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Após mudança de nome, a cafeteria fechou parceria com a Una a fim de auxiliar na inovação da marca visando mais requinte e sofisticação.

Por Keven Souza

Existem alguns pequenos prazeres na vida, para os amantes de café, não há explicação lógica que atenda à dimensão do sentir o aroma e sabor da bebida. Não importa se a pessoa é entendedora de grãos, se acrescenta açúcar ou chantilly, o que realmente conta de fato é a qualidade e as distintas sensações que o café pode fornecer. Tem quem goste de cafés especiais, aqueles que seguem padrões de qualidade, diversidade e processo. Para este estilo, são exigidos cuidados especiais de cultivo e preparo por conter propriedades intrínsecas, a fim de oferecer uma bebida “premium” com aspectos sensoriais.

Em Belo Horizonte, a Manní Cafés Especiais é uma cafeteria que tem como propósito oferecer interações sociais, além de uma experiência em cafés com diversidade de origens e de métodos de preparo. Carrega consigo a sustentabilidade dos produtos que comercializam, além de trazer com excelência e com procedência, a vocação natural para produzir grãos de qualidade e incentivar o comércio direto entre o produtor e toda a cadeia de valor do café especial. 

Por estar dentro da Una Cine Belas Artes não só acreditam em pessoas, como também se movimentam por elas e para elas, é um espaço que valoriza todo o caminho da bebida e o que está além da xícara. Nesta perspectiva, entende que assim como pessoas, marcas tendem a se mover e precisam evoluir. Por isso, ao existirem para representar a essência do café premium, a cafeteria passou por uma reformulação de identidade visual a fim de inovar a marca visando mais requinte e sofisticação. 

Na decisão, a Fábrica (coletivo dos laboratórios de economia criativa da Una), através da Agência Luna, trabalhou junto ao diretor criativo e profissional referência do negócio, Renato Falci, a fim de auxiliar no rebranding da marca, pensando em conceitos, valores e referências, para ‘repaginar’ a cafeteria sem se quer perder os seus princípios que os fazem ser únicos. A ação denominada de “Rebranding do café Paladar Espresso” teve início em abril deste ano e foi finalizada em julho.

O projeto contou com a participação de Leonardo Cândido, como cliente, Renato Falci, enquanto diretor criativo e profissional referência do negócio, Victória Moura e Giulia Cortesi, no papel de alunas do curso de Publicidade e Propaganda e diretoras de criação e arte do time, Letícia Dias, bem como líder do Núcleo de Moda Una com a gestão de parcerias e Larissa Santiago com a direção técnica, na função de coordenadora do projeto.

Leonardo da Silva Ferreira Cândido, que é administrador da cafeteria, explica que, a proposta da parceria acontecer junto à Fábrica, decorreu pela a sinergia entre a Una e o Cine Belas Artes, que já havia sido instaurada pelo patrocínio do Grupo Ânima. Com isso, surgiu a ideia de se aproximar ainda mais da faculdade, para que, por meio do branding da Manní, os alunos pudessem acompanhar na íntegra o processo de desenvolvimento de reestruturação de identidade do espaço.

“Cheguei a contratar um especialista em gestão de projeto de branding, no caso Renato Falci, para desenvolver uma marca nova para a minha cafeteria. O mesmo sugeriu que eu entrasse em contato com a Una, para que os alunos acompanhassem de perto o processo de desenvolvimento do projeto, pois a ideia era se aproximar da instituição, uma vez que estava estabelecida a parceria com o cinema”, explica o responsável pela cafeteria. 

Desde 2019, a cafeteria estava operando com o nome de Paladar Espresso, no entanto após o projeto, o espaço passa a ser chamado de Manní Cafés Especiais. De acordo com Leonardo, foi a experiência de Renato como gestor de projetos de branding e sua atuação no mercado de cafés especiais, junto ao suporte das alunas da Una, que facilitou o desenvolvimento dos conceitos da atual marca e consequentemente trouxe efeito positivo no resultado final. “O atual nome tem inspiração na região que deu origem ao café e a estética da logomarca tem como referência e inspiração as artes dos povos originários que estão localizados dentro do cinturão do café”, salienta Leonardo.

O que muitos não sabem é que, ao possuir características extensionistas, o projeto condiz com o posicionamento da Una, de se empenhar para impulsionar seus estudantes a serem protagonistas do seu próprio futuro. Larissa Santiago, que é publicitária especialista em Inteligência de Mercado e foi coordenadora dos alunos nesta ação, afirma que, o fato das estudantes terem atuado a favor de desenvolver um projeto de marca para uma empresa real, voltada ao setor de vendas, é de grande valia para proporcionar a autonomia de ambas em atividades requeridas no mercado, além de estimular a construírem um portfólio rico e diverso. 

“Durante o processo, puderam aplicar metodologias aprendidas em sala de aula na prática e ter a orientação dos profissionais com experiência no mercado envolvidos. Isso tudo de forma online, ou seja, se desenvolveram enquanto profissionais com soft skills para enfrentar modelos de trabalho do futuro – híbridos e remotos”, afirma Larissa, sobre as habilidades estimuladas aos alunos.

Ela explica que as principais funções das estudantes aconteceram em várias etapas, entre elas a criação do nome e do design da marca, onde acompanharam e contribuíram com o desenvolvimento do projeto liderado por Renato. E que foi desenvolvido, junto ao profissional, a construção de missão, visão e valores da empresa; o manifesto, arquétipo e linguagem visual da marca; o processo de Naming e o benchmarking; além do estudo e pesquisa para apoiar na criação da logo; entre outras funções. 

Para a estudante Victória Moura, que foi uma das alunas atuantes no projeto, a palavra que sintetiza sua participação ao longo do processo, é a gratidão. Ela decidiu entrar para ação com intuito de aplicar seus conhecimentos adquiridos em sala, mas muito antes da sua participação, havia em si mesma a inquietação para atuar em novas áreas profissionais e foi durante o projeto que a decisão de migrar de Social Media para estrategista de marca, de fato aconteceu. “Entrei com intenção de aplicar algumas leituras e cursos que concretizei e claro, desenvolver o projeto como um passaporte de entrada para o mercado”, diz a aluna.

Sua função, ao lado de sua colega Giulia Cortesi, foi trabalhar no backstage a favor de auxiliar na parte estratégica da marca com a elaboração de conceitos e ideias essenciais para definir a identidade visual final. Uma tarefa que, não só a ajudou a ampliar sua compreensão sobre técnicas e habilidades do universo do designer gráfico e publicitário, como também, abriu novas oportunidades de trabalhar em novos projetos como freelancer. 

“Absorvi uma gama muito mais ampla de técnicas e ferramentas de planejamento de marca, que proporcionam atuar em vários aspectos de uma mudança visual. Isso certamente mudou o rumo da minha formação, que com certeza agora é mais robusta e de cunho mais especialista. Talvez um diferencial, que me abriu portas para fechar projetos de marcas acima dos quatros dígitos financeiros”, ressalta a aluna. 

Após a finalização do projeto, a Manní Café Especiais, tem se esforçado para pensar em um cardápio variado que harmonize com o café, seja ele em qual método ou estilo for. Hoje, a atual marca trouxe melhorias no delivery e estima-se possuir, atualmente, maior frequência por parte de clientes que consomem tanto pelo site, quando retiram ou solicitam no local. 

O resultado da nova identidade visual tem sido sucesso, principalmente pelos amantes do café, onde se percebe toda a ligação com a marca e o produto. “Há maior compreensão por parte das pessoas, de que somos mais do que uma cafeteria de cafés especiais e isso tem feito toda a diferença. Já tenho clientes vindo exclusivamente para o café por causa da diversidade dos nossos grãos e premiações”, define Leonardo da Silva Ferreira Cândido, sobre a finalização do rebranding

Carros, motos e ônibus circulam normalmente em volta da praça da Liberdade, pelos jardins casais namoram, gente comum corre, há fotógrafos atentos, estudantes passam, transeuntes passeiam acompanhados de seus cães. Frestas da luz de um sol branco, de calor fraco, penetram por entre os galhos das copas das árvores, pouco antes de se esconder por detrás duma densa nuvem cinza e, em seguida, desaparecer nas velhas construções que circundam a mesma Liberdade. Tudo estaria dentro da normalidade diversa que cabe nessa praça de traços iluministas. Tudo azul, como na música d’Os Mutantes. Mas, hoje, a alameda central abrigava uma surpresa: uma grande caixa azul escuro com os dizeres “Labirinto da Felicidade”.

Da caixa saiam sons incompreensíveis, despertando a curiosidade naqueles que estavam na fila para entrar. “Sabe o que tem lá dentro?”, se perguntam. Não há resposta. Enquanto isso a fila cresce, encabeçada por adolescentes com uniformes escolares e mochilas nas costas, senhoras, senhores, pessoas de meia idade, no final dela se concentram adolescentes com trajes típicos dos headbangers. Além dos ruídos é possível entrever a tela de uma televisão onde aparece um bebê sorrindo, vestido, também, em azul.

A publicitaria Isadora Moema sorri enquanto explica: a intervenção foi criada pela agência Lápis Raro, a caixa foi produzida pela agência Do Brasil. “Fora isso não posso revelar mais nada. No máximo, que a peça publicitaria foi feita em comemoração ao aniversário de uma empresa.”.

Quando Vânia Mendes e Rúbia Schwrtz saem da caixa já não há sol, tampouco o fraco calor. Na fria tarde de sexta-feira uma caixa azul atravessada no meio da praça da Liberdade interferiu na rotina das duas mulheres. A primeira vinha de uma aula de física quântica, a segunda acabava de assistir ao comédia francesa “A Datilógrafa”. Seguiam seus caminhos, cada uma de um lado da praça, até que, atraídas pelo “Labirinto da Felicidade” se conhecem enquanto esperam a sua vez. Rúbia Schwrtz, ainda com a pipoca na mão, conversava com Vânia Mendes. “Nos perguntamos o que era felicidade.”, conta.

A mãe de Mendes namora aos 83 anos. Schwrtz tem uma tia de 83 anos, morando com ela, que faz faculdade na Fumec. Na fila, as mulheres de meia idade se vêem cercadas de entusiasmados adolescentes. Isso é também motivo de reflexão para elas. “Idosos e adolescentes parecem estar felizes, e nós, onde encontramos a felicidade nessa correria?”, questiona Vânia.

Elas tem ainda mais em comum, são artistas: Rúbia é arquiteta e decoradora, Vânia é regente da orquestra Jovem Sol das Gerais – grupo formado exclusivamente por mulheres. Quando entraram na caixa se disseram surpresas ao se deparar com muitas de suas precoces reflexões. “É mais óbvio do que imaginamos”, se espanta Mendes. Sobre o que há na caixa não revelam muito: “Risadas de neném, paisagens, é muito íntimo, são coisas”, reflete a regente que conta ter assinado um acordo para não falar o que viu no Labirinto. Ao fim, recomenda: “Vale a pena entrar para saber o que tem lá dentro.”.

 

Por Alex Bessas

Foto por João Alves

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembléia Legislativa de Minas Gerais deu, nesta quarta, 24, parecer favorável a um projeto de autoria do deputado Dinis Pinheiro (PSDB), que trata de maior transparência nas promoções e liquidações feitas pelo comércio. O texto do projeto diz que “muitas vezes, os anúncios publicitários não correspondem à realidade, servindo apenas como uma forma de atrair o consumidor até o estabelecimento”, ressaltando que muitas vezes os estabelecimentos informam o preço original do produto como se fosse um desconto.

 O projeto pretende que os estabelecimentos comerciais, ao informar uma promoção, deixem claro para o consumidor qual era o valor original do produto antes do desconto. O relator do parecer, deputado André Quintão (PT) propôs em seu parecer que o projeto altere a lei 15.449/2005 que regulamenta oferta de produto em promoção ou liquidação por estabelecimento comercial.

Para que as alterações na lei entrem em vigor, é preciso agora que o projeto seja aprovado em plenário e sancionado pelo Governo do Estado.

Por Marcelo Fraga e Paloma Sena

Foto: Internet

A temperatura máxima na região metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) atingiu os 32°. De acordo com Instituto Clima Tempo de Meteorologia, hoje foi o dia mais quente da semana, os próximos dias a temperatura deve atingir os 30° e só irá diminuir no sábado, 3 de março.
Em dias de calor como este, as sombras das árvores da Praça da Liberdade servem de abrigo. A aposentada Rita de Cássia, 62, foge do sol em um dos bancos da praça enquanto espera o neto sair da escola. “Com esse calor minha pernas incham e doem”, reclama, “prefiro o frio”, ressalta.

Alimiro Rocha à esquerda.
O aposentado Alimiro Rocha, 57, é da mesma opinião. “Prefiro o frio, pois temos como nos esconder, mas no calor não tem o que fazer. Só tomando água e chupando um picolé pra amenizar o calor”, afirma.

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Já o sorveteiro Elmo Vidal vê no calor a oportunidade de aumentar as vendas. Estabelecido na Praça da Liberdade, Vidal tem o lucro dobrado durante o verão. “Eu chego a vender 150 picolés por dia”, informa.

Texto e fotos por Bruno Maia.

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Cinco agências do curso de Publicidade e Propaganda do terceiro período foram apresentadas na noite dessa sexta-feira, dia 26 de junho de 19h às 22:30hs.O tema geral abordado pelos grupos foi a publicidade para o terceiro setor – focando em instituições filantrópicas. As agências Aquarela, Mezcla, Seed, Foco e Noturna foram criadas pelos alunos para atender as demandas dos clientes escolhidos para esse TIDIR.

A agência Mezcla e a agência Seed foram apresentadas aos presentes com o objetivo de divulgar seus respectivos clientes. No caso da Mezcla, o Lar dos Idosos Santo Antônio de Pádua – localizado em Venda Nova – fora abordado pelo grupo a fim de proporcionar maior visibilidade à instituição filantrópica.

Já a agência Seed, propôs à instituição Associação Família de Caná uma revitalização das peças publicitárias já existentes, além de organizar e divulgar uma festa junina com o intuito de arrecadar fundos.

As instituições:

O Lar dos Idosos Santo Antônio de Pádua é um asilo com pouca visibilidade. A proposta da Agência Mezcla é rebater esse problema com estratégias específicas de publicidade, tais como: cartazes, banners, pop cards, lâminas de pagamentos e um site. Além disso, há uma divulgação nas universidades acerca de estágios na área de saúde.

A estratégia foi dividida em duas etapas: a primeira consiste na preparação e orçamento dos meios de divulgação em questão, a segunda propõe colocar em prática as idéias da primeira etapa.

Mais sobre o Lar dos Idosos pode ser conferido na página: www.ssvplardosidosos.com.br

A Associação Família de Caná trabalha com orientação psicológica e espiritual familiar, além de oferecer tratamento para dependentes químicos. A associação propõe uma estruturação familiar, visando a boa convivência de seus membros. A agência Seed, com o objetivo de aumentar a arrecadação financeira da instituição, revitalizou a divulgação dos eventos proporcionados pela Família de Caná.

Alunos: Gabriel Sales, Guilherme Côrtes, Natália Zamboni