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Prefeitura de Belo Horizonte

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Finalmente, a cidade de Belo Horizonte conheceu o novo prefeito que irá chefiar a prefeitura a partir de 2017. No domingo, 30, o candidato Alexandre Kalil (PHS) venceu o segundo turno das eleições municipais da capital mineira. Com 52,98% dos votos válidos, Kalil superou seu concorrente e, até então favorito, o candidato João Leite (PSDB) com uma vantagem de 5% de diferença.

Alexandre Kalil é natural de Belo Horizonte e empresário do ramo da construção civil. Assim como o seu pai, Elias Kalil, ele foi um dos presidentes do time de futebol da cidade, o Clube Atlético Mineiro. Com 57 anos, Kalil se consagrou prefeito da cidade no primeiro pleito por ele disputado. No ano de 2014, candidatou-se para as eleições federais concorrendo a Deputado Federal, em Brasília. Porém, durante a campanha, desistiu de concorrer ao mandato no legislativo federal.

Apresentando-se como uma figura “não política”, seu discurso direto e muitas vezes direcionado às classes mais carentes da população, por meio de uma forma simplista, o tornaram figura popular durante o primeiro e o segundo turno que, até então, era liderado por outros candidatos, já conhecidos da população, como o peessedebista João Leite.

742.050 eleitores somam abstenções, votos brancos e nulos

Assim como no primeiro turno, o que chamou a atenção foram os números de abstenções, votos brancos e nulos. No total, 742.050 eleitores deixaram de ir às urnas ou não optaram por um dos dois candidatos válidos que disputaram a prefeitura de BH. Esse número representa 38,49% do número de eleitores da cidade. Mas, esse número foi superior aos votos conquistados por Alexandre Kalil, que representaram 628.050 votos.

A partir de 2017, na Câmara dos Vereadores da cidade, o prefeito eleito terá o apoio direto de quatro novos vereadores que pertencem ao seu partido, Oswaldo Lopes, Gabriel Azevedo, Wesley da Auto Escola e Hélio da Farmácia. Ao longo dos próximos quatro anos, o novo prefeito terá pela frente o desafio de cumprir com as promessas realizadas durante a sua campanha, dentre elas: ampliar a quantidade de crianças matriculadas em ensino pré-escolar; aumentar as políticas públicas destinadas para diminuir o número de acidentes no trânsito; auditar as ciclovias existentes na cidade; criar a Secretaria da Cultura; fiscalizar pontos de maior vulnerabilidade da segurança e a ampliação e cobertura do programa Saúde da Família e dos Núcleos de Apoio à Saúde Familiar.

Fotografia e Reportagem: Lucas D’Ambrosio

São homens, mulheres, crianças e idosos. A população em situação de rua aumentou em 52% segundo o censo realizado em 27 de novembro de 2013 e divulgado nesta sexta-feira, 25. Em 7 anos (data do último censo, realizado em 2006), passou de 1.200 para 1.827 pessoas vivendo em situação de rua. Na maioria dos casos, drogas, álcool, brigas familiares e desemprego são as causas para saírem de casa e viverem na rua.

A Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS) estabeleceu obrigação das administrações estaduais e municipais e federal de criarem programas sociais que permeasse à situação dos moradores de rua. A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) criou a Unidade de Acolhimento Institucional de pós-alta hospitalar para atendimento de pessoas em situação de rua. Ainda muito pouco tem para se falar do serviço, mas, de acordo com nota divulgada pelo Diário Oficial do Município (DOM), o serviço pretende acolher moradores em situação de rua pós-atendimento hospitalar e que, diagnosticado por médicos e assistentes sociais, não estejam aptos a retornar às ruas ou aos abrigos que recebem para pernoite.

Nos dois últimos anos, a imprensa bombardeou a sociedade com notícias alarmantes de política higienista por parte da PBH e por pessoas intolerantes. Agentes municipais e Polícia Militar (PM) têm passado pelas ruas e recolhido os pertences pessoais das pessoas em situação de rua.

É de grande importância a atuação dos albergues e Centro Nacional de Defesa dos Direitos Humanos da População em Situação de Rua e Catadores de Materiais Recicláveis (CNDDH) que abrigam as pessoas em situação de rua. Mas em conjunto com essa ação, é preciso que haja a reintegração dessas pessoas em atividades e que possam recolocar os indivíduos dentro do contexto social, como reabilitação contra as drogas, ofertas de emprego e oportunidades de estudo por exemplo.

Por: Lívia Tostes

Divulgação: Júlia Portuense

Hoje, às 17h ocorreu mais um Duelo de MCS em frente à Prefeitura de Belo Horizonte. No convite realizado pelo Facebook, os rappers explicaram que o motivo desta edição do duelo se deve à falta de resposta à solicitação feita à Procuradoria Geral do Município. Esta solicitação diz respeito à garantia da isenção das taxas públicas, além do licenciamento do Duelo de MCS e do Família de Rua Game of Skate.

No mês passado, os organizadores decidiram realizar os duelos na Praça João Pessoa, localizada no bairro Santa Efigênia. Quando solicitaram os alvarás de licença da Prefeitura, não ficou claro se haveria a isenção das taxas que não eram cobradas antes.

O duelo originalmente ocorria nas noites de sexta, embaixo do viaduto Santa Tereza, mas com o espaço fechado para reforma desde março, os rappers vêm à procura de um novo local que publico onde podem realizar os duelos. No fim da descrição sobre o evento, eles informam que irão “exercer  nosso direito de ocupar os espaços públicos da cidade e realizar mais uma edição do Duelo de MCs na porta da Prefeitura”.

A estudante de jornalismo Fernanda Fernandes, 21, foi pela primeira vez ao duelo “é muito bom e as pessoas são super educadas, você consegue conversar com todos com facilidade, eu não sabia que o duelo existia, mas agora eu sei e tem um ritmo muito legal, fora do que eu estou acostumada a ouvir”. Os organizadores informaram que ainda não tem um novo duelo marcado.

Veja a nossa galeria de fotos do inicio do duelo.

Por Juliana Costa

As obras de reivintalização da Praça da Savassi têm sido vistas por muitos como transtorno absoluto, mas a expectativa de término das obras é grande. Para muitos, o resultado vai ser muito bom.

Assista ao vídeo:

As obras começaram em março deste ano e fazem parte do Programa Centro Vivo, que visa a recuperação de áreas da região central de Belo Horizonte. Do Programa, estão em andamento os projetos de requalificação da região do entorno do Mercado Central e a revitalização da avenida Amazonas, no trecho entre o Boulevard Arrudas e a rua Espírito Santo.

Os investimentos previstos são superiores a R$ 8 milhões. As obras da praça Raul Soares, escolhidas pela população no Orçamento Participativo Digital, estão adiantadas. Diversas áreas da cidade já foram revitalizadas, como trechos das ruas Rio de Janeiro e Caetés e as praças Sete e da Estação. Também integrou o programa o remanejamento dos trabalhadores informais para os shoppings populares.

Requalificação

Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte, a requalificação da Praça da Savassi é uma antiga reivindicação dos comerciantes e moradores da região e tem como objetivo resgatar a unidade visual da praça e melhorar a qualidade das calçadas.

Ainda de acordo com a Prefeitura, o empreendimento prevê o alargamento e elevação das travessias, novo desenho de piso no cruzamento,  extensão da praça nos calçadões e colocação de quatro fontes idênticas nas quatro pontas centrais da praça.

Abaixo a simulação do término das obras:

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As medidas adotadas pela Prefeitura para amenizar os impactos para a população foram: a obra está sendo feita de forma que garanta o acesso ao comércio, trânsito local para acesso às garagens e passagem de pedestres. “Tudo devidamente discutido e analisado com a comunidade local, como é praxe da Prefeitura de Belo Horizonte de 1993 até os dias atuais”, garante Fabiana Rabelo, da Gerência de Comunicação e Mobilização Social.

“Além disso, a administração municipal tem uma equipe especialmente dedicada ao bom andamento das obras na Savassi. Com um número de telefone à disposição (3277.8139) e um e-mail obras@pbh.gov.br para receber críticas ou sugestões”, informa Fabiana Rabelo.

A PBH defende, por meio da Gerência de Comunicação e Mobilização Social, que as obras agregam em ganhos financeiros e culturais para a cidade. “Após a requalificação, o local terá valorizado a diversidade de suas atividades e se consolidado como um espaço para encontro de todos”, explica Rabelo.

Passagem para pedestres
Passagem para pedestres

Mais informações sobre o Programa Centro Vivo, acesse o site:

https://portalpbh.pbh.gov.br

Os comerciantes não estão satisfeitos

Na manhã do dia 4 de agosto, entre 11h e meio-dia, os comerciantes próximos ao local das obras da Savassi fecharam as portas e, juntamente, com o Sindilojas-BH, fizeram uma manifestação para protestar contra a lentidão das obras. Houve discurso sobre trio elétrico, charanga e distribuição de panfletos para os pedestres.

De acordo com Fabiana Rabelo, a Secretária de obras reitera que a obra está dentro do cronograma e segue rigorosamente todas as normas técnicas relativas a um empreendimento dentro da área urbana.

A previsão de término das obras é março de 2012.

Por: Bárbara de Andrade

Fotos: Felipe Bueno

Edição e Imagens: Vanessa COG

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Música, animação e muita alegria tomaram conta da mobilização para defender os direitos das crianças e dos adolescentes. A ação realizada pela Prefeitura de Belo Horizonte, na tarde do dia 5 outubro, começou na Praça da Estação e foi até o Parque Municipal reuniu varias crianças, adultos e professores, totalizando cerca 2 mil pessoas.


As crianças e adolescentes foram os grandes responsáveis pela festa, engajados no projeto Escola Integrada, no qual os estudantes recebem incentivo para aprender, entre as modalidades dos saberes estão teatro e música.


Os alunos das escolas públicas de Belo Horizonte se concentraram no Centro de Referência da Criança e do Adolescente (antigo Miguilim Cultural) ao lado da Praça da Estação e se direcionaram em um belo cortejo passando pela Avenida dos Andradas até chegar a Praça do Sol, localizada no Parque Municipal.


Bastante entusiasmados com a apresentação, as crianças e adolescentes dançavam ao som de tambores e soltavam gargalhadas ao ver as apresentações de teatro. “É importante esse momento de socialização, encontrar com outros estudantes, ainda divulgando as atividades que são realizadas com tanta dedicação. O resultado é fantástico” declara a vice-diretora da Escola Municipal Professor Tabajara Pedroso, Ângela Garcia, da região de Venda Nova.


Em sua primeira edição o evento também contou com apresentações do Corpo de Bombeiros e seus cães, teatro Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) e grupo de teatro Associação de Municipal de Assistência Social (Amas).A ação enfatizou os principais direitos das crianças e adolescentes de acordo com Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que neste ano comemorou 20 anos.

O cortejo, além da Prefeitura de BH, foi organizado pela Amas e pelo Conselho Social da Criança e Juventude.

Confira o video:


Texto: Iara Fonseca