tempos históricos, os participantes terão a oportunidade de confeccionar máscaras de diversas culturas. Faça sua própria máscara e leve-a para casa! Dias 2, 3, 4 e 5 às 12h30

Oficina Um selfie no Museu: Já que a moda é o selfie, por que não fazê-lo no Museu? Técnicas e dicas básicas para fotografar com celular ou tablet serão apresentadas, além de estimular o “olhar” fotográfico para o registro de paisagens e ambientes. As fotos serão tiradas nos espaços do Museu a fim de estabelecer conexões entre memória e patrimônio. Todos os dias de funcionamento entre 12h30 e 17h00

Obs: os participantes deverão ter seus próprios aparelhos móveis dotados com câmera fotográfica e cabos para descarregar as fotos.

Para mais informações sobre o circuito de férias acesse ao link.

 

Por Amanda Aparecida

Foto de: Julia Guimarães

 

Foto: Gael Benitez

Dia de Los Muertos

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Foto: Divulgação

O Arcângelo Café promove mais uma de suas festas undergrounds, agora em especial a comemoração do Dia dos Mortos. Com rodada dupla de tequila e rabo de galo, a mesa de som é comandada pelo Dj Dáblio Slama. Ah, a festa é a fantasia e tem prêmio pra melhor!

ONDE: Arcângelo Café, no Edifício Maletta, Rua da Bahia 1148.

QUANDO: Sábado, 07/11, a partir das 20h.

QUANTO: De graça.

MAIS INFORMAÇÕES: AQUI

 

Festival Luminária

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Foto: Divulgação

Já em sua segunda edição o Luminária é um festival exclusivamente colaborativo, que reúne e conecta imagem, música, pessoas e movimento, valorizando a arte como um todo e democratizando o seu fazer a partir de ações no espaço urbano. Com instalações, mini mostras de curtas, Djs e feirinha com venda de produtos artísticos.

ONDE: Museu Mineiro, Av. João Pinheiro, 342.

QUANDO: Sábado, 07/11, a partir das 12h.

QUANTO: De graça.

MAIS INFORMAÇÕES: AQUI

 

Praia da Estação Especial #FORACUNHA

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Foto: Divulgação

A badalada praia da estação volta em clima de protesto, com a junção do ato contra Eduardo Cunha e o projeto de lei 5069. A concentração começa na Praça da Liberdade às 9h e desce para a Praça da Estação até 12h.

ONDE: Praça da Liberdade até Praça da Estação.

QUANDO: Domingo, 08/11, 9h.

QUANTO: De graça.

MAIS INFORMAÇÕES: AQUI

 

 

Lumiar – Festival Interamericano de Cinema Universitário

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Foto: Divulgação

Em sua segunda edição, o Lumiar, festival realizado pelo curso de Cinema e Audiovisual do Instituto de Comunicação e Artes do Centro Universitário UNA, terá exibição de filmes em diversas mostras, palestra, debate e oficinas. Oferecendo um panorama da produção universitária de diferentes países das Américas do Norte, Central, Sul e Caribe.

ONDE: Cine Humberto Mauro (Palácio das Artes – av. Afonso Pena 1.537, Centro), nas dependências do ICA|UNA (campus Liberdade – Rua da Bahia, 1.764, Lourdes), no Teatro do ICBEU (campus Liberdade – Rua da Bahia, 1.723, Lourdes) e na Benfeitoria (Rua Sapucaí, 153, Floresta).

QUANDO: 6 a 12 de novembro.

QUANTO: De graça.

MAIS INFORMAÇÕES: AQUI

 

15 Anos do Festival Internacional de Bonecos

Foto: Guto Muniz
Foto: Guto Muniz

Em comemoração a 15ª edição do evento, Guto Muniz, fotógrafo oficial do Festival, propõe uma exposição fotográfica retrospectiva. Com duzentos e cinquenta fotografias em alto acabamento, que resgatam todos os espetáculos que se apresentaram, reafirmando assim, a grande abrangência do festival.

ONDE: Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450 – Funcionários).

QUANDO: 4 a 22 de novembro.

QUANTO: De graça.

MAIS INFORMAÇÕES: AQUI

 

 

 

Inaugurado em 2008, o Museu Inimá de Paula completará cinco anos no próximo dia 28 de abril, e, a partir de amanhã, o público frequentador do local já poderá acompanhar os eventos de comemoração, com a primeira edição de 2013 do projeto Sinfônica no Museu, que levará ao Inimá a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. “Traremos a boa música clássica para a Rua da Bahia, que é um polo cultural da cidade”, declara a Coordenadora de Arte e Educação do Museu, Gabriella Navarro.

A expectativa da coordenadora é que o sucesso do ano anterior seja repetido, já que todas as edições do projeto no ano passado tiveram lotação máxima. Ainda de acordo com Gabriella, para a apresentação de amanhã, que começará às 20h, serão disponibilizados 300 assentos, além do mezanino do museu.

A diretora artística da Fundação Clóvis Salgado (FCS), Edilane Carneiro informa que A Orquestra Sinfônica de Minas Gerais interpretará a obra Concerto em Lá menor, para Violoncelo e Orquestra, de Camille Saint-Saëns, compositor e pianista francês, nascido na segunda metade do século XIX. Edilane ainda acrescenta que o corpo artístico executará, em seguida, a Sinfonia nº 3 Escocesa, de Felix Mendelssohn, autor da famosa Marcha Nupcial Sonho de Uma Noite de Verão.

A diretora da FCS analisou que “é muito importante para a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais apresentar-se no Museu Inimá de Paula, espaço cultural que possui uma qualificada programação artística e excelentes condições técnicas”.

A administração do museu programou também outro evento comemorativo. No dia 19 de março, acontecerá a inauguração da exposição “Do moderno ao contemporâneo”, que irá apresentar cerca de 40 obras de renomados artistas como Di Cavalcantti e Burle Marx.

O Museu Inimá de Paula fica na Rua da Bahia, 1201, Lourdes. A entrada é gratuita.

Por Marcelo Fraga

Foto: Hemerson Morais

O poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade é o homenageado da vez no projeto Café com Poesia do Museu das Minas e do Metal. O evento integra as Noites Drummonianas e recebe nesta quinta, 25, o poeta Wilmar Silva e o músico Celso Adolfo. Segundo Silva, o grande diferencial de Drummond é a sua capacidade dele de refletir através da poesia sobre a ‘natureza humana’. “Isso o coloca como um dos maiores poetas de todos os tempos. Não tenho a menor dúvida de que Drummond é um escritor que falou de seu tempo, mas conseguiu transcender o tempo em que ele viveu”, avalia.

O músico Celso Adolfo fará uma apresentação especial com repertório falado e cantado das muitas Minas Gerais. “A interpretação que Drummond foi capaz de fazer da vida e de todos os seus fatos é impressionante, e uma versão muito especial”, relata. Adolfo ressalta que para qualquer pessoa que goste de leitura, sempre é tempo de iniciar-se nessa prazerosa tarefa que é conhecer Carlos Drummond de Andrade. “A homenagem a Drummond já é um atrativo em si mesmo”.

Para Wilmar Silva,Drummond é um artista universal. “Em qualquer lugar do mundo as pessoas se identificam com a poesia dele, porque ele falava do homem, e os conflitos do ser humano são os mesmos, desde a idade da pedra lascada, das cavernas. É claro que passamos por revoluções, mas as questões do ser humano continuam sendo as mesmas, sobre a sua condição no mundo e o desejo de amar e ser amado”.

O poeta acredita, ainda, que os textos de Drummond são atemporais. “A sua linguagem é uma linguagem de fácil acesso e de fácil compreensão para todas as pessoas, independentemente do seu grau de formação. A poesia de Drummond abre uma grande perspectiva para a sensibilidade humana. Eu vejo que pessoas de diferentes idades e de diferentes níveis sociais e culturais compreendem e por isso ela continua atual, continua sendo uma poesia do tempo presente”.

A equipe do CONTRAMÃO foi às ruas homenagear Drummond e registrou, na Praça Liberdade, pessoas declamando o poema “Destruição”. Veja:

Por Ana Carolina Vitorino e Rute de Santa

Fotos: Divulgação do evento

Vídeo: Mariah Soares