Música

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*Por Thainá Hoehne

Cronixta, antes conhecido como Dime Cronista, é um artista vindo de cima do mapa. Nascido em Belém do Pará. O músico paraense lançou no último dia 26 de junho, seu primeiro álbum completo nomeado “Maiandeua”, e revela aos belorizontinos a profundidade do trabalho que faz parte do projeto Manifesto Maiandeua.

O disco conta com oito faixas sonoras, além de um filme em parceria com Raphael Savelkoul e direção criativa da Noyze e pretende ressignificar as origens do cantor, através de músicas que exploram as sonoridades da sua região e que mostram a realidade de cidades ribeirinhas que sofrem, principalmente, pela falta de saneamento básico, violência e esquecimento social.

A equipe do Jornal Contramão conversou com o artista, confira a entrevista completa.

Podemos observar em seus projetos que a questão da sua origem é muito forte. Fazendo uma analogia, você concorda que uma árvore que mantém as raízes firmes, tende a crescer muito mais?

Aonde eu nasci a gente tem uma ligação muito forte com as nossas raízes. Acho que o paraense é muito bairrista e eu sou paraense, então eu trago esse bairrismo comigo mesmo e acredito muito que a minha arte está muito conectada com o meu lugar, por conta de toda a multipluralidade que existe no Pará.

Poderia citar principais influências ou inspirações que te constroem como artista?

Quando comecei a me entender por gente, as músicas que me abasteciam eram o Carimbó, o Zouk, o Tecnobrega, a Guitarrada, enfim, os ritmos que existem no Pará. Então, de certa forma, trazer essas características é algo muito natural mesmo, sabe? Ao invés de trazer uma guitarra americana, eu prefiro trazer uma guitarra paraense, porque eu trago a minha originalidade, a minha marca.

O esquema do disco nasceu de uma frase chamada Carimbolei, que tem na Maiandeua e com essa frase, eu vi que precisava entender que dentro da música, já existiam muitos registros, muitas marcas, e muitas digitais. Então eu precisava criar uma identidade própria, uma originalidade, pra me destacar nessas digitais também.

Eu queria muito que as pessoas conhecessem a musicalidade que existe no meu estado, na minha cidade, mas meu desejo era trazer algo mais moderno também. Eu queria muito misturar todas as influências que eu resgatei de fora e todas as que eu trago de dentro.”

Sua música “Belhell” traz à tona a simplicidade, a saudade e, na minha observação, um sentimento de amor por sua cidade. Nessa quarentena, tem sentido saudade das viagens também? Ela trouxe impactos negativos ou positivos aos seus projetos?

Olha, eu sinto saudades das viagens, de estar na rua, de ver os amigos. Eu sinto saudades de ir à  praia, sinto saudades de muitas coisas. Mas assim, ao mesmo tempo, a gente precisou entender que tudo tem o seu tempo. Tem o tempo da planta crescer, tem o tempo do meu disco sair, tem o tempo pra você começar a amar uma outra pessoa, então, esse tempo também é que a gente está vivendo. É o tempo que vai ser necessário que possamos entender e valorizar as coisas que de repente a gente nem dava valor.

Ficar mais dentro de casa, me fez ressignificar, refletir exatamente o que eu quero ser daqui pra frente. Fez ressignificar a minha relação com a minha esposa, valorizar cada plantinha que eu estou plantando, fazer com que coisas simples não sejam algo banal, porque normalmente, a gente quando está na correria banaliza o cotidiano, as pequenas coisas.

Sobre o Manifesto Maiandeua, como você enxerga esse projeto e a importância da mensagem que ele busca levar?

Tem uma artista lá do Pará,Berna Rea, que tem uma frase que eu quero muito fazer com que ela  realmente faça mais sentido para as pessoas quando conhecerem a minha origem. Que é: “a gente vive dentro do Brasil, a gente vive com a fartura, mas ao mesmo tempo, do lado, a gente vive com a miséria muito grande”.

Belém é uma cidade muito bonita em si, mas é muito miserável também. A Amazônia é muito farta, mas tem muita miséria. A gente tem abundância dos rios, mas falta água na torneira dos moradores da quebrada.

Belém é muito vibrante, é muito inspiradora, é muito maravilhosa, em muitos aspectos, mas, eu tinha que falar sobre isso também, sabe? Sobre essa fartura e sobre essa miséria ao mesmo tempo. Até pra ficar especificado no álbum que eu trato disso.  Eu venho falando da alegria do meu povo, venho falando do swing que existe em Belém, que existe no Brasil, mas existe o fascismo estabelecido desde o descobrimento de Cabral, então é até um aviso pro povo de Cabral começar a ficar cabreiro pra gente começar a colocar os “pingos nos is”.

Ultimamente temos visto diversas notícias sobre as dificuldades enfrentadas pela população indígena nessa pandemia, inclusive, solicitações de doações. Você conseguiria dizer, qual é a principal necessidade e como as pessoas daqui poderiam ajudar efetivamente, não só sobre a pandemia, mas também, sobre o esquecimento social?

Existem mil formas de divulgar, eu trabalhei em uma fundação cultural lá no Pará chamada Oficinas Curro Velho, e dentro dessa instituição eu tive a oportunidade de lidar com algumas aldeias, com alguns indígenas. Existem algumas tribos que são muito organizadas, a ponto de você achar elas, via web mesmo, que você pode contribuir financeiramente ou com algum serviço que você possa somar. Mas uma das coisas que eu percebo, que já seria de grande importância, é a gente começar a valorizar os nossos povos originais, sabe? Porque a gente não tem esse costume, essa valorização. Através da valorização, o respeito já começa a ser estabelecido.

Estou curiosa sobre a mudança de Dime Cronista para Cronixta, é possível falar sobre isso?

Eu sempre costumei a ler muito sobre pichação, a estudar sobre esse submundo. Certa vez eu li um texto de uma pesquisadora da pichação, falando sobre a pixação com X. A pixação com X, ela tem uma afronta tanto ao Aurélio, quanto a essa forma da estética que o branco e os colonizadores estabeleceram. A pixação tem uma ligação muito forte que bate de frente com essa estética do branco. Apesar de eu ser esse branco lá do Pará, eu me identifico muito com a cultura cabocla, indígena, porque são as minhas origens. O X, de certa forma era pra tocar no X das questões sociais. E aí eu fiz um paralelo a isso. Eu juntei o útil, que era o lance dos amigos mais próximos já chamarem desse jeito, ao lance da pixação e do afrontamento contra qualquer estética que já esteja pré-estabelecida.

E sobre a mudança do rap para seu novo estilo em carreira solo?

Eu acho que a maturidade, em algum momento da vida, chega de uma forma muito avassaladora. E acredito que o que me fez modificar em vários aspectos, foi o lance da verdade. Eu acho que quanto mais você é verdadeiro, mais facilidade as pessoas vão sentir na sua arte. E até com o que eu vinha desenvolvendo dentro do rap, o rap é muito marrento, é um ego muito grande que rola dentro. E eu não sou essa pessoa. É lógico que todos nós temos ego, mas eu não essa pessoa marrenta. Me encaro como uma criança que não cresceu, sabe? Eu brinco com tudo, eu rio de tudo, eu tiro onda com tudo. Lógico que existem momentos necessários para colocar o dedo na ferida também, mas ressignificar essa minha natureza e trazer o máximo de verdade, foi só entender quem eu sou mesmo e transparecer isso, seja através de uma letra, seja através da batida em si.

Teve um momento da vida que eu percebi que não, que eu não preciso criar uma letra que seja tão absurda que um outro MC precise se impressionar, na verdade, eu preciso me impressionar. Eu preciso estar cantando aquilo, estar pensando naquilo e falar: mano, esse sou eu do começo ao fim, sem tirar nada, sabe?

Em 2017, com o lançamento do single “Primatas”, que conta com a participação do cantor Garoá e o rapper Djonga, de Belo Horizonte, hoje conhecido em todo o Brasil como uma das maiores influências do rap, o que você mais pode aproveitar dessa experiência e conexão BH/Pará?

É karma, sabe? Todas as pessoas que a gente conhece, todas as pessoas que passam na nossa vida, é porque a gente precisa de fato ter elas passando pelo nosso caminho. Ele já viu o álbum e me deu um feedback muito positivo, sem ego, sabe? Então é uma amizade que ficou mesmo. Não tem ego, não tem um jogo de “ah, não vou ouvir porque agora eu já sou essa pessoa conhecida por todo Brasil”. Sempre quando a gente se fala é uma relação de muita pureza.

Conheça o trabalho:

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*A entrevista foi produzida sob a supervisão da jornalista Daniela Reis

Foto : ( Capricho)

 


Música

“Que tiro foi esse”. A autora da música mais falada do mês desembarca em BH nesta sexta-feira (19), para participar de um evento que ocorrerá no Parque Municipal, a partir das 19h. A cantora é convidada do Bloco “Já é sensação”.

No sábado (20) a partir das 18h30, a banda BaianaSystem irá reunir com os blocos Chama o Sindico e Pena de Pavão de Krishna, também no parque. O evento tem como objetivo, estimular a reflexão sobre a sustentabilidade em BH, dando ênfase no respeito e na liberdade de expressão.

Valor:  R$ 15 o lote extra /  BLOCO DO PIMPÃO – JOJO TODYNHO

Endereço:  Parque Municipal. Avenida Afonso Pena, 1.377, Centro

 

 

Artes Visuais

O Centro Cultural Banco do Brasil reúne 120 obras do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) na exposição “Disruptiva”. A mostra começa nesta sexta-feira (19) e vai até dia 19 de março. A entrada é gratuita e a classificação é livre. 

Endereço: Praça da Liberdade, 450 – Funcionários, (Praça da Liberdade)

 

Saúde

A Prefeitura de Belo Horizonte vai reforçar a vacinação contra febre amarela neste final de semana. Os 152 centros de saúde vão funcionar neste sábado, dia 20 de janeiro, para vacinação. O horário de funcionamento será das 08 às 17 horas. Saiba mais no link.

 

 

 

Por Hellen Santos 

 

O Brasil é um dos países mais ricos culturalmente, de norte a sul encontramos diversas formas de demonstração de cultura, movimentos como a Bossa Nova e a Música Popular Brasileira (MPB).  No repertório de nomes consagrados como, Roberto Carlos, Carmem Miranda e Ana Carolina, trazem experiências nas notas musicais e grandes melodias. O compositor visa o casamento entre a melodia e a letra, com o auxílio da sensibilidade e criatividade nos acordes, trazendo a emoção. Muitos artistas já nascem com o dom de compor: Vinícius de Moraes, Gilberto Gil, Cartola, dentre outros grandes nomes da música brasileira.

Em Minas Gerais, o compositor de sambas e microempresário Edson Cruz, de 58 anos, coloca em suas letras fatos do cotidiano e também um pouco de mensagens positivas e de esperança para quem vai ouvir suas melodias. Cruz descobriu seu interesse pela música nos anos 1970, quando aprendeu a tocar violão. Nessa mesma época, juntamente com seus amigos, participou de festivais o que fez o interesse pela música crescer, e foi aos 17 anos que sua primeira composição nasceu.

Ao relembrar da infância o sambista ressalta:  “Meu pai tocava violão e alguns tios, como minha avó materna gostava de cantar, sua casa tinha reuniões quase semanais. Com isto, tomei gosto pela música desde que me entendo por gente”, conta o compositor aos risos, que ainda completa destacando o que gostava de ouvir:  “As canções que faziam sucesso nas rádios e nos programas de auditório, praticamente: MPB”.

Edson Cruz destaca que no Brasil tem músicos de renome, porém, para não citar os inúmeros compositores que admira, ele resume em um: Luiz Melodia, autor de grandes músicas que o sensibilizou com suas letras.

Para Cruz, suas composições influenciam positivamente a sociedade, pois, segundo ele, esse é o lema principal na hora da criação. Sobre as políticas públicas, voltadas para a cultura, o compositor ressalta a importância de ter políticos ligados a música. “Como os políticos são um extrato da sociedade, e a cultura, incluindo a música, é importante para todos, seria interessante que tivéssemos candidatos com propostas específicas para o apoio à cultura”, afirma Edson. Ele acredita ainda que mesmo que a cultura musical brasileira esteja num momento industrial voltado para sucessos em letras pornográficas, ainda existem ouvintes que são fieis as músicas raízes.

 

Edson Cruz ( Arquivo Pessoal)

 

Não muito diferente de Edson, o porteiro e rapper Lucas Frade, 31 anos, vem pouco a pouco ganhando espaço com sua música. Segundo o jovem, tudo começou após um sonho onde Deus lhe dizia que sua missão na terra era cantar. Frade escreveu a sua primeira letra há sete anos e de lá para cá já foram mais de cinco discos lançados. Assista ao bate-papo com Lucas em especial para o Dia do Compositor, comemorado nesta última segunda-feira, 15.

 

 

Matéria: Hellen Santos 

Filmagem e edição: Ana Luísa Arrunátegui

Por: Kedria Garcia

A Praça Marechal Floriano Peixoto, localizada no bairro Santa Efigênia região Centro-Sul de Belo Horizonte, recebeu nos dias 21, 22 e 23 de julho a segunda edição do Festival da Gentileza com muito gás. A praça comumente conhecida como Praça do BG, foi palco de uma programação diversa com shows, feiras, oficinas, contação de histórias entre outras atrações.

A edição anterior, ocorreu na Praça da Liberdade e foi marcada com fitas coloridas e suas frases de reflexão, este ano não foi diferente. Posicionadas na entrada da praça, o público adulto aproveitou para tirar fotos e as crianças para se divertir entre as faixas. O evento chama a atenção por incentivar a população a dar uma respirada e parada na correria da vida cotidiana deixando a rotina de lado, o que foi bem aproveitado com as toalhas na grama e os piqueniques.

 

Foram três dias para entender a necessidade da gentileza praticada diariamente. A festa teve como tema: “Respire, Pare e Faça”, instigando os belo-horizontinos a repensar no tempo gasto, assim como a capacidade de colaboração e a solidariedade.

A organização ficou por conta do movimento Verbo Gentileza com apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte e a Fundação Municipal de Cultura, além dos patrocínios de empresas privadas e algumas parcerias foram feitas para promover o festival.

 

Por Ana Paula Tinoco

Na segunda noite da 12ª Mostra de Cinema de Ouro Preto a noite foi embalada pelo bom e velho som da música popular brasileira. Com o tema Marginália, bandas de gêneros variados que iam do rock ao samba fizeram uma bela homenagem a MPB.

A banda ouro-pretana Seu Juvenal abriu a leva de apresentações com um show inédito “Maldito Rock” criado especialmente para o evento. Os amigos que fazem um som autoral e estão juntos desde 1997 e em seu terceiro disco intitulado “Rock Errado” são bem conhecidos no cenário musical da cidade: “O som deles é demais. Essa mistura que eles estão fazendo traz um som diversificado. É bem bacana”, comenta Clarisse Maia, aluna da UFOP.

Sobre essa mistura Renato Zaca, baterista da banda, deixa claro que quando o som é bom a mistura é bem vinda: “É muito interessante porque além de levar a música deles, dos malditos, para o público de Rock, a gente leva o rock para o público da MPB. Tá sendo divertido fazer essa ponte entre dois estilos que são tão próximos e não necessita de ter essa distância imaginária. Desde que seja uma arte verdadeira é maravilhoso”.

Sobre a Mostra os integrantes da banda mostraram excitação e prometem aproveitar as noites do evento, “A experiência tá sendo ótima, eu conheço de outras edições, mas essa foi à estreia do nosso show. Então vamos aproveitar do melhor jeito possível”, ressaltou o vocalista da banda Bruno Bastos.

A Seu Juvenal ainda conta com a participação de Edson Zaca na Guitarra e Tito no baixo.

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Por Júlia Guimarães – Rádio K-POP Brasil – Parceira Contramão HUB

Depois de muita garra as Armys finalmente puderam acompanhar a primeira vitória do BTS em solo americano. A Billboard Music Awards aconteceu no domingo (21) na T-Arena em Las Vegas.

Nós já estamos nos acostumando a ver o BTS no meio de grandes artistas da indústria coreana, uma vez que os meninos estão deixando o seu nome escrito na história do K-Pop, mas ontem foi a primeira vez que pudemos prestigiar os sete rapazes de diferentes províncias da Coréia do Sul fazer história nos Estados Unidos e conseguir arrancar elogios de diversos artistas e da mídia internacional.

A premiação estava marcada para ter seu início às 21h, enquanto o Magenta Carpet iniciaria às 19h em ponto, e foi exatamente neste horário que pudemos assistir através da live da ABC os sete rapazes saindo da limusine que os trazia. O portal Papelpop, e diversos fãs, elogiaram e brincaram com a pontualidade do BTS.

Após algumas entrevistas, dentre elas uma para o canal E!, e outra para a ABC, os sete integrantes pararam um pouquinho para posar para fotos oficiais da imprensa e fãs que os aguardavam e gritavam com bastante força o nome do grupo. Para se ter uma pequena noção, a revista Vogue, conhecida como uma das mais conceituadas de moda do mundo, elegeu o BTS como o grupo mais bem vestido daquela noite, e dentre eles, V foi escolhido com o mais fashion.

Com certeza os holofotes eram para todos, mas parece que o visual do grupo, nosso querido SeokJin, virou motivo de comentários sobre o quão lindo o terceiro membro da esquerda para a direito era, uma vez que o portal de K-Pop, o Allkpop, fez questão de escrever uma matéria a respeito disso e mostrar alguns prints.

Às 21h a premiação teve início com algumas apresentações e entrega de troféus, e mais uma vez o grupo foi destaque de noticiários pela educação. Sempre que um nome era anunciado, os sete se levantavam e aplaudiram de pé os vencedores, sem se importar se eram apenas eles que estavam fazendo isso. Mas agora vem a parte mais importante: mesmo que muitos vencedores não tenham sido aplaudidos de pé por toda a arena, no momento em que o nome BTS foi anunciado como vencedor da categoria Top Social Artist, artistas, jornalistas e público, se levantaram para aplaudir os meninos que conseguiram desbancar o ídolo Justin Bieber, Selena Gomez, Ariana Grande e Shawn Mendes com mais de 593.8 milhões de votos (está aí outro recorde, o grupo mais votado em uma premiação da Billboard).

Além de realizar um discurso muito emocionado, o líder Namjoon fez questão de agradecer a todas as Armys que se uniram para que eles pudessem estar ali naquele momento. Foi possível enxergar nos olhos de cada um dos sete (mesmo através da televisão) a gratidão que possuem com cada um de seus fãs.

Mas a noite não acabou alí, além de vencerem pela primeira vez uma premiação americana e ser o primeiro grupo de K-Pop a concorrer, o mundo inteiro ficou se questionando “Quem é BTS?” e jornais do mundo inteiro estão respondendo de inúmeras maneiras quem são os sete rapazes que abriram suas asas na Coréia e estão aos poucos, com muito trabalho, conquistando o mundo.

A CNN escreveu “Maiores do que o Bieber? O grupo de K-Pop BTS bateu o americano e venceu a Billboard Music Award”, enquanto o INDEPENDENT afirmou “K-Pop está oficialmente em terras americanas”, já o site da revista PEOPLE listou cinco coisas que você precisa saber sobre o BTS. Além de toda essa repercussão da mídia, não podíamos deixar de lado que os meninos foram tietados também por artistas como a cantora Halsey e Camila Cabello.

A Rádio K-Pop Brasil realizou toda a cobertura do BTS na Billboard Music Awards através do Twitter @radiokpopbrasil. Se você quiser dar uma olhadinha em vídeos, fotos e memes de ontem, lá é sua parada obrigatória!

Parabéns BTS e muito, muito sucesso nessa jornada que está apenas começando.

Revisão: Sthefany Toso