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Arte Reprodução: Catraca Livre

Da parceria entre o Grupo Anima Educação e o Catraca Livre surgiu a Universidade do Cotidiano. A proposta criada pelo professor Rafael Avila, diretor adjunto de Desenvolvimento acadêmico e Inovação do grupo Anima Educação, consiste em dar espaço aos alunos para criarem seu conteúdo e abriga-los na página do site. Em conversa com a coordenadora do curso de jornalismo do Instituto de Comunicação e Arte – ICA – Carla Maia, ela esclareceu as possíveis dúvidas com relação a essa nova novidade.

  • Qual a proposta e se apenas alunos podem participar.

A proposta é incentivar os estudantes a refletirem e escreverem sobre o que aprendem em seu cotidiano – visitando um museu, assistindo um filme, viajando para um lugar novo, lendo jornal etc. “A vida te ensina o tempo todo” é o mote. A partir daí os alunos são convidados a gerar conteúdo para a página “Universidade do Cotidiano”, abrigada no site do “Catraca Livre”. O conteúdo é organizado por categorias (O que é, Quem foi, O que foi, O que aprendi, Para entender). Os alunos das instituições de ensino do grupo Anima (UNI-BH, UNA e USJT, Unimonte e Sociesc) são convidados a participar.

  • Os períodos de postagem variam de instituição para instituição de acordo com os semestres, ou seja, cada uma fica responsável por um período ou todas atuam juntas?

Há um rodízio, cada uma assume a entrega de 15 posts, que são postados diariamente (integralizando 15 dias, um post por dia).

  • Como é processo de seleção dos textos e quem são os responsáveis pela aprovação e consequentemente responsáveis pelas postagens?

Os textos são produzidos no contexto de disciplinas ou produção laboratorial de cada curso. Os professores responsáveis revisam, selecionam e enviam para a coordenação do curso. A coordenação também lê, revisa, e envia 15 (se tiverem chegado mais posts da parte do professor, o coordenador seleciona os melhores 15) para a Diretoria Acadêmica do Anima, que repassa para o editor-chefe da página no Catraca (um jornalista contratado pelo Anima especialmente para este fim).

  • Os estudantes que tiverem foto sobre o assunto escrito em seus textos podem usá-las para enriquecer suas reportagens?

Sim, certamente! Vídeos curtos (de até 1’30”) também são aceitos.

  • O prazo para envio dos textos: 

12 a 23 de setembro de 2016 (estudantes de Jornalismo) / 05 a 09 de dezembro de 2016 (estudantes de Publicidade, Relações Públicas, Cinema e Moda).

Para conhecer a aba clique aqui.

 

Reportagem Ana Paula Tinoco

“Em tempos de tempestade, o luxo é o otimismo e o estado é a graça de escapar, mas de forma criativa”, destaca Aldo Clécius, Diretor Criativo.

A 10ª edição UNATRENDSETTERS, evento de encerramento do curso de Moda do Instituto de Comunicação e Arte UNA-ICA, ocorreu em Belo Horizonte, entre os dias 5 e 6 de julho, apresentou, para profissionais da moda do mercado mineiro, entre eles, Renata Canabrava e Aldo Clécius, os trabalhos realizados pelos formandos do curso de Moda do centro Universitário UNA, do Instituto de Comunicação e Artes. Além dos desfiles foram registrados, apresentações audiovisuais, em que os alunos apresentaram suas coleções através de videoclipes e ensaios fotográficos no auditório do ICBEU.

Com o tema Escapismo, a 10ª edição trouxe tendências para a moda inverno 2016/2017. As criações foram inspiradas por clássicos da literatura e da arte e também por épocas marcantes do Brasil. As estudantes Gabriela Ribeiro e Luana Tamara apresentaram sua marca “Retrô Glam”, retratando os Anos Dourados da cidade do Rio de Janeiro. “Aleijadinho, a Arte de um Gênio” é a coleção criada por David Maia que trouxe, através da GaleriaD, o trabalho para o desfile. Já a universitária Silvia Torquetti criou a coleção “Brasil, o País do Futebol”, inspirando-se no universo masculino e no futebol, “A minha paixão pela moda masculina começou quando me deparei com a dificuldade dos meus familiares em encontrar roupas que fossem do agrado deles”, conta Torquetti que completa “Eu tenho um irmão e todos os meus primos são homens. Toda vida eu convivi e cresci no meio deles. Na faculdade voltei a produção das minhas criações para  a moda masculina, e agora no TCC eu criei essa marca justamente por isso.” declarou.

Na noite do dia 6, no Salão Ilustríssimo, ocorreu o encerramento do evento, contando com a entrega do Prêmio Moda Mineira e com homenagem a ex-aluna, Carol Maquí, pelo trabalho realizado por sua marca de bolsas e mochilas, “O Jambú”. Destinada para todos os públicos é influenciada pelo contexto urbano e de manifestações culturais. A marca é uma mistura de referências paraenses e mineiras, estados de origem de seus criadores, Carol Maquí e Swami Cabral, o que reflete na criação de cada uma das peças. Carol Maqui explica sobre a importância de receber tal homenagem, “em um evento que reúne tantos profissionais da área, receber a homenagem e ter a possibilidade de colocar a coleção na passarela trás para a marca uma visibilidade e grande reconhecimento. Vale lembrar que nossas bolsas desfilaram com roupas do estilista Dill Dias, também ex-aluno da UNA.”, completa.

Além de familiares a noite contou com a presença de professores e profissionais renomados no mercado, onde estes avaliaram as criações dos alunos, que tiveram os seus trabalhos inspirados por Carlos Drummond de Andrade e Aleijadinho. A surpresa da noite ficou para o trabalho realizado por Cynthia Cristina, com o projeto “Moda criativa para o melhor amigo do homem”, ela utilizou tecidos produzidos com pelos de cachorros da raça Poodle em suas peças, criando um desfile inusitado entre modelos e seus animais de estimação.


Reportagem e Fotografia: Sarah Mansur – 1º Período  do Curso de Jornalismo Multimídia UNA-ICA

 

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No começo do mês, deu-se inicio no Escritório de Serviço de Assistência Jurídica da UNA – ESAJUNA o atendimento a pessoas transexuais e travestis que desejam a retificação do nome de registro civil.

O projeto que visa facilitar a retificação do nome de registro e gênero dos documentos oficiais dos atendidos surgiu a partir da demanda de dois alunos do Centro Universitário UNA, Carl Benzaquen e Yueh Fernandes, primeiros a solicitarem o pedido do uso do nome social dentro da instituição. Entendendo a dificuldade do processo por parte da defensoria pública e vendo uma possibilidade de parceria com o ESAJUNA e o Una-se Contra a LGBTfobia, os alunos se reuniram com ambos os coordenadores dos projetos, Bruno Miguel Pacheco e Roberto Reis, para solicitarem o projeto, que foi também incentivado pelos Professores Pedro Henrique Menezes Ferreira e Edvander Luis de Moura.

A UNA se mostrou pioneira nas questões de direitos LGBTs, tendo aprovado no dia 24 de abril deste ano, a resolução do uso do nome social para alunos e alunas transgêneros, se tornando uma das primeiras instituições de ensino de Minas Gerais a reconhecer esse direito. Esse feito foi de responsabilidade do professor e coordenador do projeto de extensão Una-se Contra a LGBTfobia, Roberto Reis. O projeto tem como objetivo promover, defender e visibilizar as causas e direitos de alunos e funcionários LGBTs. Juntando esses princípios com o Escritório de Serviço de Assistência Jurídica da UNA, que é um ambiente de prática jurídica para alunos do curso de Serviço Social e Direito, o projeto de assistência às pessoas trans foi se desenvolvendo ao longo desse último ano.

Promovendo capacitações o Una-se orientou os integrantes do ESAJUNA, para melhor atenderem o público LGBT, e a realização do Colóquio Transexualidades e Direitos, com a participação de Bruno Souza, Gisella Lima e Carl Benzaquen, pessoas trans e militantes de movimentos LGBTs, que contaram suas vivências e mostraram a importância do reconhecimento dos direitos dos trans.

“A realidade das pessoas travestis e transexuais hoje é uma das piores entre os grupos de minorias oprimidas. Marginalidade, tráfico e exploração são palavras do cotidiano para essas pessoas, algo que é potencializado enquanto a Lei de João Nery de Identidade de gênero não é aprovada no Congresso (e dificilmente será, já que estamos falando de um cenário que está dominado pelo conservadorismo).”,  comenta Carl Benzaquen, que entrou com o processo de retificação do nome de registro pela defensoria pública há 10 meses e ainda não tem data para a audiência.

Para o coordenador do ESAJUNA, Bruno Miguel Pacheco, foi surpreendente verificar que, depois de estabelecido um primeiro contato, algum preconceito que eventualmente existisse foi enormemente minimizado. “Os alunos dos 7º e 8º período atenderam o público transexual de forma bastante acolhedora e engajaram-se no projeto. Percebemos claramente que o mais importante é quebrarmos barreiras, demonstrando os seres humanos que estão por trás de qualquer identidade (gênero, sexo, raça ou religião).”

Depois do processo de preparo da equipe e contato com a realidade das pessoas trans, começaram no dia 11 de novembro os primeiros atendimentos. Inicialmente foi organizada uma lista com quinze nomes para serem atendidos, mas a ideia é de que depois destes primeiros processos muitas outras pessoas trans possam entrar gratuitamente com o pedido pelo ESAJUNA.

“A aluna de Serviço Social que me atendeu estava preparada e soube utilizar todos os termos corretamente, não houve desrespeito hora nenhuma e isso é algo novo dentro das vivências trans. Esse projeto é de extrema importância e demonstra uma sensibilidade e respeito enorme por parte dos responsáveis. Pena que ainda vemos poucas iniciativas como essa por aí”. Conta Gael Benitez, estudante de Jornalismo da UNA e um dos atendidos pelo ESAJUNA para o processo de retificação do nome civil.

A iniciativa ainda é um projeto piloto, mas a ideia é expandir ainda mais. Trazer essas questões que são invisibilizadas para dentro de instituições de ensino é extremamente necessário para a formação de futuros profissionais.

Por Gael Benitez

O domingo (08), marcou o terceiro dia do LUMIAR no Cine Humberto Mauro no Palácio das Artes. Com a segunda exibição das Sessões de Primeiros filmes e Mostra Competitiva Interamericana, foi possível assistir animações, documentários e ficções vindas do México, Argentina e Brasil às 14 e 18 horas. Entre os 8 filmes exibidos na Mostra Competitiva, um dos destaques foi o filme produzido por Mauricio Ferreira, Miúdo, que aborda músicas de Chico Buarque ao contar a história do casal João Pedro e João Hollanda.
O curta ganhou formato devido a um trabalho de faculdade realizado por Mauricio Ferreira e seu amigo Felipe Lovo. Eles deviam criar um produto audiovisual para ser avaliado no semestre e escolher quais seriam as disciplinas que os avaliariam, e uma dessas escolhas era a edição de som, o ponto principal que deveria ser explorado pelos universitários de Pernambuco. “O tema veio a seguir. O cinema pernambucano tem um tratamento peculiar sobre os corpos masculinos, no qual “quebra” com o clichê da construção enquanto forma dos corpos femininos dentro do cinema clássico, o que não se trata apenas de uma temática homossexual, mas sobretudo ao corpo masculino. Os dois atores, Adolfo Delvalle (paraguaio) e André Macedo (brasileiro) – e que eram casal na vida real quando gravamos o curta – tanto nos inspiraram quanto contribuíram para o desenvolvimento das personagens e do roteiro”, afirma Ferreira.

A escolha quanto as músicas de Chico Buarque, aconteceu porque o diretor é fã do cantor e via como uma oportunidade desconstruir o estigma de que as músicas feitas por Buarque embalassem apenas os relacionamentos heterossexuais. Para Ferreira, a composição de Chico Buarque aproxima a complexidade dos casais, sejam elas as orientações que forem. “Como sou um fã obstinado do músico e compositor, dei-me a liberdade de desconstruir os elementos formais das músicas e associá-las a um casal homossexual. A ideia não era erguer uma bandeira explícita sobre a questão de autoafirmação a orientação sexual, mas sim naturalizar aquela relação entre as personagens João Pedro e João Hollanda. Claro que é necessária essa luta – via audiovisual – pelo direito e liberdade da orientação sexual, porém as vezes entendo que apenas mostrar a luta pela liberdade da orientação sexual de maneira explicita, acaba por deslocar o homossexual ainda como o “outro”, cujo alguém ainda a vier a ser livre.”

As filmagens tiveram duração de cinco dias, mas não consecutivos, já que os equipamentos deveriam ser revezados com outros alunos do mesmo módulo de Ferreira. A edição e o tratamento do som também tiveram um intervalo de cinco a seis dias.
Após a apresentação do projeto em sala de aula, surgiu a necessidade do projeto não somente ser válido como avaliação. “O encontro com o Lumiar se deu dentro dessa busca por festivais universitários complacentes com o contexto de produção universitário. No mais, queríamos que o curta e o tema fosse disseminado festivais afora. Afinal estamos a um ano de completar a faculdade e já é hora de apresentarmos algo fora das paredes da Universidade. O Festival Lumiar, coincidentemente, foi o primeiro festival ao qual o inscrevi e, por sorte, foi o primeiro a seleciona-lo.” Após o LUMIAR, o curta Miúdo produzido por Ferreira, foi selecionado para outros dois festivais. “Sendo o Festival Lumiar o primeiro festival a selecionar o nosso curta, seguramente a relação da equipe com esse festival será carinhosamente mais afetiva do que com os outros festivais. Além disso, o Festival Lumiar tem o diferencial de carregar o subtítulo de Interamericano, ou seja, um reconhecimento importante para nós no que tange o circuito não só do Brasil,” finaliza.
A terça-feira (10) marcará o início da Mostra Panorama Interamericano, tendo em sua primeira exibição os filmes vindos do México e Argentina, além disso terá continuidade da Mostra Competitiva e a Retrospectiva Beto Brant, com o filme Cão sem dono.

Por Julia Guimarães

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As Velocidades”, a interface entre o movimento  dos centro urbanos que tensionam a tradição, inovação e as artes nas cidades, foi o tema da oitava edição do UNA Trendsetters, evento que reuniu jornalistas e estilistas que são referência no cenário da moda em BH. Realizado na noite de ontem no Espaço Ilustríssimo. O evento homenageou profissionais de destaque no mundo da moda como a jornalista Lady Campos e a estilista Cláudia Magalhães.

O UNA Trendsetters  promove a formatura dos alunos do Curso de Moda do Centro Universitário UNA.  “O intuito do evento é mostrar um protótipo das produções dos alunos concluintes da graduação e inserí-los no mercado de trabalho”, explica o organizador da mostra e orientador dos trabalhos professor Aldo Clécius.

Aldo Clécius, organizador do UNA Trendsetters.
Aldo Clécius, organizador do UNA Trendsetters.

Para Mariana Cezário, responsável pela produção executiva, coordenação de backstage, direção de desfile e  direção de casting do evento,  produzir um desfile não é só ter a roupa pronta. “A preparação começou muito antes, desde o início da criação e desenvolvimento da coleção. A preparação começa pensando na maquiagem, cabelo,  trilha sonora e depois definimos qual modelo é o perfil da coleção de cada formando. Feito isto, fazemos o ajuste de roupa,  coreografia e por fim, ensaiamos. Tem toda uma pré-produção para o desfile.”

Mariana Cezário, trabalha há 10 anos com produção executiva
Mariana Cezário, trabalha há 10 anos com produção executiva

“Este evento é o momento onde inserimos nossos alunos no mercado de trabalho.”, avalia Clécius a respeito do potencial do Una Trendsetters. “Todo o processo foi desenvolvido com bastante profissionalismo e funcionará como um portfólio para a vida profissional dos alunos”, destaca.

Michele Rodrigues, 22 anos, estava ansiosa para o desfile. “Estamos neste processo de criação há muito tempo. O evento é muito esperado por todos, porque é nele que mostramos nosso profissionalismo e inspiração que foi trabalhado durante o curso.”

 

 

Michele Rodrigues, formanda do curso de moda da UNA
Michele Rodrigues, formanda do curso de moda da UNA

Veja o desfile em:

www.unatv.com.br

www.unaaovivo.zz.mu

Texto e Imagens: Bruna Dias e Raphael Duarte

Está marcado para essa quinta-feira, 12, a partir das 17h, o ciclo de debates Mulheres comunicam, feminismo mídia e ação, organizado pelo projeto de extensão Una-se contra a homofobia, do Instituto de Comunicação e Artes (ICA), do Centro Universitário Una.

Os debates giram em torno dos papéis das mulheres nos dias de hoje. Serão duas mesas formadas por pesquisadores do instituto das áreas de comunicação. O evento promove também a exposição Mulheres na publicidade: intervenções críticas que traz um olhar sobre anúncios publicitários, que utilizam a imagem da mulher e a exibição do filme da documentarista Eliza Capai, “Tão longe é aqui” (2013).

A professora de publicidade e relações públicas do ICA, Carla Soares, participará da primeira mesa com o tema “Mulher e Política: interfaces plurais”.  Segundo a professora, o assunto é importante: “Esse assunto gera incômodo, mas as pessoas geralmente não admitem que é gerado, mas a gente vê pelas atitudes de como elas se comportam quando está se falando de assuntos ligados a gênero, ou os papéis de cada um. A gente percebe que esse incomodo é o primeiro passo para vermos algumas transformações que estão acontecendo”, destaca.

Soares acrescenta ainda, que a discussão vai além do âmbito das mulheres. “É um dia realmente de pensar sobre as questões de gêneros, e não tem um impacto só para a mulher, a questão feminista e sobre gênero vem para repensar os papéis da mulher e do homem na sociedade. Então em certo sentido também é uma libertação masculina, finaliza.

 

Veja a programação completa:

Instituto de Comunicação e Artes – ICA
Campus Liberdade

09 a 12 de março

Exposição de Anúncios Publicitários que retratam a mulher brasileira: intervenções críticas

12 de março: 17h

Exibição do documentário ?Tão longe é aqui? (2013), de Eliza Capai (sala 01 do Instituto de Comunicação e Artes da Una ? R. da Bahia, 1.764, Lourdes)

 

Auditório do Teatro Icbeu

12 de março: 19h-20h30

1ª mesa – Mulher e política: interfaces plurais – Moderação: Profª Daniela Viegas

Profª Nina Gazire Ciberfeminismo: da arte ao ativismo digital

Profª Tatiana Carvalho Costa: Mulheres transexuais e fronteiras do feminismo

Profª Carla Soares: Você sabe como foi o seu nascimento? A construção do imaginário sobre o parto

Graduanda de Moda Énia Dára: Jovens Negras Empreendedoras: Novos Mercados, Novas Perspectivas

 

12 de março: 21h às 22h30

2ª mesa – Olhares: comunicação, cinema, moda e literatura – Moderação: Profª Suzana Cohen

Profª Clara Teixeira: Publicidade e a representação da mulher

Profª Sílvia Barbosa: A mulher na literatura: reflexões sobre a autoria feminina

Profª Geanneti Tavares Salomon: O espelho da moda: Reflexos da condição feminina no seu vestir

Profª Nelma Costa: A Mulher e o Mundo do Trabalho Cinematográfico

Texto: Ítalo Lopes e Camila Lopes Cordeiro

Imagem: Divulgação