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UNA

O Centro Universitário UNA promoveu, na noite de ontem, uma palestra com o jornalista e editor executivo da revista Istoé, Klester Cavalcanti. O jornalista foi correspondente na guerra da Síria em maio deste ano. Klester contou ao público presente no Teatro ICBEU sobre os dias em que ficou detido pelo governo local e sobre as torturas que sofreu. “Ele sofreu tudo isso, mas conseguiu um relato mais puro, longe da censura do governo Sírio”, afirma o estudante do 2º período de Jornalismo, Horácio Fialho.

Durante cerca de uma hora e meia, os expectadores ouviram a descrição dos fatos ocorridos durante os dias em que Klester permaneceu no Oriente Médio. Além disso, houve um tempo reservado para perguntas da plateia. “Achei a palestra muito interessante, não foi cansativa. Tirei de lição que não devo por em prática sonhos que coloquem em risco minha vida”, comenta a estudante Juliana Costa, 20.

A experiência na guerra levou Klester Cavalcanti a escrever o livro Dias de Inferno na Síria recentemente publicado e, ao final da palestra, foram sorteados alguns exemplares para o público. Houve ainda uma sessão de autógrafos.

Por Marcelo Fraga e Paloma Sena

Foto: Raul Richard

O Centro Universitário UNA promoveu ontem uma palestra com os apresentadores do programa 98 Futebol Clube, da Rádio 98, Clube e a da assessora de comunicação do Comitê da Copa BH Raquel Bernardes, no auditório do ICBEU, o evento foi aberto aos estudantes e a toda comunidade acadêmica. “É importante falar das ações para copa, porque queremos que a sociedade se envolva nesse projeto e para se envolver tem que conhecer”, declara. “Os alunos tem uma mente aberta, enxergam a oportunidade de participar desses projetos”, acrescenta.

Assessora do Comitê da Copa

Rádio

Os apresentadores do programa 98 Futebol Clube, que estiveram presentes, falaram com humor sobre suas carreiras. “O diferencial do rádio é a imaginação a pessoa saber o que ela tá ouvindo e a partir daí ela criar. A instantaneidade, o rádio sempre foi o veículo mais instantâneo mais acho que isso mudou depois da internet principalmente na questão das redes sociais, mas de qualquer forma ele é instantâneo”, comenta o apresentador e jornalista Igor Assunção.

Assunção ainda acrescentou, “Nunca tive menor a intensão em trabalhar com o rádio, na faculdade as aulas não me despertavam entusiasmo, mas as oportunidades surgiram e eu acabei me identificando nesta área”.

Estavam presentes no evento os apresentadores do programa 98 Futebol Clube, Mário Alaska (Abracadabras), Natália de Sá (Natonga) torcedora do América e Igor Assunção (Porco) torcedor do Atlético.

Por Ana Carolina Nazareno e Rute de Santa

Fotos: Ana Carolina Vitorino

Agitação na plateia e expectativa entre candidatos e assessores. Foi assim que o debate entre os candidatos à prefeitura de Belo Horizonte, realizado no auditório do campus Aimorés, teve início na noite de ontem. As regras estabelecidas para o debate instituíam que o primeiro bloco tivesse 50 minuto e os outros dois teriam 20 minutos. Em seguida, cada candidato teve 2 minutos para se apresentar ao público. Os candidatos tinham 30 seg para perguntar e 2 minutos para responder e 1 minuto para replica. Caso os nomes, coligação ou partido dos candidatos fosse citado de maneira direta ou indireta na resposta, seria concedido direito de resposta de 1 minuto.

Momentos antes do início do debate, a organização sorteou a ordem das perguntas na presença dos candidatos e seus assessores. A mediadora foi a coordenadora do curso de Jornalismo Multimídia, Piedra Magnani, e o reitor do Centro Universitário UNA, Átila Simões abriu o debate.

No primeiro bloco os candidatos se apresentaram e a plateia gritava ao fim de cada declaração. Na apresentação, cada um dos candidatos falou um pouco sobre suas propostas, aproveitando ainda para criticar a gestão do atual prefeito. Na sequência, perguntas feitas entre os candidatos, cuja ordem entre quem iria perguntar e quem iria responder foi previamente sorteada.

O candidato Patrus Ananias (PT) perguntou para Vanessa Portugal(PSTU) sobre a importância das políticas públicas sociais. A candidata respondeu criticando a administração atual e também as anteriores. Márcio Lacerda( PSB) perguntou o que Maria da Consolação(PSOL) faria caso fosse eleita prefeita da capital. A candidata respondeu com críticas à administração atual.

O candidato Tadeu Martins (PPL) perguntou para Patrus Ananias (PT) sobre eventos culturais. O candidato petista aproveitou a oportunidade para, mais vez, reforçar os pontos relativos à cultura em suas promessas de campanha. A candidata Vanessa Portugal (PSTU) questionou Márcio Lacerda (PSB) a respeito do transporte público em Belo Horizonte, que respondeu apresentando o que fez a respeito dessas áreas na administração atual.

Durante este bloco alguns candidatos questionaram o direto a réplica por terem sido citados nas respostas de seus adversários e o tempo estimado de 20 minutos teve que ser estendido. Ainda durante o segundo bloco, os adversários do atual prefeito Márcio Lacerda (PSB), aproveitaram para criticar ações realizadas pela prefeitura, nos campos econômico, social e cultural. A ordem no debate, por parte da plateia, não era algo que se pode ressaltar. Os militantes gritavam e aplaudiam seus candidatos e não estavam nem um pouco intimidados com as vaias dos militantes adversários. Para dar início ao terceiro bloco foi exibido um vídeo que ilustra o tema principal do debate “Transporte e Mobilidade Urbana”.

No terceiro bloco os candidatos responderam perguntas feitas pela plateia, que foram sorteadas ao vivo. A primeira pergunta teve como tema políticas de saúde mental, álcool e drogas. Patrus Ananias respondeu que internações, em sua possível administração, somente ocorrerão em casos extremos e que é preciso investimentos na área da saúde.

A segunda pergunta foi sobre transporte público sustentável, sendo direcionada a Pedro Paulo (PCO). O candidato ressaltou que a prioridade em sua administração seria primeiramente as políticas sociais de transporte. Marcio Lacerda (PSB), respondeu uma pergunta sobre as tragédias provocadas pela chuva na capital. O candidato à reeleição afirmou que tem feito muitos investimentos para prevenir novos acontecimentos desse tipo em sua gestão.

A quarta pergunta, respondida por Tadeu Martins, foi sobre a violência contra a mulher na capital. Ele respondeu que sua vice é do sexo feminino e vai ajudar para que a mulher seja mais respeitada. Já Maria da Consolação tratou do tema investimento nas campanhas políticas. A candidata considera a campanha é necessária para que a população conheça as propostas de maneira democrática. A última pergunta foi sobre arrecadação das multas e investimento em estacionamentos. Vanessa Portugal disse que, apesar de ser uma ideia a se levar em consideração, o mais correto seria insistir na melhoria o transporte público.

O debate, que foi uma parceria entre o curso de Jornalismo Multimídia, NUC (núcleo de Convergência de Mídias), do jornal laboratório Contramão, DCE UNA e a UNA TV, obteve resultados positivos para a jornalista e coordenadora do curso de Jornalismo Multimídia, Piedra Magnani. “Consideramos o debate um sucesso, o público estava lotado, muitas pessoas de outras instituições. O público participou elaborando perguntas que seriam lidas no terceiro bloco do debate. Muita repercussão na imprensa, nas redes sociais, com comentários favoráveis e no boca a boca também temos recebido bastantes elogios”, declarou.

Segundo o coordenador do Jornal Laboratório Contramão, Reinaldo Maximiano, a realização do debate foi um marco na história do curso. “O que fizemos ontem foi, simplesmente, o único debate, em primeiro turno, em ambiente universitário, na capital. Nem a PUC e nem a UFMG (com o pool das TVs universitárias, em vezes anteriores) fizeram um evento semelhante ao nosso. Foi a oportunidade de por à prova um método de trabalho para coberturas multimídia, com o apoio da UNA TV , e produzimos um material de alto nível, porque foi um debate de alto nível”, afirmou Maximiano.

O vice-reitor Atila Simões agradeceu em nome de toda comunidade acadêmica. “Fiquei profundamente grato com o carinho e o respeito de todos por terem aceitado o convite de primeira mão pra atender ao pedido do nosso curso de jornalismo. A noite teve momentos muito ricos, muito profundos, de troca de ideias e que proporcionou conhecer os projetos dessas pessoas que irão conduzir a cidade de Belo Horizonte por quatro anos”, declara o vice-reitor.

Por Ana Carolina Nazareno e Rute de Santa

Fotos Heberth Zschaber

Vídeo Heberth Zschaber e William Gomes

Um debate é sempre algo aguardado pelos eleitores, sendo talvez um exemplo eficaz de  democracia, onde as ideias e propostas dos candidatos são confrontadas e analisadas pelo eleitorado. O evento, organizado pelo curso de Jornalismo Multimídia do Centro Universitário UNA estava marcado para as 20h, mas, no inicio da tarde já era possível ver militantes dos candidatos na porta do campus Aimorés, onde foi realizado o debate.

O clima era parecido com o que pode ser visto nos estádios de futebol. Com tambores e bandeiras, os ativistas entoavam gritos de guerra em favor dos seus candidatos. Dentro do campus o clima também era tenso. Enquanto era sorteada a ordem das perguntas e dos candidatos, estudantes e militantes protestavam por não terem conseguido entrar no auditório, uma vez que a lotação já estava esgotada antes mesmo do início do debate.

Na sala vip, os candidatos aguardavam ansiosos pelo sorteio das perguntas e ordem de respostas. Durante as entrevistas concedidas durante o período de espera, todos os candidatos disseram que esperavam um bom nível de cordialidade e respeito durante o debate.

No primeiro bloco do debate, os candidatos fizeram perguntas entre si com tema livre, sendo que não faltaram referências à gestão do atual prefeito. Foi concedido direito de resposta aos candidatos Márcio Lacerda e Patrus Ananias, por terem sido citados pelos adversários, conforme estava estabelecido nas regras do debate.

Outro personagem que deu o tom de “guerra” ao debate foi o público.
À cada resposta dos candidatos, a plateia, composta na maioria por militantes das candidaturas, reagia com vaias e aplausos. Por vários momentos o público se exaltou e chegou a atrapalhar o andamento do evento.

Quando o debate se encerrou, o palco foi tomado pelos veículos de imprensa e por partidários dos candidatos. Enquanto isso acontecia, a plateia que acompanhou o debate ovacionava o candidato de sua preferência, com palavras de ordem e incentivo. O debate se encerrou com o mesmo clima acalorado do início. Este clima só aumentou expectativa por uma disputa acirrada nas urnas se fortaleceu ainda mais após o debate.

 Por João Vitor Fernandes e Hemerson de Moraes

Foto: Hemerson de Morais

Galeria de Imagens: Herberth Zschaber, Hemerson de Moraes, Ludimila Guimarães

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Que tal participar de grandes produções, conhecer eventos e festivais que repercutem em todo o mundo? Foi com essa ideia que o projeto Expedições ICA foi criado pelo Instituto de Comunicação e Artes (ICA) do Centro Universitário UNA. A iniciativa visa o contato de alunos com grandes eventos, estreitando assim o conhecimento sobre cobertura e organização destes, através da pratica, assim, o aluno tem a oportunidade de aperfeiçoar os conhecimentos inerentes do seu campo de estudo.

A cada ano o projeto proporciona uma experiência nova a alunos de todos os cursos do ICA. Agora em Agosto, os alunos foram à cidade de Gramado cobrir o 40º Festival de Cinema de Gramado que acontece do dia 10 ao dia 18. Os estudantes selecionados estão fazendo a cobertura do evento dos dias 10 a 15, divulgando o que for produzido como textos, vídeos e fotos na fanpage do projeto além dos canais do ICA nas redes sociais, e no site da UNA TV.

“Como universitário, é uma experiência muito rica ver tão de perto um evento do tamanho do Festival de Gramado. É o tipo de coisa que a gente fica imaginando, mas sem muitas perspectivas. Ver que a coordenação da instituição confia no nosso trabalho nos põe numa condição em que tudo o que queremos é dar o nosso melhor. As expectativas são tão grandes quanto a ansiedade. Nos preparamos, agora é só esperar que ocorra tudo perfeitamente”, explica o aluno do curso de Publicidade e Propaganda Anderson Cléber.

 Por Heberth Zschaber

Foto: Divulgação do projeto

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A Oficina de Escrita Literária, que aconteceu nos dias 17 e 18, durante a Semana de Comunicação no ICA UNA, foi ministrada pelos professores Jorge Rocha, Mariana Rodrigues e Carlos de Brito e Mello.  O objetivo era mostrar as diversas relações com o texto e o caminho da escrita através da pesquisa.  A oficina foi elaborada a partir das experiências de cada educador.

Oficina de Escrita Literária mostra caminhos para escrever um bom texto

Os oficineiros foram unânimes ao dizer que, para se escrever um bom texto não é preciso simplesmente ter inspiração, mas também conhecer técnicas de composição. “Poesia ajuda em todos os sentidos é bom começar pela poesia, quando se quer escrever”, afirma o jornalista e escritor Carlos de Brito e Mello.

A professora e escritora Mariana Rodrigues, autora do livro Mancebos e Mocinhas modos de literatura brasileira no século XVIIII, informa que a literatura brasileira é rica e está crescendo muito. “Gosto das coisas que são produzidas aqui”, relata a escritora. A construção de quem lê está relacionando com a bagagem de cada um. O jornalista e escritor Jorge Rocha, um dos oficineiros acrescenta que é preciso “Ser capaz de ver a informação através da informação”.

Oficina de Escrita Literária mostra caminhos para escrever um bom texto

 A estudante de jornalismo Lúcia Beatriz conclui que a oficina foi uma fonte inspiradora. “Eles têm uma bagagem de leitura grande, passaram experiência para nós e introduziram outros autores que eu desconhecia”.

Por: Ana Carolina Nazareno e Rute de Santa

Foto: Ana Carolina Nazareno