Vendedores ambulantes lucram com as chuvas

Vendedores ambulantes lucram com as chuvas

Neste período do ano, as chuvas que chegam à capital causam transtornos no trânsito, alagamentos em regiões perigosas e uma grande movimentação dos vendedores ambulantes no centro da cidade, que aproveitam a época para vender sombrinhas e guarda-chuvas. Em uma breve caminhada pelas ruas de BH encontramos diversos camelôs que ofereciam diversidade em cores e estampas dos procurados guarda-chuvas.

Segundo a vendedora, Conceição da Silva, 55, o lucro com a venda de sombrinhas e guarda-chuvas chega a R$ 3.000,00, nesta época do ano. “Eu trabalho aqui há oito anos, e o que vendo varia de acordo com o tempo, se faz calor eu vendo leque, no frio, lenços, e na chuva eu vendo sombrinhas,” afirma.  Ela também revela que as pessoas preferem comprar na rua, “o preço é o mesmo das lojas, porém comprando na rua as pessoas não precisam enfrentar filas,” diz.

Um problema enfrentado por esses vendedores ambulantes é a ilegalidade desta atividade. De acordo com Conceição, os fiscais da prefeitura impedem o comércio. “Eles pegam nossas mercadorias e levam embora”, afirma.

De acordo com dois fiscais da prefeitura, que preferiram não ser identificados, materiais como sombrinhas, dvds e outras mercadorias classificadas como piratas, são recolhidos e destruídos. Porém quando esses objetos não são ilegais eles vão para a doação.

Por Ana Carolina Vitorino e Rafaela Acar

Foto: Rafaela Acar

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