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Cabify, o novo aplicativo de corridas com base na quilometragem, começa a operar nesta terça-feira, 11, na capital. O serviço que veio para ser o novo concorrente de táxi e bater de frente com o Uber, possui cadastrado cerca de quatro mil veículos já no primeiro dia de operação. O app de serviço já atende as capitais de São Paulo e Rio de Janeiro. O aplicativo está disponível para Android e iOS.

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Presente em 30 cidades, a Cabify é uma empresa que teve início na Espanha em 2011 e hoje atua em 14 países. O sistema é semelhante ao do Uber, na qual o cliente pode solicitar um veículo da onde estiver pelo aplicativo, com a diferença que o pedido pode ser feito pelo o computador também. Outro diferencial é que os pagamentos só serão aceitos via aplicativo, ou seja, não aceitam dinheiro.

O sistema de atendimento é 24 horas, todos os dias da semana. De acordo com criadores do app, a ideia é solucionar o mais rápido possível as dúvidas dos passageiros e motorista. A fim de manter a segurança dos passageiros, segundo eles, o processo de cadastramento de motoristas é rigoroso. No site da Cabify, há uma lista de requisitos para quem deseja se tornar um parceiro.

E hoje, para a inauguração do serviço as duas primeiras viagens de até R$ 20 realizadas pelos usuários serão gratuitas. Entre os dias 12 e 16 de outubro, os usuários também contarão com descontos de 50% em até dez corridas utilizando o código CABIFYBH50.

Texto: Amanda Eduarda

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Os serviços oferecidos pelos taxistas vêm sendo fundamentais para a população devido a sua praticidade na hora de chamar um táxi. A BHTrans, uma das empresas responsáveis pela mobilidade e transporte na Capital, preza pelo melhor atendimento envolvendo esse sistema de locomoção. Os avanços tecnológicos e os cursos ofertados pela empresa vêm sendo um dos maiores investimentos feitos em prol dos taxistas e da população.

Para que houvesse uma melhora no atendimento dos taxistas nesta Copa do Mundo, foram oferecidos vários cursos, não obrigatórios, tendo a participação voluntária do condutor. Além disso, foram realizadas campanhas para os operadores do serviço de táxi com a participação da BHTrans, do Serviço Social de Transporte (SEST) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SENAT), que constou um DVD sobre os principais locais de interesse turístico de Belo Horizonte. A BHTrans diz ser a favor de qualquer inovação tecnológica que traga benefício ao sistema. Exemplo disso é a aderência dos taxistas pelos aplicativos de celular: Easy Taxi, Way Taxi e BH Táxi utilizando-os no lugar do rádio táxi. Esses aplicativos facilitam a comunicação entre os usuários e operadores e aperfeiçoa a operação do serviço.

No ano de 1990, Belo Horizonte foi considerado a cidade com o melhor serviço de táxi da América Latina. Já neste ano, no período de Copa, não podemos dizer o mesmo. Foram constatadas diversas falhas no atendimento tanto em BH quanto nas outras cidades sede dos jogos. Tarifas caras, cobranças indevidas, taxistas infratores e carros mal conservados foram um dos pontos destacados pelos turistas. De acordo com a BHTrans, a respeito da busca por um melhor atendimento, eles trabalham para que o serviço de táxi atenda as necessidades dos usuários e operadores e além de orientações que são repassadas eles também utilizam o avanço tecnológico para a regularidade e confiabilidade na prestação do serviço. Desde o dia 1º de junho de 2012, os veículos táxis de permissões outorgadas através da Concorrência Pública 02/2012, por força de Edital, possuem a biometria e atualmente o sistema de táxi é composto por 745 veículos com essa tecnologia.

Biometria nos táxis

 Para a BHTrans, a tecnologia da biometria nos táxis tem objetivo de monitorar, eletronicamente, a operação do serviço e melhorar a sua confiabilidade com a identificação digital do condutor. Vários dispositivos compõem a tecnologia, dentre eles um rádio móvel de comunicação com antena, instalado no carro, onde são feitos os registros e o armazenamento de todas as informações referentes à operação do veículo e aos dados do condutor. Essas informações são coletadas pela BHTRANS, via wireless, quando o taxista comparece com seu veículo na sede da BHTRANS. Isso vem ocorrendo desde o início de novembro de 2013. Segundo o órgão, o uso desta tecnologia é fundamental para que se garanta a qualidade dos serviços ofertados aos usuários do Sistema de Táxi do município de Belo Horizonte.

 Aceitação dos taxistas

Isaías Pereira, taxista há 50 anos, utiliza os aplicativos disponíveis há um ano. Segundo ele, esse novo sistema é espetacular principalmente porque é gratuito. Pereira disse não ter presenciado nenhum problema em relação ao sistema e escuta muitos elogios por parte dos passageiros. Tal aceitação vem pelo fato do passageiro ter condições de saber que o carro está indo para atendê-lo, sendo totalmente ao contrário do rádio táxi. Ao utilizar o sistema de rádio, o passageiro acaba esperando enquanto o atendente acaba retornando a ligação para a própria pessoa que pediu o táxi informando que não conseguiu um, enquanto no aplicativo ele consegue visualizar que a pessoa está indo atender seu chamado.

Isaías Pereira – Taxista

Texto e Foto: Bárbara Carvalhaes

Desde que a Lei Seca passou a ser rigorosa o motorista que se recusa a soprar o bafômetro pode ser multado, a tolerância é zero ao  consumo mínimo de bebida alcoólica. Treze motoristas que foram aproveitar a noite do ultimo sábado (25) de maio, e descumpriram a Lei Seca, foram multados em R$ 1.915,40 e tiveram a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) recolhida.  Na noite anterior de sexta-feira (24), cinco motoristas foram detidos em Belo Horizonte após serem flagrados dirigindo com sinais de embriaguez. Eles foram abordados durante blitz da Lei Seca, na capital. Neste mesmo dia ,ao ir as ruas do bairro de Lourdes e conversar com responsáveis e clientes de principais bares, a equipe do jornal Contramão pôde observar a falta de incentivo ao cumprimento da lei de ambas as partes.

Em um bar da Rua da Bahia com Bernardo Guimarães, conhecido pelos frequentadores como “Postinho”, a gerente Jaqueline Mendes reconhece não ter nenhuma iniciativa para orientar os motoristas ao não consumo de álcool  e que até o momento não há planos para implantação de algo do tipo, porém acha muito importante. A cliente Juliana Fernandes (24), auxiliar de arquivo, habilitada diz que bebe sempre com os amigos, porém volta de táxi.

No quarteirão abaixo, no Western House, a operadora de caixa  Maria Aparecida (43), diz que  o bar não tem nenhuma iniciativa para incentivar o não consumo de álcool, pelos motoristas afirma também que já deu a ideia para o proprietário, e que seria uma boa iniciativa, já que a clientela caiu bastante depois da tolerância zero da lei .

Os clientes,  2 casais de amigos, frequentadores do local: Ismael neto(40), advogado, motorista, diz que Prefere ir em bares próximos a pé, ou  de táxi, porém assumi que já bebeu e dirigiu, sabe dos riscos e procura se virar sempre para fugir deles. Sua esposa Daniele Alvarenga (31), administradora fala que “a lei o faz refletir”, e que de vez em quando faz a gracinha de busca-lo. Ele diz também que pensa em não fazer uma “porcaria” com outras pessoas, não agredi .

Outro integrante do quarteto, Tiago Correia (31), também advogado assume que as vezes tem consciência,mas não segui  “não penso nos outros, só na multa, e no meu carro”, não se preocupa em beber e dirigir, afirma só andar bebo dentro do próprio Bairro. Sua acompanhante Luciana Carneiro (35),Enfermeira também disse que as vezes bebi e dirigi, porém bebi menos quando está dirigindo. Reconheci os riscos, principalmente por ser profissional da saúde, já sofreu um acidente na BR 040, quando uma motorista bêbada atravessa a contramão e bati de frente com seu carro a 7 anos atrás, se viu na condição de paciente e diz que não é fácil.

Com esse levantamento, observamos os riscos que  enfrentamos no dia-a-dia, não só  quem é motorista “por esporte”, mas também pedestres e profissionais  pois estamos sujeitos a falta de responsabilidade alheia. Ser motorista hoje é uma divisão de aguas, porque a consciência tem que ser mutua, os motoristas profissionais na área que dependem da carteira para seu sustento como o Carreteiro Edvaldo Cerqueira (30), relata que “ A lei seca é boa, porém falta a conscientização da população, e que na estrada não há nenhum tipo de iniciativa para a prevenção de acidentes por álcool e direção”.  Afirma “ Você vai na lua e volta, e ninguém te para”. Ele também fala que já bebeu e dirigiu, mas agora prefere seguir a lei, para não sofrer as consequências.

Outro adepto da profissão Marcos Xavier(33), motorista Rodoviário diz que não há nenhuma campanha nas estradas, postos de combustíveis e paradas para alertar os motoristas do perigo da combinação e como os outros assumi que também já bebeu e dirigiu. No Brasil há a lei a ser cumprida, porem sem nenhuma preocupação dos dependentes dela no site há mais informações sobre a posição da lei não afrontar a liberdade dos proprietários de bares.

Em prol de uma iniciativa que ajude na campanha de conscientização dos cervejeiros de plantão a agência RC comunicação, em parceria com outras empresas inova com um produto, uma bolacha magnética, com dois lados “Se beber, não dirija.” e  “Se beber, chame um táxi.” alerta os motoristas como os nossos entrevistados a repensarem seus conceitos. Não podia faltar uma ação simples, divertida e objetiva na tão conhecida capital dos botecos,  Belo Horizonte.

A aceitabilidade da clientela foi muito boa, segundo Igor que é redator da agência e um dos idealizadores do projeto, também afirma que os pedidos de taxi aumentam quando tem o uso da bolacha, já que quem aderi a campanha tem 10% de desconto na conta. Lorena Campolina que faz parte da imprensa da choperia Albanos onde é implantado a campanha, explica que esse desconto contínuo,é quando o cliente vai pagar a conta os garçons oferecem a proposta e se optarem a pegar o táxi os 10% de desconto é passado em dinheiro ao cliente para ajudar na despesa com o meio de transporte.

Até o momento foram realizadas três campanhas sem nenhum projeto de expansão em mente, atualmente o número de bolachas atende a demanda de clientes da casa. Lorena Informa que o uso das bolachas ”Vai muito de acordo com o dia, depende do movimento da casa a intenção é surpreender o cliente, os garçons também são orientados a utilizar a bolacha com os clientes quando vê que a situação é propicia”.

A campanha teve uma ótima repercussão nos meios de comunicação, já que bebida e direção não combinam, e tudo que envolve esse tema  chama a atenção em relação com a lei seca em todo país.

Pesquisa do Ministério da Saúde, sobre o impacto  do álcool e a relação com o trânsito, revela que 21% dos acidentes de trânsito estão relacionados ao consumo de álcool. De acordo com o MS, uma em cada cinco vítimas de acidente de trânsito atendidas nos prontos-socorros do País estava sob efeito de bebida alcoólica, o que causa um forte impacto nos atendimentos de urgência e emergência do Sistema Único de Saúde (SUS) do país. Mais informações no site.  A ultima iniciativa é a Operação Labirinto da Lei Seca que vai tomar conta de BH, já que foi aprovada pela secretaria a megablitz que fecha todos os acessos ao Bairro de Lourdes nos fins de semana. Barreiro, Pampulha e outros bairros da Zona Sul serão próximos alvos de ação quinzenal. Assim todos os caminhos levam à blitz,  na área nobre que também foi aprovado pelos  moradores, mas assustou frequentadores derrubando o movimento

Em relato ao site, o Subsecretário de Integração de Promoção da Qualidade e Integração do Sistema Defesa Social, Daniel de Oliveira Malard, a intenção deste cerco é garantir a eficácia da fiscalização da Lei Seca. “Nós temos que incutir no cidadão o sentimento de que isso (misturar bebida e volante) é inadequado e pode gerar um dano grande ao próximo ou a ele próprio”.

Por: Aline Viana e Juliana Costa

Foto Juliana Costa

O serviço de táxi em Belo Horizonte, considerado pelo Sindicato dos Taxistas como um dos melhores da América Latina, divide a opinião dos usuários. Enquanto alguns nunca tiveram problemas com o serviço, outros reclamam da dificuldade para encontrar um táxi. O editor do site BHTáxi considera a frota insuficiente, e o presidente do Sindicato dos Condutores Auxiliares de Táxi acredita que treinamentos para os taxistas podem contribuir para melhorar a qualidade.

A publicitária Camila Oliveira, 23, relatou um caso recente. “Estava voltando de uma casa de shows na região do bairro Carlos Prates e não encontrei um táxi para ir pra casa. Acho um absurdo precisar de um serviço essencial e não encontrar”, afirma. Já a estudante Letícia Ferreira considera o serviço bom. “Não tenho nada a reclamar. Os motoristas são educados, têm boa vontade de informar, levam aos lugares de forma correta sem tomar o caminho mais longo”, comenta.

O portal BHTaxi, que contém informações do serviço em Belo Horizonte, também registra reclamações dos usuários. É o que informa o editor do site, Léo Quintino. “Este ano já estamos contabilizando quase mil reclamações. A maioria delas é sobre a dificuldade de conseguir um táxi”. O editor comenta que considera moderna a frota de táxi da capital, porém “insuficiente para atender a demanda crescente”.

O presidente da Associação dos Condutores Auxiliares de Táxi (ACAT), José Estêvão disse que  para manter a qualidade do serviço “os condutores recebem treinamentos constantes, inclusive de direção defensiva”.  Ainda segundo o presidente, “tendo em vista os eventos internacionais previstos para a capital nos próximos anos (Copa das Confederações e Copa do Mundo), cursos de inglês e espanhol deveriam ser obrigatórios”, analisa.

Por Marcelo Fraga e Rute de Santa

Imagem: Internet

Apesar do atraso causado por uma intervenção judicial na licitação de táxis promovida pela BHTrans, empresa que gerencia o trânsito em Belo Horizonte, o Sindicato Intermunicipal dos Condutores Autônomos de Veículos Rodoviários (SINCAVIR-MG), órgão representante dos taxistas, faz uma avaliação positiva da atual situação do serviço na capital mineira.

De acordo com a assessoria de imprensa do SINCAVIR, “o atraso no resultado da licitação fez com que os 605 novos táxis não entrassem em circulação ainda este ano, como estava previsto”. Ainda segundo o sindicato, estes novos veículos só deverão entrar em circulação durante o primeiro trimestre de 2013, uma vez que o resultado da licitação será divulgado no dia 12 de novembro e os vencedores ainda terão um prazo de 90 dias para adquirirem um veículo zero quilômetro.

Sobre as reclamações dos usuários a respeito da dificuldade em encontrar um táxi na cidade, a assessoria informou que o SINCAVIR acredita que a quantidade de veículos destinados à esse transporte em BH, atualmente seis mil, é suficiente para atender à população, e muitas vezes as pessoas têm a impressão de não haver quantidade ideal devido à lentidão no trânsito, principalmente nos horários de pico. O sindicato ainda informa que recentemente a BHTrans publicou a portaria nº 078/2012 que autorizou o cadastramento de condutores auxiliares, o que daria mais agilidade para o serviço.

O SINCAVIR informa também que considera o serviço de táxi na capital como o “melhor da América Latina”, e que os veículos em circulação têm, em média, dois anos de uso, e os condutores passam por constates treinamentos e cursos de reciclagem.

A polêmica envolvendo a licitação

A BHTrans suspendeu temporariamente a licitação para 605 novos táxis em Belo Horizonte após a Justiça conceder uma liminar à um candidato que questionava um item do edital que previa de 6 a 14 pontos para motoristas com experiência como taxista. O juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública Municipal considerou que a cláusula feria o princípio da igualdade. A BHTrans recorreu da decisão e conseguiu a anulação da liminar.

Por Marcelo Fraga e Rute de Santa

Foto: Marcelo Fraga