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Palestra

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Hoje, às 19h, o campus Aimorés do Centro Universitário Una realiza discussão sobre temas relacionados à diversidade no minicurso “Diversidade e Alteridade”. O professor Pedro Henrique Menezes conduz o evento, que ele acredita ser importante para o viés acadêmico.

Na última sexta-feira, 26, o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi aprovado nos Estados Unidos. A decisão, vinda da Suprema Corte do país, legaliza esse tipo de união em todos os estados. No Brasil, a união estável homoafetiva ocorre desde 2011, e as celebrações em cartório, desde 2013.

“Esse minicurso vem em um ótimo momento. No mundo e também no Brasil, o reconhecimento dos direitos LGBTs, entendidos como direitos humanos, tem avançado, como mostra a recente decisão nos Estados Unidos. Para os futuros profissionais do Direito da Una, é uma excelente oportunidade para debater o que representa esse avanço”, elogia o professor, Roberto Alves Reis, coordenador do projeto de extensão Una-se contra a Homofobia, do Centro Universitário Una.

Promovido pela coordenadoria do curso de Direito da instituição, o evento é aberto ao público e tem entrada gratuita. Os participantes receberão certificados.

Por Gabriel da Silva e Júlia Guimarães

Com o objetivo de comemorar os 115 anos da cidade de Belo Horizonte, a Biblioteca Pública Luiz de Bessa realiza a palestra “Pequena História da Praça da Liberdade”, que será realizada na próxima terça-feira, dia 11, às 15h, na Sala de Cursos do Anexo Professor Francisco Iglesias.

A palestra será ministrada pelo professor de História da Economia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Roberto Martins Borges. “Resolvemos chamar o professor Roberto porque ele é um pesquisador da Praça da Liberdade, eu assisti a palestra dele no  Arquivo Público Mineiro e achei interessante”, comenta a pedagoga (profissões e cargos sempre com iniciais minúsculas) e idealizadora do projeto, Maria Helena.

Exposição BH Cultural

O evento conta ainda com a participação dos jovens aprendizes da Associação Profissionalizante do Menor (ASSPROM). Segundo Maria Helena, os jovens tem que conhecer o entorno do local onde trabalham. “Eles vêm três vezes por semana e, grupos de cinco ou seis pessoas, para pesquisar sobre a praça”, explica.

Segundo Denise Gomes, psicóloga das ASSPROM, o objetivo da participação dos alunos neste projeto é abrir os horizontes dos alunos para temas culturais. “Trabalhamos com alunos que têm vulnerabilidade social, então eles não têm acesso a este tipo de conteúdo”, relata.

 Além da palestra os visitantes podem ainda conhecer uma pequena exposição de livros que contam a história da capital mineira. Para programação completa clique aqui.

Por João Vitor Fernandes, Paloma Senna e Adilson Junior ( Vestibulando de Jornalismo).

Foto: João Vitor Fernandes

O Centro Universitário UNA promoveu, na noite de ontem, uma palestra com o jornalista e editor executivo da revista Istoé, Klester Cavalcanti. O jornalista foi correspondente na guerra da Síria em maio deste ano. Klester contou ao público presente no Teatro ICBEU sobre os dias em que ficou detido pelo governo local e sobre as torturas que sofreu. “Ele sofreu tudo isso, mas conseguiu um relato mais puro, longe da censura do governo Sírio”, afirma o estudante do 2º período de Jornalismo, Horácio Fialho.

Durante cerca de uma hora e meia, os expectadores ouviram a descrição dos fatos ocorridos durante os dias em que Klester permaneceu no Oriente Médio. Além disso, houve um tempo reservado para perguntas da plateia. “Achei a palestra muito interessante, não foi cansativa. Tirei de lição que não devo por em prática sonhos que coloquem em risco minha vida”, comenta a estudante Juliana Costa, 20.

A experiência na guerra levou Klester Cavalcanti a escrever o livro Dias de Inferno na Síria recentemente publicado e, ao final da palestra, foram sorteados alguns exemplares para o público. Houve ainda uma sessão de autógrafos.

Por Marcelo Fraga e Paloma Sena

Foto: Raul Richard

 Está aberta a temporada de conhecimento no Centro Universitário UNA. O Vitrine 2012/02, que reune os trabalhos acadêmicos de TIDIR (Trabalho Interdisciplinar Dirigido) dos alunos, além de promover palestras com profissionais renomados, na última segunda-feira, 26, foi aberto com a palestra  “Criação: Comunicação e estratégias de criatividade, chamou a atenção dos alunos de Publicidade e Propaganda e Relações Públicas”.

 A palestra teve como objetivo mostrar para os futuros profissionais a importância da comunicação e da criatividade. Os palestrantes Guilherme Guerra, Dan Zecchinelli e Gustavo Greco passaram um pouco de suas experiências e bagagens profissionais para os alunos. “Quando eu recebo esse tipo de convite e sempre muito prazeroso poder compartilhar um pouco da minha experiência. Esses encontros são bons pra mim também porque a gente sempre saí aprendendo alguma coisa”, conta o diretor da Greco Design, Gustavo Greco.

 Em tempos onde a informação é rápida e de fácil acesso a todos essa velocidade pode não ser tão necessária na hora de se planejar algum plano estratégico de marketing ou uma campanha publicitária. “Sempre haverá conflitos de geração eu sou da geração x e vou viver com a geração y, Essa geração é muito imediatista, isso é um problema, quando você trabalha em uma empresa com essa geração você tem que mostra pra ela que existe um tempo que precisa ser respeitado na hora de executar trabalhos”, declara o diretor executivo do Grupo Minas Marcas, Guilherme Guerra.

As pessoas estão com um certo vicio de fazer sempre as mesmas coisas porque elas acham que vai dar certo, mas na realidade tem grande chances de dar errado, “ A criatividade que faz com que a sua estratégia de marketing possa dar der certo. Ela é essencial”, afirma o diretor de criação da agência Filadélfia, Dan Zecchinelli.

Os palestrantes além de passarem suas vivências aos futuros profissionais, serviram de inspiração para os alunos, “O mais interessante na palestra foi sobre a publicidade aqui em Minas Gerais, e que não devemos desistir dos nossos objetivos e que a gente como profissional podemos crescer na área que vamos atuar, ele mostrou isso é possível através da história dele foi uma inspiração”, o estudante do 2º de Publicidade Diobert Souza.

Público da palestra

Por: Ana Carolina Nazareno

Foto: Ana Carolina Vitorino

A declaração já conhecida “quem ama o feio é porque o bonito não aparece” do Barão do Itararé, foi uma das frases citadas na noite de quarta-feira, 31, na Casa UNA de Cultura pelo professor da PUC-Minas, da Fundação Dom Cabral e programador Cultural da Casa UNA, Guaracy Araújo, que ministrou a palestra “o riso contra o poder”.

A ideia geral da palestra foi mostrar como muitas vezes escritores, filósofos, pensadores e humanistas, de um modo geral, usaram o riso como ferramenta para denunciar. “Em muitos momentos da história a gente tem exemplo de situações nas quais o uso do riso foi uma ferramenta para mostrar aquilo que não podia ser dito diretamente”, esclarece. “A ideia foi também lidar com a expectativa de, por meio do riso, mostrar o mundo de cabeça para baixo, pois o riso tem esse poder desestabilizador”, destaca.

O riso tem várias formas, mas a sua forma clássica é a ironia. Por meio dela que se encontra uma maneira de tornar as coisas visíveis e de brincar com as coisas, de usar da linguagem de forma que gere uma impressão de ambiguidade. “A partir da ironia é possível a gente ver como o riso é capaz de suscitar as pessoas numa percepção daquilo que, na realidade, elas não manifestam diretamente ou manifestam às vezes de uma forma sutil”, explica Araújo.

Durante a palestra, Araújo falou sobre personagens de várias fases da história que com poemas, textos e anedotas despertavam muitos risos, dentre eles estão: Diógenes o cão, Alexandre o grande, os bobos da corte, Gregório de Matos, Voltaire, com suas críticas à Igreja e aos poderes políticos. Na Modernidade, foram destaques Swift e Karl Kraus. Já na Antiguidade, o destaque foi Júlio César. Já no século XX, foram citados Oscar Wilde por meio de sua frase: “Quando era jovem achava que o dinheiro era tudo, hoje tenho certeza”; George Bernard Shaw, o jornalista e crítico H.L Mencken, o grande frasista Winston Churchill, Dorothy Parker, Millor Fernandes, com suas piadas sobre o Sarney e o Collor; e Wood Allen. No século XXI, foi destacado o humor involuntário de George W. Bush

“O riso é uma percepção, um momento, uma situação em que todo mundo sabe o que é, todo mundo se reconheci nisso e a partir daí faz com que seja possível usá-lo como um instrumento muito eficaz de crítica política”, destaca Guaracy. “A ironia é a forma mais famosa, mas a sátira, a alegoria e até mesmo a caricatura são maneiras através das quais se pode fazer rir. Rir é fazer as pessoas pensarem também”, conclui.

Guaracy Araújo durante a palestra
Guaracy Araújo durante a palestra

Boa embalagem

O tempo todo se percebe a relação entre o riso e o poder nos jornais. “O riso embala bem as coisas, aquilo que parece muito doloroso, muito difícil e até muito ofensivo, o riso de certa forma atenua isso, além do mais quando as pessoas são capazes de rir de alguma coisa, elas também são capazes de se identificar e se posicionar em relação àquilo”, afirma Araújo.

Ainda segundo Araújo o riso em todas as suas formas “o riso faz com que a gente, ao invés de perceber as coisas de uma forma rotineira, perceba de uma forma transformada. Em muitos momentos da história, essa ferramenta foi usada”, finaliza.

Por: Bárbara de Andrade

Fotos: Jéssica Moreira e Marina Costa


O Museu das Minas e do Metal (MMM) vai promover, o dia 5 de maio, duas palestras que garantem discutir temas relevantes para a humanidade. A primeira palestra será sobre terremotos e tsunamis, das 19h às 20h, e a segunda fará um paralelo sobre as usinas nucleares e a contaminação radioativa, das 20h15 às 21h15.

As palestras serão realizadas no auditório Bateia do Museu. O evento faz parte do cronograma de atividades do Museu de Minas e do Metal para comemorar o Ano Internacional da Química 2011.

A estudante Tereza Maria, que passeava pela Praça da Liberdade, disse que fará o possível para estar presente. “Acho legal as pessoas discutirem sobre os fenômenos naturais que vem acontecendo”, afirmou.

As palestras têm entrada franca, mas com vagas limitadas. Para fazer a sua inscrição ou saber mais informações é só acessar o site www.mmm.org.br ou ligar (31) 3515-7200.

Por: Raphael Jota

Foto: Raphael Jota