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Rosilene Campolina

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O evento é a mostra acadêmica dos estudantes do curso de Gastronomia da Una

Por: Italo Charles 

No dia 09 de dezembro aconteceu a 10ª edição do GastroUna. O evento que encerra o semestre acadêmico do curso de Gastronomia do Centro Universitário Una foi transmitido ao vivo pelo Youtube e contou com a participação de grandes nomes da gastronomia mineira e também de espectadores internacionais.

A edição comemorativa  uma grande  novidade. Durante o semestre letivo a UnaCom (Agência experimental de Comunicação da Una) desenvolveu junto com alunos de gastronomia um e-book com as receitas criadas pelos grupos participantes. 

De acordo com Rosilene Campolina, chef e idealizadora do projeto, o Gastrouna sempre busca inovar. “A cada ano o Gastrouna se supera, por edição são mais de 80 produtos que os alunos lançam, entre receitas, pesquisas, produtos e cardápios. São muitas coisas, mas desta vez o destaque vai para o e-book”, comentou.

O material pode ser baixado gratuitamente no link.

Premiação da PBH

Outra grande surpresa do evento foi a homenagem concedida à professora Rosilene Campolina e ao Centro Universitário Una pela  Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania. Rosilene foi agraciada com o certificado de mérito por colaborar com o desenvolvimento da gastronomia na cidade de Belo Horizonte.

Segundo Rosilene, a edição comemorativa foi de muito sucesso. “Foi um grande desafio organizar a mostra nesse momento de pandemia. Mas nós conseguimos realizar o evento com grande sucesso, tivemos alcance internacional e ao final recebemos uma homenagem e certificação por contribuir com o desenvolvimento da gastronomia no município”.

De acordo com Rodrigo Neiva, vice-presidente acadêmico do grupo Ânima,  o fortalecimento de eventos como o GastroUna é de grande importância para o desenvolvimento técnico dos estudantes. “Quando o aprendiz participa de eventos nesse formato ele desenvolve competências fundamentais que um profissional precisa ter”.

Apresentações

Durante a programação, os estudantes dos quatro grupos participantes apresentaram aos jurados suas propostas de empreendimentos gastronômicos que incluem a idealização, gestão, logística, desenvolvimento de cardápio e o preparo dos pratos. 

A bancada de jurados foi contemplada por vários nomes conhecidos da gastronomia, turismo e gestão, como: Ana Gabriela Baêta (Belotur), Antônio Terra (Una), Darklane Rodrigues (PBH), Eduardo Maya (Gastronomo),  Márcia Nunes (Dona Lucinha), Matheus Daniel (Abrasel), Paulo Rodrigues (Chef Embaixada Brasileira), Roberta Zampetti (Jornalista), e o Vice presidente acadêmico do grupo Ânima, Rodrigo Neiva.

Criar um restaurante aos pés da Serra da Moeda com intuito de promover experiências gastronômicas e favorecer os pequenos produtores locais, proporcionou ao grupo “Tempero da Serra” composto por: Breno Marques, Guilherme Righi, Júlio César Cândido, Kerolem Gomes, Luís Felipe, Ryan bonino, Vanessa Grasielly, Victor Dornas. a vitória na competição. 

“Foi muito trabalhoso, mas nós desenvolvemos um projeto muito bom, as pessoas do grupo são muito boas. Em alguns momentos tivemos conflitos, mas a professora Rosilene nos ajudou a resolver, estávamos esperançosos, mas também apreensivos pois os outros trabalhos estavam muito bons, entretanto nós ganhamos e foi muito gratificante”, comentou Júlio.

Elementos utilizados e pratos desenvolvidos pelo grupo vencedor

Para Vanessa Grasielly, componente do “Tempero da Serra”, participar do GastroUna a proporcionou uma grande experiência. “O projeto agregou muito para mim, consegui ver a realidade de como seria abrir um negócio, chorei, sofri, levantei e renovei as forças em vários momentos porque sabia que daria certo e que se desse o meu melhor tudo se encaixaria e o resultado seria uma consequência de tudo isso, ou seja, seria uma jornada concluída com sucesso”.

Grasielly contou ainda sobre os desafios e os ganhos gerados durante o desenvolvimento do projeto. “Desde o início ocorreram muitos desafios, nas ideias ou no processo, mas posso dizer que os ganhos foram muito  maiores.  Aprendi que o trabalho em equipe vence qualquer barreira, que juntos somos mais fortes e que quando um não está bem, tem um grupo ali pra apoiar e dar força, que o verdadeiro trabalho em equipe supera as adversidades que surgem, pois cada integrante possui um talento e a soma desses conhecimentos traria um resultado positivo”, finalizou.

Premiação

Equipe Tempero da Serra vence a 10ª edição do GastroUna

A equipe vencedora, Tempero da Serra, foi agraciada com um almoço no restaurante Dona Lucinha e, kits de Cafés Segafredo, Cimsal Flor de Sal, produtos da Sabarabuçu e Sabará & Sabor/derivados da jabuticaba, artesanato da Vovó Helê e da Sabor de Fada Angelina Almeida, Cachaça Capim Cheiroso, camisetas personalizadas da WA Dolmãs, convites para participação na Feirinha Aproxima e do Arraial de Belo Horizonte e certificados do Centro Universitário.

Não assistiu ao GastroUna? Então clique no link e assista o evento completo.

 

*A matéria foi produzida sob a supervisão da jornalista Daniela Reis.

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Evento celebrou o aniversário de 89 anos do Mercado Central, contou com a presença vários chefs e também professores e alunos da Una

Por: Italo Charles

Muitos sabem que um dos tira-gostos mais apreciados pelos mineiros é o fígado com jiló. A partir disso, o Festival Cultural do Mercado Central que aconteceu no ano de 2018 realizou uma parceria com doze chefs de Belo Horizonte para tentar alcançar a marca de “Maior chapa de fígado com jiló do mundo”.

O evento que comemorou os 89 anos do Mercado garantiu o título esse ano (2020). A chapa que tinha por extensão 16 metros, foi montada na avenida Augusto de Lima e operada por dezenas de chefs, contando também com a participação de alunos e professores do curso de Gastronomia do Centro Universitário Una. 

Nomes da gastronomia mineira, como Flávio Trombino (Xapuri), Edson Puiati (Coordenador do curso de Gastronomia Una), Eduardo Avelar (Territórios Gastronômicos), Rosilene Campolina (Docente na Una e administradora do portal Chef a Chef), Marcos Proença (Patorroco), Jaime Solares (Borracharia), Ivo Faria (Vecchio Sogno), Rodrigo Zarife (Ro.ZA Gastronomia), Ilmar Antônio de Jesus (Casa Cheia), Valdez Maranhão (Buteco do Maranhão), Ronaldo Marques da Silva (Bar Fortaleza) e Wellington Paulo Nunes (Bar da Lora), foram os chefs responsáveis pela chapa.

A professora da Una, Rosilene Campolina, única chef mulher a participar da chapa contou um pouco sobre experiência de ter participado do festival. “Foi uma sensação de orgulho e ao mesmo tempo de responsabilidade, porque estive representando o segmento feminino dentro da gastronomia que muitas vezes é esquecido. Mas, também tive que ‘dar conta do recado’ por estar ao lado de vários outros chefs que são  grandes nomes da gastronomia”.

Um dos principais pontos para conquista do título, era valorizar a cultura e a gastronomia local, fomentando o uso de ingredientes regionais como explica o chef Michel Douglas Duda (participou do evento ainda enquanto aluno). “Foi uma sensação maravilhosa, senti que além de representar nosso país, estava valorizando meu estado, minha cultura e minhas raízes através da gastronomia. Hoje, vejo como grande importância, pois conquistamos com um recorde muito difícil de ser quebrado, porque pra mim não são só números, trata-se da valorização da cultura alimentar do nosso berço que é Minas gerais”.

“O título de maior chapa de fígado com jiló do mundo concedido pelo Guinness Book, apresenta ampla importância, pois gera reconhecimento profissional, reconhecimento da cultura local, uma vez que o título cria uma repercussão mundial, nos proporciona uma posição de abertura, potencializando o turismo, fomenta a economia e valoriza ainda mais nossa gastronomia. Enquanto docente, avalio o reconhecimento como uma forte referência para os alunos, mostrando-os como algo ‘nosso’, genuíno que muitas vezes é popular pode ser tornar sofisticado”, completa Rosilene.

 

 

*A matéria foi produzida sob a supervisão da joornalista Daniela Reis

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Uma receita deliciosa e prática para você fazer na sua casa.

Professora Rosilene Campolina compartilha a receita da sua avó Geraldina

*Por Daniela Reis

O Jornal Contramão, em parceria com o curso de Gastronomia do Centro Universitário Una, vai trazer para você deliciosas receitas e dicas de culinária que vão deixar sua vida mais gostosa e prática.

Para inaugurar esse projeto, contamos com a participação da professora Rosilene Campolina, que vai contar os segredinhos da saudosa receita do Biscoitão de Polvilho da Vovó. “Essa é uma receita genuinamente familiar, feita por minha avó Geraldina para alegrar os netos”, diz Rosilene.

Tradicionalmente, o biscoitão era assado na folha de bananeira e no forno à lenha, mas pode-se utilizar o forno elétrico ou a gás.

Que tal aproveitar para colocar a mão na massa e fazer aí na sua casa?

Biscoitão de Polvilho da Vovó

Quantidade de Porções: 6 a 8

Tempo de preparo: 35 minutos

Categoria: lanche, quitanda.

Nível de dificuldade: fácil

INGREDIENTES:

– 1 1/2 de polvilho doce ou azedo (medida do copo de requeijão

– 4 ovos

– 1 copo de óleo (180 ml)

– Sal a gosto (cerca de 6g)

*dica da chef: Se quiser pode incrementar a massa com gergelim, parmesão ralado ou ervas!

PASSO A PASSO PARA PREPARAÇÃO:

Bater tudo no liquidificador, colocar em uma forma redonda ou tabuleiro untado com óleo e assar a 180 graus.

Assim que crescer, abaixar a temperatura pra 150 graus e deixar corar.

Deixe esfriar e aprecie com aquele cafezinho.

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