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Vik Muniz é um artista brasileiro que transforma lixo em arte, revistas picotadas em retrato e um prato de macarrão com molho vermelho na Medusa. Muitas de suas obras são perecíveis, então Vik captura a imagem para ampliar, emoldurar e só então expor ao público. Suas fotos estarão no Museu Inimá de Paula, localizado na Rua da Bahia, 1201, até o dia 2 de novembro. Após uma temporada de grande sucesso no Rio de Janeiro e São Paulo com mais de 300 mil visitantes, em Belo Horizonte obteve os mesmos resultados. Devido a demanda do público, o museu ficará aberto domingo e segunda-feira, feriado do Dia dos Finados.

Museu Inimá de Paula

Para informações sobre horário e preço do ingresso, acesse o site do Museu Inimá de Paula.

No cruzamento das ruas Gonçalves Dias com Bahia, o Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual (Sindifisco) protesta contra o governo de Minas. Jovens estendem uma faixa e distribuem panfletos a fim de divulgar a ação. Segundo o sindicato, o governo fezimg_00592 cortes em investimentos sociais como saúde, educação e segurança, enquanto as despesas como o  pagamento da dívida crescem. No panfleto podemos ler: “Nos últimos anos, a dívida do Estado cresceu de R$ 35 bilhões para R$ 60 bilhões e o governo, agora, faz um empréstimo de mais R$ 1 bilhão. O Centro Administrativo, projeto pessoal do governador, orçado em R$ 500 milhões em 2006, já atingiu a cifra de R$ 1,5 bilhão”.

A Assessoria de Impresa do Governo de Minas Gerais rebate as acusações e revela que o custo para a construção da Cidade Administrativa é de R$ 949 milhões, valor inferior ao que estava previsto no início da obra. Sobre os cortes nas áreas públicas, apontados pelo sindicato, o governo garante que continua mantendo os investimentos, mesmo com as perdas sentidas após a crise econômica.

por Mara Rodrigues e Hélio Monteiro

Foto: Hélio Monteiro

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Assim como os parques de diversões, o trânsito também tem o poder de causar muitas emoções nas pessoas. Os sentimentos são variados e vão da irritação que faz soltar palavrões aos sustos consequentes das freadas bruscas ou até mesmo à diversão que alguns artistas proporcionam com seus malabares.

A fim de retratar essa realidade comum às grandes cidades brasileiras, o Contramão fotografou o trânsito na rua da Bahia, no trecho entre as ruas Bernardo Guimarães e Bias Fortes, durante quatro horas. Percebemos que a ansiedade dos motoristas para chegar em casa é equivalente à dos personagens do desenho “Corrida Maluca” para conquistar o primeiro lugar. Ainda pensando no desenho, encontramos com vários “Dicks Vigaristas” pelo caminho, tentando atravessar sinais vermelhos ou parando nas faixas de pedestres.

As estatísticas ajudam a entender essa confusão. Segundo o jornal Correio Braziliense, a frota atual de veículos na capital mineira é de 1.146.096, número que cresce 7,6% ao ano. A previsão para 2020 é que circulem em Belo Horizonte 2.565.384 veículos! E não para por aí. Há dois anos, de cada cem automóveis, 55 transportavam apenas uma pessoa. Hoje este número passou para 70. Estima-se que duas vezes por dia 45% dos belo-horizontinos ficam presos no trânsito e a previsão para que ele pare de vez é de 12 a 15 anos. Enquanto isso não acontece, usamos as fotos para fazer um vídeo stop-motion. Assista e comece a imaginar a situação em 2021!

por: Áurea Maíra, Hélio Monteiro e Natália Oliveira

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Quando foi criada, sua principal função era ligar o centro comercial de Belo Horizonte, que se localizava nos arredores da Praça da Estação, com a Praça da Liberdade, centro administrativo da cidade. No início do século XIX, a Rua da Bahia era a parte boêmia da cidade, ponto de encontro de poetas, jornalistas, escritores e diversos intelectuais da época. Hoje ela apresenta uma parte sofisticada e outra decadente, ambas frequentadas por pessoas de todas as classes sociais. A Rua da Bahia “nasce” na chamada “boca do lixo” e “morre” naquela que seria a parte “chique” de Belo Horizonte. Ela se transformou em muito mais que uma rua de ligação, se tornou um espaço democrático e com muita diversidade.

A seguir um vídeo com um ensaio fotográfico que mostra a diversidade encontrada na rua.