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*Por Ana Carolina Nunes Abreu

Por muito tempo – e principalmente antes da Segunda Guerra Mundial – a ideia de moda se concentrou na Europa, oriunda de maisons luxuosas na elite europeia, com tecidos raros, vindo das melhores grifes e produção feita à mão pelos estilistas, para os nomes da mais alta sociedade. Até hoje, por exemplo, a rainha Maria Antonieta é vista como o símbolo do pioneirismo da moda.

Com as guerras, os estilistas precisaram migrar para regiões pouco afetadas economicamente, como os Estados Unidos. Por esse motivo, foi necessária a criação de um modelo de compra e venda de peças que facilitasse tanto a produção, quanto a recepção dos artigos de moda. Assim, surgiu o prêt-à-porter. Pierre Cardin, estilista francês, criou este termo para denominar sua primeira coleção para uma loja de departamento. Ou seja, a primeira ideia de peças de roupas feitas de forma idêntica, apenas com tamanhos diferentes para a clientela. Foi o primeiro passo para o Fast Fashion e, também, para a democratização da moda.

O termo Fast Fashion foi criado em 1990, para denominar a produção massiva e industrial de artigos de moda, em grande escala, grande margem de lucro e baixa qualidade. Lembra das calças e jaquetas jeans que sua mãe usava e se gabava dizendo que duravam 10, 20 anos? Pode esquecer.

A ideia é criar lançamentos frequentes, sazonais e que buscam suprir o mercado com as tendências atuais e que, com a mesma velocidade que é feita, pode ser descartada. A cada segundo no mundo, o equivalente a um caminhão de lixo de roupas é descartado ou queimado em aterros sanitários no mundo inteiro. Em 2014, um consumidor médio comprou 60% mais artigos de moda do que em 2000.

A revista Environmental Health realizou, em 2018, uma pesquisa apontando que aproximadamente 85% das peças de roupa consumidas pelos norte-americanos são enviadas para o aterro sanitário como resíduo sólido.

Você consegue imaginar o impacto ambiental de tudo isso? Apenas para ilustrar: para fabricar uma camisa de algodão, são necessários 2.700 litros de água. O bastante para uma pessoa beber por 2,5 anos. Toda produção de roupa enquadrada no modelo de “moda rápida” exige gastos em água, emissão de poluentes e desmatamento, para a plantação de algodão, por exemplo.

A luta para conscientizar e diminuir o consumo do Fast Fashion começou há pouco tempo. Para amenizar os danos, foi criado um movimento, em 2004, que vai de encontro com o modelo anteriormente citado: O Slow Fashion.

Promovendo uma consciência socioambiental, valorizando e priorizando comércios e recursos locais,  essa produção visa a prática de confiança entre os produtores e seus respectivos consumidores, praticando preços reais, muitas vezes com os custos sociais, estimulando uma criação de pequena e média escala. De acordo com a professora Valesca Sperb Lubnon do curso de Design de Moda do Unipê, “Assim como houve na primeira Revolução Industrial, quando saímos do artesanal e fomos para a produção em escala, agora estamos em um início de uma nova era, na qual voltamos nossa atenção à qualidade do produto, à valorização do profissional e do conhecimento”. 

Este novo cenário fez as gerações mais atuais repensarem o conceito de moda, principalmente a facilmente descartada. E bem antes desse movimento ser considerado, já havia um modo de consumo que partia da sustentabilidade, baixo preço e apreciação do comércio local, os brechós e bazares.

Existentes desde o final do século XIX, esses comércios visavam atender a população mais carente, que não tinha condições financeiras de ostentar produtos de departamentos, mesmo aqueles com preços mais baixos. Com peças e artigos usados e de segunda mão, os brechós eram, antes de tudo, a única forma de consumo de roupas que muitas pessoas tinham.

Vislumbrando as décadas mais antigas, os comércios de segunda mão passaram a ser vistos como espaços retrôs e vintages, usado por jovens para reconstruir o estilo de gerações anteriores. Isso mesmo, roupas de cós alto, alfaiataria, oxfords, blusas estampadas de botões, jaquetas jeans e outros acessórios que compõem looks conhecidos como “anos 80”, já faziam parte do vestuário de quem não podia consumir em lojas conhecidas em shoppings e demais malls, mas não com a visão crítica da moda, e sim por necessidade.

Uma reflexão acerca desse estilo de vida se baseia nas estruturas excludentes das lojas de departamento aliadas ao Fast Fashion. E por mais informal que a loja seja, ainda tem, em si, atributos capazes de afastar a população de classes mais baixas. Desde a modernização das lojas aos acontecimentos cotidianos e estruturais, como pré conceitos estabelecidos de acordo com o padrão de consumidor que a loja espera. Frequentemente você pode ouvir um atendente falando para outra pessoa “é pra parcelar de quantas vezes?”, mesmo diante de uma compra com o valor baixo. Já parou pra pensar nisso?

Com a ascensão do brechó, muitas vertentes da discussão acerca da moda surgiram. “Por que eu compraria uma peça por R$100,00, se eu posso comprar por R$10,00 em um brechó?”, questionam os novos consumidores. Esse comportamento, apesar de contribuir para os pequenos comerciantes e donos de brechós, traz consigo a problemática de outro consumo massivo e vazio, aquele no qual você usa de pretexto a sustentabilidade, mas consome o dobro de peças por ser mais acessível, por ser mais “cool” e por ser pauta de elogio dos seus amigos em bares.

Esse tipo de consumo pode, consequentemente, encarecer os brechós, que entendem que seus consumidores atuais são, na verdade, pessoas mais preocupadas com a estética do que realmente um público que tenha a necessidade de comprar ali.

As vendas diretas no mercado de peças usadas passa por um momento de aumento expressivo no Brasil. Nestes últimos 10 anos, o consumo cresceu de forma quase exponencial. O mercado dos brechós, conhecido também como second hand, deve dobrar até 2025. De acordo com a pesquisa do GlobalData, o valor desse segmento deve ir de US$ 24 bilhões para US$ 51 bilhões.

Você, consumidor de brechó ou apenas um curioso, já entrou em uma loja com essa denominação, mas ao conferir os produtos e os preços percebe que, além de terem em sua maioria peças de primeira mão, precificam as roupas de forma a beirar o absurdo com o pretexto de “curadoria e garimpo bem feitos”? É o reflexo do consumo acelerado, que dita aos proprietários dos brechós a glamourização daquele ambiente, já que atualmente é tendência.

Entenda: não é para você parar de consumir em brechós e bazares. Mas esses dados aqui servem para abrir seus olhos diante do seu consumo. Ele é consciente, ou você só compra usando o conceito e a tendência como seus aliados?

Outra forma de mudar seus hábitos de consumo é, também, conhecer lojas e comércios que buscam a produção desacelerada e sustentável dentro do Slow Fashion. Não só roupas, mas também produtos de beleza, sapatos, acessórios etc. Esses ambientes podem, muitas vezes, apresentar um preço maior, mas em troca oferecem um produto eco consciente, sem grandes danos ao meio ambiente e, muitas vezes, não testados em animais.

Como dica para se inserir nesse movimento e conhecer ainda mais sobre essa proposta, listamos algumas lojas com a política Slow Fashion.

Confere aí:

Gioconda Clothing 

Comas

Pântano de Manga

Nuu Shoes 

 

*A matéria foi produzida sob a supervisão da jornalista Daniela Reis

Fotografia: Lucas D'Ambrosio

Em comemoração à chegada do natal de 2016, o circuito cultural da Praça da Liberdade recebe uma série de ações para comemorar a data. Uma delas é o Circuito de Presépios e Lapinhas de Minas Gerais, que pretende ampliar a participação de todo o estado na promoção do patrimônio cultural mineiro. Entre os dias sete de dezembro e oito de janeiro, Belo Horizonte e outras cidades do estado irão participar da programação que, além dos presépios, conta também com apresentações gratuitas de corais, bandas e diversas atrações para o público.

Com iniciativa do Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA/MG), 250 presépios podem ser visitados em 150 cidades por toda Minas Gerais, que possui uma tradição desde o século 18. O objetivo do circuito é promover a Folia de Reis, uma manifestação cultural celebrada na noite do dia cinco para o dia seis de janeiro, em que pessoas saem às ruas, tocando músicas populares e celebrando a chegada dos reis magos e o nascimento de Jesus, uma manifestação folclórica e religiosa.

Fabiano Lopes de Paula, 60, é arqueólogo e funcionário do IEPHA. Um dos curadores da mostra de presépios, ele ressalta a importância de criar um resgate de manifestações culturais pelo estado, como as festividades natalinas. “Resolvemos fazer essa homenagem aos artesãos mineiros festejando as celebrações natalinas que se perdem ao longo do tempo. Temos diversos artistas, tendências e modelos de presépios”, comenta.

Da Paraíba para Minas Gerais

Um dos artistas expositores é Oceano Cavalcante. Filho do nordeste brasileiro, o jovem de 56 anos nasceu “em uma pequena família de 14 irmãos”, como costuma dizer. É enfermeiro de profissão e artista plástico por vocação. No ano de 1979, ao lado de sua família, saiu da sua cidade natal em Areia, interior do estado da Paraíba, com destino às Minas Gerais. Morou em Esmeraldas e posteriormente, Belo Horizonte.

O enfermeiro e artista plástico, Oceano Cavalcante abraçou o estado de Minas Gerais com sua sensibilidade artística e traços da sua terra natal. Fotografia: Lucas D'Ambrosio
O enfermeiro e artista plástico, Oceano Cavalcante abraçou o estado de Minas Gerais com sua sensibilidade artística e traços da sua terra natal. Fotografia: Lucas D’Ambrosio

Sua principal referência artística é o legado deixado pelo mestre barroco Aleijadinho. Porém, o entalhe na madeira como era costume e presente nas obras do artista do Brasil Colonial, deu espaço para a reutilização de materiais encontrados na rua: a essência da obra realizada por Cavalcante. “Meu trabalho de arte possui uma visão ecológica e sustentável. Procuro retirar do meio ambiente o material do meu trabalho. Todos eles vêm da rua”, explica o artista.

Oceano Cavalcante e seu presépio. O reaproveitamento de materiais encontrados na rua criam a estética singular na obra do artista. Fotografia: Lucas D'Ambrosio.
Oceano Cavalcante e seu presépio. O reaproveitamento de materiais encontrados na rua criam a estética singular na obra do artista. Fotografia: Lucas D’Ambrosio.

No presépio que está exposto no salão de entrada do IEPHA, Oceano Cavalcante utilizou três matérias-primas: papelão, garrafa pet e jornal. Suas peças possuem uma estética e tonalidade que referenciam, além das obras barrocas, a terra e o povo nordestino. “Além do barroco, tento transmitir o nordeste com minhas peças. Ele está no meu sangue. Nem o sotaque a gente esquece. Posso estar por anos longe da minha terra, mas ele nunca sai da gente”, ressalta.

Além do IEPHA, outros pontos turísticos que fazem parte do circuito da Praça da Liberdade também recebem exposição de presépios como, a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, o Espaço do Conhecimento da UFMG, o Memorial Minas Gerais Vale, MM Gerdau, Museu Mineiro, Palácio Cristo Rei, entre outros.

Detalhe do presépio exposto na Casa Fiat de Cultura, no Circuito Cultural da Praça da Liberdade. fotografia: Lucas D'Ambrosio
Detalhe do presépio exposto na Casa Fiat de Cultura, no Circuito Cultural da Praça da Liberdade. fotografia: Lucas D’Ambrosio

 

Detalhe do presépio exposto no Memorial Minas Gerais Vale, no Circuito Cultural da Praça da Liberdade. Fotografia: Lucas D'Ambrosio.
Detalhe do presépio exposto no Memorial Minas Gerais Vale, no Circuito Cultural da Praça da Liberdade. Fotografia: Lucas D’Ambrosio.

Fotografias e Reportagem: Lucas D’Ambrosio

Com a valorização dos alimentos locais, orgânicos e naturais a ideia de uma horta em casa vem se tornando a saída para aqueles que os procuram. E para os muitos que não possuem espaços viáves para a construção desses canteiros há espalhadas pela cidade hortas urbanas, onde os moradores podem compartilhar e adquirir alimentos frescos prontos para serem servidos à mesa.

De olho nessa inicitiva que está tomando conta da grande Belo Horizonte, conversamos com o engenheiro agrônomo Fernando Godoy Ferrari, o idealizador e responsável pelo projeto/empresa Casas, hortas e jardins.

A empresa é composta por agrônomos, técnicos especializados e colaboradores e tem como objetivo a promoção da Agricultura Urbana, seguida do paisagismo e com base na Agroecologia e Agricultura Orgânica em diferentes espaços da cidade.

  • O que é o projeto/empresa Casa, hortas e jardins?

 Atuamos em diferentes espaços, como residências, condomínios, escolas, chácaras, centros de terapias e restaurantes. Prestamos os seguintes serviços: elaboração e execução de projetos agronômicos (hortas, jardins e pomares); manutenção (poda, controle natural, adubação orgânica, …); cursos e oficinas; educação ambiental e agronômica em escolas.

  • Sobre as hortas que foram emplementadas pela cidade, há supervisão?

Sim, realizamos visitas de manutenção e formação na maioria das hortas que implementamos. Entendemos que a educação é a base de nosso trabalho. Na execução de projetos, procuramos aliar a implantação/manutenção das hortas e jardins com a capacitação dos clientes nos fundamentos técnicos básicos de horticultura e jardinagem (plantio das estações, podas, controle de doenças, colheitas, consórcio e rotação de culturas, preparo do solo orgânico, irrigação, …). Nas escolas, além da implementação da horta/jardim, organizamos uma série de aulas/oficinas, para estudantes de todas as idades, na temática da Agricultura Urbana. Também promovemos cursos e oficinas abertos para a comunidade em diversos temas que envolvem o universo das plantas e da terra (horta urbana, plantas medicinais, minhocários domésticos, berçário de mudas, hortas verticais, agricultura biodinâmica, …).

  • Sobre a colaboração: qualquer pessoa pode utilizar a horta e ajudar a aumenta e mantê-la?

Em hortas coletivas como as implementadas nas escolas, qualquer pessoa envolvida no coletivo pode utilizar a horta para plantar, colher, participar das oficinas de capacitação, ser parte do processo. Nas hortas particulares fica a critério de cada família ou cliente escolher quem usufruirá da horta.

  • Se os moradores de algum bairro se interessarem pelo projeto como é feita a adesão?

Contatando nossa empresa. Precisam marcar uma reunião e/ou visita de consultoria ao espaço urbano sugerido para os plantios. Para cada situação construímos um contrato diferente de trabalho, conforme a realidade local. Podemos coordenar mutirões técnicos de plantio, realizar oficinas de capacitação, fornecer insumos, entre outras ações.

Reportagem Ana Paula Tinoco/ Fotos: Ana Sandim

As comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado hoje, 5 de junho, prometem alegrar as tardes para a criançada que for aos parques municipais de Belo Horizonte até o dia 16 de junho. A programação especial que começou no dia 2, promove atividades de lazer e educação ambiental com o intuito de reforçar a importância da prevenção de incêndios e a preservação da fauna e flora. Porém, a data também serve para lembrar o tema sustentável e fiscalizar a população.

Segundo a estudante do 7º período de Engenharia Ambiental, Aline Lima, 23, “o Dia Mundial do Meio Ambiente é importante principalmente para promover a conscientização acerca da importância de se cuidar e respeitar o meio ambiente”. O estudante do 4° período de Engenharia Ambiental, Ricardo Cassiano, 22, diz que a data “faz com que pensemos com mais atenção em atos que já estão automatizados pelas rotinas do dia a dia”.

Utilizado com grande frequência há alguns anos, o termo sustentabilidade é o assunto principal neste dia. Como alternativa para a cidade se tornar mais sustentável, Aline Lima propõe que a população tome atitudes simples, que em conjunto farão diferença:

– Os principais problemas de BH são problemas muito elementares, muito bobos se for pensar. Precisam acontecer mudanças como a conscientização sobre jogar lixo no lixo, fazer a coleta seletiva, e efetivamente encaminhar para a reciclagem aqueles resíduos que são passíveis de reciclagem, pois infelizmente, mesmo com a coleta seletiva, pouquíssimos são os resíduos que realmente vão pra reciclagem, a maioria deles, acaba indo parar em aterros sanitários como os demais resíduos gerados por nós que não são recicláveis.

Em contrapartida à fala de Aline Lima, Ricardo defende o investimento em educação ambiental, para que a cidade possa, de fato, ser sustentável.

– A mudança começa no ser humano, tem de partir da consciência e do comportamento de cada cidadão belo-horizontino. Saber a necessidade de não poluir já é um grande começo. Não adianta nada uma cidade ter todo um planejamento sustentável, com pontos de coletas de materiais recicláveis, dias alternados na semana para a coleta seletiva. Todo esse processo é em vão se não houver a reeducação da população. Acredito que o principal ponto para uma sustentabilidade viável e a reeducação de uma atual e futura população de mineiros.

E não é somente neste aspecto que os estudantes discordam. Sobre a divulgação da data, Ricardo tem uma visão positiva e afirma ter uma boa repercussão. “A divulgação é de fácil entendimento, clara e bem convidativa. Tanto no meio acadêmico quanto no meio profissional é um assunto que e tratado com bastante seriedade e ao mesmo tempo com recreações culturais”, assegura. Enquanto Aline percebe a pouca visibilidade da data, esclarecendo que “a divulgação é muito pequena, acho que coisas muito maiores poderiam ser feitas”, reclama.

Por Ana Carolina Vitorino

Imagem: Internet

Ciência, tradições rurais e sustentabilidade são as temáticas abordadas na Semana da Ciência e Tecnologia promovida pelo Espaço TIM UFMG do Conhecimento. Entre os dias 16 e 19 de outubro serão exibidos vídeos que mostram como a ciência pode ajudar na produção rural. “Os vídeos abordam muito bem os temas sustentabilidade, economia verde e erradicação da pobreza, com animações e narrações que tratam da ciência em cada caso”, explica o professor de química e um dos organizadores da mostra, Alfredo Luís.

Produzidos pelo Pontociência, projeto desenvolvido por alunos e professores da UFMG, o material está sendo apresentado na mostra Ciência na Roça, que, ainda de acordo com o professor “ tem como objetivo abordar a questão da sustentabilidade pensando nos modos de produção tradicionais e locais, que preservam a cultura e as tradições da região”.

Além das exibições haverá sessões comentadas e mesa redonda com a presença de especialistas nos assuntos-tema da Semana. Os filmes são exibidos até o dia 19 das 14h às 17h no segundo andar do Espaço TIM UFMG do Conhecimento localizado no Circuito Cultural Praça da Liberdade. Entrada gratuita.

Por Ana Carolina Vitorino e Marcelo Fraga

Foto: Marcelo Fraga

O Passeio Ciclístico “Vá ao museu de bike”, faz parte da 6° Primavera de Museus e será realizado no próximo sábado 29, pela Secretaria de Estado de Cultura através da Superintendência de Museus e Artes Visuais (Sumav).  “A ideia surgiu do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) como uma forma de atrair as pessoas aos museus”, declara a assessora de comunicação Angelina Gonçalves.

O objetivo é “fazer com que as pessoas deixem o carro em casa, saiam de bicicleta e tenham um local para deixa-las enquanto visitam os museus. Que elas vejam em uma maneira sustentável de se locomoverem, uma forma diferente de verem a cidade e pedalarem buscando a cultura”, ressalta Angelina Gonçalves.

Para facilitar, os ciclistas serão divididos em grupos para irem até os museus do Circuito Cultural da Praça da Liberdade. Logo após irão para o Museu Histórico Abílio Barreto e serão recebidos para uma visita, então retornarão para a Praça.

A concentração do passeio será no Museu Mineiro a partir das 13h e a saída está marcada para as 14h em direção à Praça da Liberdade.

Por Paloma Sena